Dissertações
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Item A ADAPTAÇÃO DO MELBOURNE DECISION MAKING QUESTIONNAIRE (MDMQ) PARA A ÁREA DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL(2015-04-24) Rafael Scucuglia; Prof. Dr. Eduardo de Camargo Oliva; Eduardo de Camargo Oliva; Milton Carlos Farina; Edmilson de Oliveira LimaO objetivo da pesquisa foi o de adaptar para a área de Administração no Brasil e avaliar a validade aparente e a consistência interna do instrumento de mensuração de perfis psicológicos de tomada de decisão em situação de conflito denominado Melbourne Decision Making Questionnaire (MDMQ). O instrumento foi desenvolvido para mensurar quatro padrões psicológicos de tomadores de decisão descritos na Teoria das Decisões em Situação de Conflito, de Janes e Mann (1977). A teoria baseia-se no fato de que o stress psicológico gerado por uma situação de conflito impõe limitações à racionalidade do tomador de decisão na vida pessoal ou no trabalho. O MDMQ, originalmente em inglês, já havia sido traduzido e validado para os idiomas como o japonês, mandarim, cantonês, espanhol, francês e sueco. Para a proposição de uma versão adaptado para o Português do Brasil, foram contratadas duas empresas de tradução profissional que utilizaram, independentemente, o método backward translation. Posteriormente, o instrumento traduzido foi submetido à opinião qualitativa de cinco especialistas da área de Administração (consultores, gestores, professores e executivos), que realizaram a validação aparente, propondo alguns refinamentos nas assertivas. A verificação da confiabilidade (consistência interna) e da sua aplicabilidade para decisões do Administrador foi realizada por meio da aplicação do questionário traduzido para uma amostra de 531 alunos de graduação em administração, economia e contabilidade e para uma amostra de 171 alunos de MBA que declararam tomar decisões no ambiente corporativo. Em ambos os casos foram utilizadas as técnicas de análise fatorial exploratória e confirmatória e alfa de Cronbach para verificação da confiabilidade. Os resultados foram consistentes entre as duas amostragens, mas não resultaram em validação completa do instrumento adaptado. Uma versão alternativa do instrumento, com 13 assertivas (ao invés de 22), capazes de identificar dois perfis psicológicos (ao invés de quatro) foi considerada válida, porém, como não identifica o perfil Vigilante (representativo do processo ideal para tomada de decisão), esta versão teria pouca utilidade prática para os objetivos pretendidos (em Administração).Item A ADMINISTRAÇÃO CONDOMINIAL À LUZ DO CUSTO PARA SERVIR CLIENTES: UM ESTUDO NA BAIXADA SANTISTA (SP)(2013-09-26) Márcio Grima Fernandes; Profª. Drª. Ana Cristina de FariaO crescimento do número de condomínios, em função da crescente escassez de espaço, tem impulsionado o mercado de Administração Condominial, diante da oportunidade advinda do surgimento de novos condomínios. Entretanto, nem todas as empresas são especializadas, com estrutura e suporte profissional necessários, surgindo, então, uma concorrência desigual e, por vezes, desleal no segmento, pressionando os preços da prestação de serviços para baixo e, consequentemente, a rentabilidade das empresas já estabelecidas. Tratando-se de empresa prestadora de serviço, uma Administradora Condominial atende condomínios (clientes) diferentes, que necessitam do mesmo tipo de serviço. Entretanto, muitas vezes, o mesmo tipo de serviço, quando prestado a clientes diferente, possui custos diferentes, afetando a rentabilidade geral da empresa quando estes custos não são conhecidos com precisão. Atualmente, não há ferramentas apropriadas para se apurar o custo exato da prestação de serviços de Administração Condominial e, consequentemente, a rentabilidade de cada cliente dessa prestação de serviços. Este trabalho objetivou verificar como a utilização do Método do Custo para Servir contribui como ferramenta de análise da rentabilidade de cada cliente e, consequentemente, da empresa. Por meio de uma pesquisa-ação realizada em uma das maiores empresas de Administração Condominial da cidade de São Vicente (SP), nos meses de junho e julho de 2013, aplicou-se a metodologia do Custo para Servir os clientes, buscando identificar o custo de atendimento de cada cliente da carteira e, clientes não-rentáveis, anteriormente desconhecidos pela empresa. Por meio dos resultados, tornou-se possível adotar ações, visando a melhorar a rentabilidade dos clientes não-rentáveis e, assim, da empresa como um todo. Os achados deste trabalho servem, não apenas às empresas de Administração Condominial, mas como suporte a outras empresas de prestação de serviço que buscam analisar com precisão sua rentabilidade. Contribui, também, para evidenciar a metodologia do Custo para Servir Clientes como ferramenta de análise de rentabilidade adequada ao setor de serviços, uma vez que sua origem, no setor industrial, tem sido pouco explorada na prestação de serviços.Item A ANÁLISE DO VALOR PERCEBIDO PELO CLIENTE COMO FERRAMENTA PARA A FORMULAÇÃO DE ESTRATÉGIAS COMPETITIVASDaniel Moraes de Campos; Prof. Dr. Silvio Augusto MinciottiO objetivo deste trabalho é identificar os atributos formadores do valor percebido pelo cliente e a sua contribuição para a formulação de estratégias competitivas. O tema é relevante e atual no contexto da competitividade empresarial e do pensamento do marketing estratégico. O conhecimento dos componentes do valor percebido pelo cliente, em produtos e serviços, permite à empresa formular estratégias baseadas nesses atributos de valor, favorecendo a obtenção de vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes. Neste trabalho serão explorados conceitos de valor segundo várias ciências e a teoria de valor percebido, expresso por autores como Zeithaml (1988), Woodruff (1997) e Chang & Wildt (1994) que dão suporte ao uso do método estatístico da conjoint analysys como ferramenta para análise do valor -percebido pelos clientes.Item A APLICAÇÃO DO MARKETING SOCIAL AO PLANEJAMENTO ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE(2005-09-05) Edson Coutinho da Silva; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Antonio Carlos Gil; Ana Akemi IkedaEsta dissertação aborda a aplicação do marketing Social na gestão pública e visa identificar quais as suas estratégias e práticas que estão presentes nas atividades vinculadas ao planejamento e à implementação das políticas públicas de saúde da Região do ABC Paulista e avaliar suas efetividades. Para tanto, foi realizada uma pesquisa descritiva, a aprtir de um estudo de casos múltiplos, utilizando um instrumento de avaliação dos estágios das atividades do marketing social desenvolvido por Weinreich (1999), que foi adaptado à necessidades e peculiaridades do trabalho. Os resultados indicam que, dos quatro estágios nos quais se dividem as atividades de Marketing Social, conforme parâmetro adotado - planejamento, pré-teste, implementação e avaliação - as estratégias e as práticas relacionadas à implementação são adotadas pelos três municípios; já o pré-teste não é adotado por nenhum deles; e, finalmente, o planejamento e avaliação foram observados como completa aplicação apenas no município de São Caetano do Sul. Observou-se, também, que dos quatro tipos de mudanças sociais propostos por Kotler (1978) - cognitiva, de ação, de comportamento e de valor - em Santo André e São Bernardo do Campo apenas as mudanças cognitiva e de ação são utilizadas, ainda que parcialmente, de ações de Marketing; em São Caetano do Sul, além dessas duas já citadas, notou-se que ações objetivando mudanças de comportamento, também adotavam práticas de Marketing. A mudança de valor não foi detectada em nenhum deles.Item A ATUAÇÃO DE ADMINISTRADORES DE EMPRESAS EM ÓRGÃOS PÚBLICOS: A IDENTIFICAÇÃO ORGANIZACIONAL FACE A UMA FORMAÇÃO VOLTADA A NEGÓCIOSDenise Gutierrez Castro; Prof. Dr. Edson Keyso de Miranda Kubo; Edson Keyso de Miranda Kubo; Milton Carlos Farina; Luiz Roberto AlvesA identificação organizacional é um tema recorrente no estudo de aspectos comportamentais de seres humanos nas organizações. O objetivo desta pesquisa foi de descrever como se configura a identificação organizacional de servidores públicos de uma universidade federal, que exercem cargo de administradores e que são formados em Administração de Empresas. Por meio do processo de revisão bibliográfica e do estudo referente à identificação organizacional, foi possível elaborar um roteiro de entrevista semiestruturada. Com a leitura de diversos documentos oficiais da instituição e da observação-participante, foi elaborado um estudo de caso em uma instituição brasileira de ensino superior do governo federal. Participaram das entrevistas 13 atores, o que possibilitou o mapeamento dos códigos que contribuem para o processo de identificação com a organização. Procedeu-se a análises acerca da identificação organizacional sob diversas óticas propostas na literatura (Kreiner e Ashtorth, 2004; Tomaz e Brito, 2010; Cherman e Rocha-Pinto, 2013). O processo de identificação desses servidores apresentou-se de uma maneira ambivalente, porquanto foram apontados alguns pontos positivos, mas também diversos negativos. A formação em Administração de Empresas é um dos fatores que contribuíram ainda mais para a identificação ambivalente e os comportamentos "Esforço-me para me encaixar" e "Aceito, até dizer adeus", visto que os atores relataram as dificuldades inerentes à sua formação, principalmente no que concerne à estrutura de funcionamento de uma organização pública e da legislação que a permeia, o que corrobora a posição de Bresser-Pereira (2010). Para analisar as entrevistas, se o software Atlas TI 7.0, por meio do qual foram elaborados um m uatpilaiz oduaidentificação e um da frustração, de acordo com a proposta de Rocha e Silva (2007). A universidade, objeto de estudo, apresentou como códigos de identificação: qualidade de vida, estabilidade de emprego, oportunidades de capacitação, flexibilidade em propor novos fluxos de trabalho e boa convivência com os colegas. Quanto aos códigos que levam a uma frustração com a organização, grande parte dos servidores mencionou: burocracia, falta de planejamento estratégico, decisões norteadas por interesses políticos, problemas de comunicação interna, carga de trabalho desigual, falta de continuidade dos trabalhos, principalmente com a troca de dirigentes, necessidade de conhecimentos específicos (legislação) e plano de carreira desvalorizado. A adaptação ao setor público e suas rotinas cotidianas foram relatadas como difícil pela maioria dos entrevistados, tendo em vista que a formação acadêmica dos atores era voltada para o lucro e os negócios. O fato de a administração pública apresentar uma série de procedimentos definidos em lei e de requerer um conjunto de rotinas administrativas burocráticas foi o motivo mais citado pelos entrevistados como fatores que dificultaram o processo de identificação ao setor público. Para os trabalhos futuros, recomenda-se a utilização de instrumentos da Gestão de Pessoas, como a análise da cultura e do clima organizacional para diagnosticar o comportamento humano no ambiente de trabalho, tendo em vista a descrição dos códigos de identificação e frustração encontrados nesta dissertação.Item A AVALIAÇÃO DO GRAU DE ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS COMERCIAIS E PRESTADORAS DE SERVIÇO(2016-06-27) Renato Henrique da Luz; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Sérgio Feliciano Crispim; Geraldo Luciano ToledoO presente estudo focou a avaliação do grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais. A pesquisa teve como objetivo identificar as características que são relevantes para avaliar o grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas a partir de um modelo proposto por Day (2001), o qual sofreu adaptações visando torná-lo adequado ao objetivo proposto. Para a obtenção do objetivo, realizou-se um uma pesquisa exploratória em duas etapas e uma pesquisa descritiva em etapa única. A pesquisa exploratória objetivou desenvolver um instrumento que pudesse avaliar o grau de orientação para o mercado das micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais e que refletisse o cotidiano dessas organizações, alvos do estudo. A primeira etapa dessa pesquisa se caracterizou pela realização de entrevistas semiestruturadas com alguns gestores de micro e pequenas empresas; a segunda etapa utilizou o método da opinião de especialistas e a técnica Delphi para aprimorar e validar o instrumento desenvolvido na etapa anterior. A pesquisa descritiva utilizou o instrumento desenvolvido na pesquisa exploratória, aplicando-o a gestores de 348 micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais, da região metropolitana de São Paulo. Tal qual no modelo desenvolvido por Day (2001), o instrumento aplicado para todas as empresas veio a abranger cinco fatores, são eles: Cultura Organizacional, Capacidade de Sentir o Mercado, Capacidade de Relacionamento com o Mercado, Visão Estratégica e Estrutura Organizacional. Os resultados apontaram para as microempresas prestadoras de serviço que, dos cinco fatores apreciados, apenas aqueles referentes à Cultura Organizacional e Estrutura Organizacional demonstraram uma forte orientação para o mercado. Os demais demonstraram apenas uma fraca orientação para o mercado. No caso das pequenas empresas prestadoras de serviço, o fator Cultura Organizacional demonstrou uma forte orientação para o mercado. Quanto aos demais fatores esses apresentaram apenas uma fraca orientação para o mercado. Quanto às microempresas do comércio, notou-se uma forte orientação para o mercado em todos os fatores. E, por fim, para as pequenas empresas do comércio ficou evidenciado que, referente aos fatores Cultura Organizacional, Visão Estratégica e Estrutura Organizacional há uma forte orientação para o mercado. Quanto aos demais fatores, Capacidade de Sentir o Mercado e Capacidade de Relacionamento com o Mercado, notou-se apenas uma fraca orientação para o mercado. Dessa maneira a pesquisa demonstrou que é possível avaliar o grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas e o instrumento desenvolvido é hábil para isso. Com base nos resultados alcançados nessa pesquisa, são relatadas sugestões para a condução de futuras pesquisas envolvendo a utilização do instrumento utilizado neste estudo.Item A COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO BRASILEIROAntonio Lauro Valdívia Neto; Prof. Dr. Rubens Janny TeixeiraO trabalho A composição dos Custos no Transporte Rodoviário Brasileiro analisa a situação atual do transporte de carga e passageiro por meio da identificação dos elementos constituintes do custo do serviço de transporte brasileiro no início do século XXI. Empregou-se, principalmente, o método de pesquisa exploratória para o tratamento dos sistemas de custos propostos por organizações de classe, fabricantes de veículos, editais de concorrência e programas de cálculo de custos e demais fontes consultadas. Obteve-se, como resultado, um quadro comparativo que contrapôs os custos indicados por cada um dos sistemas pesquisados, o que permitiu indicar elementos comuns e distorções e determinar as variações presentes na sua composição. Recomenda-se, com o propósito de reunir outras informações que confiram maior abrangência aos resultados atingidos, a elaboração de trabalhos que tratem do cálculo de custo, da relação entre custo e fatores de produtividade que o influenciam e dos métodos de custeio.Item A COMPUTAÇÃO EM NUVEM COMO ALTERNATIVA PARA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA DE TI(2018-05-23) Júlio Pedro Siqueira Júnior; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Sergio Feliciano Crispim; Silvio Augusto Minciotti; George Bedinelli RossiPara que as empresas conquistem e sustentem vantagem competitiva em um ambiente de negócios cada vez mais desafiador é necessário que haja proatividade, adaptação e fluidez em suas operações no sentido de entregar maior valor aos seus clientes e capturar parte do valor na forma de lucro, e neste contexto a Tecnologia da Informação (TI) é considerada como um dos recursos-chave para suportar os modelos de negócio. Neste sentido, observa-se há décadas um crescente processo de terceirização (outsourcing) da TI, e o fenômeno relativamente recente da Computação em Nuvem (CN) contribui como uma alternativa determinante para esta decisão dadas suas diversas possibilidades de combinação de modelos de serviços e entrega. O presente estudo identificou e analisou os modelos de terceirização da infraestrutura de TI por meio da CN que atuam no Brasil e os motivos que fundamentaram as escolhas das empresas. Para tanto, foi realizada uma pesquisa exploratória-descritiva com 156 empresas de diversos setores da economia. No que se refere ao nível de adoção da CN, 71,8% das empresas optaram pela adoção parcial da CN, e 28,2% das empresas optaram por usar a CN em sua totalidade, sendo que das que usam parcialmente 74,1% pretendem expandir a utilização de recursos na CN a médio prazo. Concluiu-se que os principais fatores que explicam a adoção da CN são a flexibilidade na alocação de recursos sob demanda e o uso de novas tecnologias seguidos de uma redução de custos. Com relação aos modelos de serviços destacaram-se entre as diversas possibilidades de combinações a hospedagem de servidores, força de vendas, hospedagem de armazenamento de dados, edição de textos planilhas e apresentações. Em relação aos modelos de entrega, no que se refere aos níveis de importância, identificou-se que para a CN pública predominam a simplicidade de gestão e custo benefício, para a CN privada destacam-se a segurança e o maior controle do ambiente operacional, e para a CN híbrida a alta disponibilidade seguida da uma escalabilidade elástica.Item A CONSTITUIÇÃO DOS ORGANISMOS REGIONAIS DO ALTO TIETÊ - SPPriscila Balbina de Oliveira; Prof. Dr. Antônio Carlos Gil; Antônio Carlos Gil; Maria do Carmo Romeiro; João Baptista PamplonaO presente estudo tem como objetivo analisar as dificuldades encontradas na constituição de organismos regionais no Alto Tietê. Trata-se de um estudo de caso intrínseco cujos dados foram obtidos mediante diferentes técnicas: análise de documentos, entrevistas e observação. As lideranças do Alto Tietê perceberam que a interlocução com outras esferas de governo poderia ser facilitada por meio de representação coletiva. Assim, apesar das dificuldades, foram constituídos diversos organismos regionais: 1. Associação dos Municípios do Alto Tietê (AMAT), 2. Agência de Desenvolvimento Regional (ADRAT), 3. Circuito Turístico das Nascentes, agregado à Câmara Temática do Turismo da ADRAT, 4. Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (CONDEMAT), 5. Associação dos Vereadores do Alto Tietê, e 6. Frente Parlamentar do Alto Tietê. Esta iniciativa vem sendo reconhecida como fator importante para o desenvolvimento da região, embora a emergência da consciência regional ocorra lentamente.Item A CONTRIBUIÇÃO DO CAPITAL INTELECTUAL PARA O FORTALECIMENTO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE PARA OBTENÇÃO DE CRÉDITO JUNTO AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRASPaulo Sergio Furlan Braga; Prof. Dr. Rubens Janny TeixeiraO objetivo deste trabalho consiste em identificar a contribuição do capital intelectual para o fortalecimento das microempresas e empresas de pequeno porte para obtenção de crédito junto a instituições financeiras. A dissertação aborda o uso de Capital Intelectual como instrumentos de captação e coleta de recursos financeiros, no mercado financeiro. Busca verificar a importância do Capital Intelectual para o compartilhamento das informações no interior das organizações e instrumento de alimentação das Instituições Financeiras - IF. Para tanto, realiza, inicialmente, a revisão dos conceitos de Capital Intelectual, conceituação de crédito, e contabilidade. Na sequência, os conceitos de Capital Intelectual (CI) e o processo de transformação de informações para concessão de crédito nas instituições financeiras (IF). O mercado empresarial tem sofrido, nos últimos anos, profundas modificações decorrentes, sobretudo, de fatores como a globalização, a competitividade, os avanços tecnológicos e o novo perfil das IF, mais exigente e com menos tendência a emprestar valores com taxas atrativas. Diante de tais circunstâncias, são exigidos esforços para a concessão de créditos. Alguns desafios devem ser enfrentados como: a intangibilidade dos serviços (serviço como "experiência" não mensurável), deficiências no treinamento dos funcionários, a limitada ou ainda inexistente análise do Plano de Negócios ou visão de mercado futuro, a falta de interesse ou comprometimento dos dirigentes da empresa com seus clientes e, enfim a precária consciência organizacional sobre o papel definitivo do cliente no sucesso ou fracasso dos negócios destas organizações em relação a produtos ou serviços. Considerando a relevância deste trabalho, na qual está envolvido o mercado de micros e pequenos empresários, este trabalho tem por objetivo despertar a atenção para uma análise não mensurável em Balanço ou informações gerenciais por parte do empresário, mas aplicado e analisado pelas agências bancárias, para avaliação e análise do desempenho dos processos envolvidos na concessão de crédito, partindo da coleta de dados sobre a empresa e dos bancos, da entrevista com presidentes, diretores e gerentes de bancos e associações comerciais. Neste modelo é colocado em evidência o acesso às percepções destes funcionários, através das quais mensura-se o desempenho dos processos envolvidos, identificando falhas e limitações em sua qualidade. A partir desta identificação são então definidas, por prioridade, as oportunidades de melhoria para que venham sobre tudo contribuir na criação de créditos realmente voltados para a satisfação dos empresários, com uma análise mensurável do intangível, ao invés de garantias reais como acontece no mercado hoje.Item A CONTRIBUIÇÃO DO PROGRAMA BRASIL EMPREENDEDOR PARA O FORTALECIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS INDUSTRIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE SÃO PAULOTeruisa Akashi; Prof. Dr. Rubens Janny TeixeiraO objetivo principal deste trabalho foi de descrever a contribuição do Programa Brasil Empreendedor - Primeira fase ( período de outubro de 1999 a setembro de 2000) - no fortalecimento das micro e pequenas empresas industriais da Região Metropolitana da Grande São Paulo. Um questionário foi enviado aos micro e pequenos empresários para colher informações do ponto de vista deles sobre o Programa Brasil Empreendedor. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE forneceu a amostra aleatória das micro e pequenas empresas que participaram da primeira fase do programa Brasil Empreendedor. Funcionários dos principais participantes do Programa foram entrevistados para levantar dados para complementar as informações obtidas da documentação disponível, tais como função, atividades e modus operandi de cada um dentro do Programa Brasil Empreendedor. A grande contribuição do Programa Brasil Empreendedor, no fortalecimento das micro e pequenas empresas industriais da Região Metropolitana da Grande São Paulo, foi de ter iniciado um processo de mudança de cultura e de atitude no tratamento das micro e pequenas empresas. Entretanto, a pesquisa revelou que essa mudança de postura ainda não é muito evidente em algumas agências bancárias. É importante que o Programa Brasil Empreendedor tenha continuidade por alguns anos para que o processo de mudança de cultura se consolide. Ainda existe um longo caminho a percorrer, até que as micro e pequenas empresas deixem de ser tratadas, pelo bancos, indistintamente como tomadores de crédito de alto risco e passem a ser tratadas, não em condições de igualdade com as grandes empresas, mas em condições favorecidas como garante a Constituição Federal. Esta prevê um tratamento diferenciado e favorecido às micro e pequenas empresas nas áreas de administração, tributos, previdência e crédito.Item A CONTRIBUIÇÃO DOS RELACIONAMENTOS INTERORGANIZACIONAIS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM GESTÃO EMPRESARIAL: UM ESTUDO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO POLO DESIGN CENTER(2013-08-27) Robson Ribeiro de Azevedo; Prof. Dr. Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Laércio Baptista da Silva; Charles KirschbaumO presente estudo propôs-se a estudar os relacionamentos interorganizacionais de empresas que atuam em Rede e foi realizado junto às empresas participantes do Polo Design Center, Rede Organizacional do segmento de arquitetura e decoração. O objetivo do trabalho foi verificar a contribuição dos relacionamentos interorganizacionais no processo de aprendizagem em Gestão Empresarial das micro e pequenas empresas que atuam em Rede. A pesquisa desenvolvida foi de natureza descritiva e dividida em 2 (duas) etapas. Na primeira teve como fontes de evidência entrevistas semiestruturadas com a direção e empresas participantes do Polo. Na segunda etapa foram encaminhados questionários por meio digital aos 68 gestores das empresas associadas ao Polo. O questionário foi respondido por 32 empresas. Assim, concluiu-se que as trocas de informações entre as empresas e demais membros da Rede, oferecem uma pequena contribuição para o processo de aprendizagem dos gestores. Verificou-se, também, que nas áreas de Marketing, Logística e Recursos Humanos as práticas de Gestão são desenvolvidas de forma precária em sua maioria. A área de finanças, no entanto, é a única área em que os gestores afirmaram adotar a maior parte das práticas de forma satisfatória. Notou-se que, os gestores que realizavam a gestão da empresa de forma precária, em sua maioria, aprenderam a realizá-la sozinhos sem apoio de fontes de aprendizado. No sentido oposto, aqueles que adotavam satisfatoriamente as práticas de gestão aprenderam a desenvolver o trabalho em cursos e consultorias. Verificou-se também que as trocas de informações entre as empresas ocorreram em sua maioria em encontros informais e no curso de empreendedorismo realizado pela diretoria do Polo. Esse processo de trocas, no entanto, não era prioridade para a direção da Rede e mesmo para as próprias empresas, o que fez com que a maior parte das informações trocadas fosse superficial e de baixa contribuição para o processo de aprendizagem das empresas. Para trabalhos futuros, sugere-se verificar se a realidade observada neste estudo, onde a troca de informações não é objetivo principal da Rede, ocorre também em outros agrupamentos. Além disso, verificar qual a dinâmica das trocas de informações em uma Rede Organizacional que trabalhe essas trocas de forma prioritária e estruturada.Item A CRISE DA REGIÃO CACAUEIRA E OS DESAFIOS PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL(2010-03-24) Marcio Ceo dos Santos; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luis Paulo Bresciani; Antônio Carlos Gil; Marco Antônio Carvalho TeixeiraEste trabalho se propôs a construir uma teoria substantiva acerca da crise cacaueira fundamentada nas percepções manifestadas por sujeitos locais da Região Ilhéus-Itabuna, sob a ótica da teoria Grounded Theory. Como referência para o estudo foi entrevistados sujeitos que vivenciaram esta transformação nas cidades de Ilhéus e Itabuna consideradas como centros econômicos dessa microrregião no Sul da baiano. A pesquisa surge com o questionamento: Como os sujeitos locais de Ilhéus - Itabuna constroem a realidade da crise econômica da região cacaueira? Para tanto, buscou-se compreender como estes sujeitos percebiam o fenômeno da crise, de modo a elaborar uma concepção teórica com base em 17 entrevistas de sujeitos de vários segmentos do território estudado, incluindo empresários, sindicalistas, agricultores, representantes da sociedade civil organizada e de um órgão de pesquisas do governo Federal. A concepção teórica elaborada da emergência dos dados define como categoria central: ENTENDENDO E REINVENTANDO O LOCAL; ADEQUAÇÃO À NOVA REALIDADE. Essa categoria é sustentada por oito subcategorias que são: revendo o passado, encarando as dificuldades, mudando o local, sofrendo impactos da mudança, articulando o processo da mudança, mantendo resquícios e, criando perspectivas. Esta concepção indica que o local estudado passa por um processo de transformação impulsionado pela crise econômica da lavoura cacaueira. Porém, este processo de mudanças sofre influências do seu passado por meio da sua cultura e modelo de gestão tradicional. Apresenta um lugar que enfrenta as dificuldades para conseguir superar seus problemas, e as reações de seus sujeitos quanto à crise, pois alguns sucumbem, enfrentam ou cedem espaço para outros sujeitos. São mostradas as transformações percebidas no lugar e os impactos que estas mudanças causaram, a exemplo das relações de trabalho, além das indicações de incipiência nas articulações entre os principais agentes do processo de mudança na região.Item A CULTURA ORGANIZACIONAL E AS REDES SOCIAIS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO EM UMA EMPRESA DE SERVIÇOS(2009-11-13) Silvio de Oliveira Murdocco; Prof. Dr. Eduardo de Camargo OlivaA presente dissertação apresenta a revisão da literatura e a pesquisa de campo sobre cultura organizacional e redes sociais que foi realizada junto a uma empresa prestadora de serviços, o Grupo FB. O objetivo foi dar sequência às pesquisas de Nelson (2003, 2005, 2006 e 2007) e, verificar se existe a influência da cultura da organização nas características dos grupos sociais. Trata-se de um estudo exploratório de natureza quantitativo; o levantamento feito através de dois questionários elaborados por Nelson (2006 e 2007). Utilizou-se uma amostra de 58 respondentes. Os dados foram tratados pela técnica estatística não-paramétrica Mann Whitney para os valores da cultura e para os dados das redes Sociais os índices foram apurados por meio do software Ucinet 6.0 de Borgatti, Everett, e Freeman (2002). Os resultados mostraram redes de comunicação de baixa densidade, com contatos fortes e altos faccionalismo, e que os elementos centrais, ou seja, aqueles que têm o maio número dos contatos na rede têm um maior alinhamento dos seus valores com os valores presentes na cultura organizacional do grupo FB e se conclui que estes desempenham funções gerenciais, tendo assim, poder de influenciar e participar na disseminação dos valores presentes na cultura organizacional.Item A DIFUSÃO DA AGENDA DO TRABALHO DECENTE DO BRASILMagda Sales Pinho; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Wilson Amorim; Antonio Carlos Gil; Luis Paulo BrescianiA presente dissertação procura demonstrar como está acontecendo a disseminação da Agenda do Trabalho Decente no Brasil. Trata-se de um conceito novo, originado na preocupação da OIT - Organização Internacional do Trabalho com a crescente precarização da força de trabalho que está acontecendo nos países desenvolvidos ou em desenvolvimento, em decorrência da globalização que se intensifica. Foi realizada uma análise exploratória que utilizou de pesquisa bibliográfica, tomando como base as agendas Hemisférica e Nacional do Trabalho Decente e a Agenda Baiana do Trabalho Decente. Também foram realizadas entrevistas com representantes de atores sociais e políticos das Regiões Metropolitanas de São Paulo e Belo Horizonte, territórios com ações convergentes ao conceito do Trabalho Decente, mas que ainda não possuem ainda uma agenda estruturada que favoreça a legitimidade da aplicação, além do governo da Bahia, que já possui uma agenda própria com ações bem direcionadas no sentido de melhorar as condições de trabalho naquele estado. Um ponto forte identificado na pesquisa revela a necessidade de intensificação da aplicação do Diálogo Social para que a agenda seja viabilizada. A intensificação da disseminação do conceito é fundamental para que as dúvidas e inconsistências possam ser dirimidas e os objetivos integrados. Desta forma os atores podem adquirir visão mais abrangente e perceberem que muito do que já fazem localmente segue ao encontro do que está estabelecido como objetivo estratégico da agenda. Neste caso também, a academia pode assumir uma papel de mediadora deste relacionamento. Outro aspecto de fundamental importância revela que a implantação da agenda se desdobra em desenvolvimento regional como resultado para aqueles que se dispõem a correlacionar o alcance destes resultados. Todavia, o alcance desse desdobramento implica evidente esforço em compatibilizar e integrar ações de estímulo ao trabalho decente com políticas específicas de desenvolvimento regional.Item A DINÂMICA DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO MEIO OESTE CATARINENSEAntonio Marcos Prestes de Oliveira; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Peter Kevin Spink; Leonel Mazzali; Luis Paulo BrescianiEsta pesquisa busca caracterizar o desenvolvimento regional do Meio Oeste Catarinense no período entre 1990 e 2008, identificando o papel dos atores locais bem como a relevância da agroindústria para a região. Tendo como base os indicadores econômicos e sociais da região e, em contrapartida, o êxodo populacional e as precárias alternativas econômicas que surgiram durante o período pesquisado, buscou-se responder à seguinte questão: "Que papel os atores locais - públicos e privados - desempenharam na trajetória de Desenvolvimento Econômico Local / Regional (DEL/R) e quais ações impulsionaram essa trajetória no período de 1990 a 2008, sob o ponto de vista dos próprios atores locais?" Esta foi uma pesquisa qualitativa e de caráter exploratório, com delineamento baseado no estudo de caso incorporado. Para que fosse possível obter as informações necessárias, utilizou-se um roteiro de entrevistas, respondido por 13 atores locais, classificados em duas categorias de município (mais beneficiados e menos beneficiados pela dinâmica de desenvolvimento da região) e em três categorias de atores (Mercado, Sociedade e Governo). Em relação ao papel dos atores locais para o desenvolvimento da região, a conclusão do estudo aponta para sua grande dificuldade de articulação. Já em relação às ações para o desenvolvimento regional, percebe-se que há iniciativas por parte dos atores locais, mas estas tornam-se incipientes pela fragilidade da cooperação entre os mesmos. Percebe-se também que o desenvolvimento da região do meio Oeste Catarinense (MOC) está ancorado na grande agroindústria - carro-chefe da economia regional - e só na região em função de interesses pessoais específicos e imediatos. A região busca alternativas, visando diminuir a dependência econômica em relação à atividade principal. A grande maioria dos atores reconhece sua importância e, ao mesmo tempo, a necessidade de novas alternativas para o desenvolvimento regional, cuja criação dependerá diretamente de sua própria capacidade de atuação e cooperação.Item A EMPRESA DE TRABALHO TEMPORÁRIO - UMA ANÁLISE DE SUA QUALIDADE COMO NEGÓCIOJosé Carlos Cantero Puga; Prof. Dr. Laércio Baptista da SilvaO processo de globalização está trazendo profundas transformações para as sociedades contemporâneas. O acelerado desenvolvimento tecnológico e cultural, principalmente na área da comunicação, caracteriza uma nova etapa do capitalismo, contraditória por excelência, que coloca novos desafios para o homem neste início de século. Cultura, Estado, negócios, mundo do trabalho, educação, etc., sofrem as influências de um novo paradigma. Desta forma, todo o universo, em particular o empresarial, busca novas adequações na administração de seus negócios, depois de um século da revolução industrial, onde o homem conseguiu superar seus limites de produção, chegando a uma produtividade até quarenta vezes maior que sua capacidade. Chega-se ao início do milênio com a certeza de que a tecnologia não é mais problema, e que já não traz tanta vantagem competitiva como outrora. Hoje não existem segredos tecnológicos. Os produtos podem ser fabricados em qualquer lugar do mundo, a diferentes preços e padrões de qualidade. É só o cliente pedir. Então, onde está o segredo de uma empresa competitiva? Como resposta às estas novas exigências de um mercado globalizado e de acirrada concorrência, começa a ser adotada pelas empresas desde o início dos anos 80 a inteligência competitiva. Os sistemas de inteligência competitiva estão sendo considerados como um passo a mais no desenvolvimento dos programas de qualidade d produtividade. A produção orientada para as necessidades do consumidor não é suficiente para garantir o sucesso da empresa, a monitoração da concorrência e das novas tecnologias é de fundamental importância para que a empresa possa identificar as ameaças e antecipar oportunidades que lhe permitam conquistar uma posição competitiva favorável. Diante de um mercado cada vez mais exigente requer, portanto que as empresas promovam o desenvolvimento de sua capacidade estratégica. Isto significa ampliar o horizonte de visão dos negócios, buscando compreender os diversos fenômenos que interferem no desempenho da organização, criando e desenvolvendo uma postura pró-ativa e antecipatória. Empreender em um negócio, portanto, torna-se uma tarefa bem mais difícil, para o empreendedor, que é aquela pessoa capaz de identificar uma boa oportunidade, correr riscos, enfrentar adversidades e conduzir seu negócio ao sucesso. Empreendedorismo, ao contrário do que muita gente pensa, não é um talento inato, restrito a poucos escolhidos. Trata-se de um conjunto de características que pode ser desenvolvido por qualquer pessoa. Segundo Peter Druck: "O empreendedorismo é um comportamento e não um traço de personalidade". Estar autuando em um bom negócio em si, é sempre o objetivo a ser buscado pelo empreendedor, porém nem sempre isto acontece. Mas um mau negócio em si poderá se tornar melhor em função da qualidade da administração colocada em prática pela empresa. Desta forma, não será difícil verificar que existem empreendedores atuando em bons ou maus negócios em si. Este trabalho de dissertação tem como objetivo verificar a qualidade do "negócio" chamado Empresa de Trabalho Temporário, devido suas peculiaridades que a diferenciam dos demais tipos de investimentos empresariais. Tem como sua principal matéria-prima "o homem", que, ao mesmo tempo, lhe presta serviço, mas também reivindica, solicita, faz exigências, transformando-se em um cliente. Desta forma, como este tipo de empreendedor encontra um mundo globalizado, onde conseguir vantagens competitivas se faz necessário para sua manutenção no mercado, pode atender ao mesmo tempo dois clientes, de um lado o trabalhador temporário e de outro a empresa tomadora de mão-de-obra temporária. O trabalho foi desenvolvido pelo método de pesquisa qualitativa, utilizando a técnica de entrevista em profundidade para a coleta de dados. Foram entrevistados quatro empresários do setor, que, além de atividades empresariais, dedicam-se a dirigir ou dirigiram entidades de classe, portanto, formadores de opiniões neste segmento. O referido estudo baseou-se em um referencial teórico, tendo como estrutura principal, técnicas de estratégias empresariais e a metodologia científica.Item A EXPANSÃO HOTELEIRA NA CIDADE DE SANTO ANDRÉMaria de Lourdes Peixoto Xavier; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luis Paulo Bresciani; Priscila Ferreira Perazzo; Ricardo Ricci UvinhaPara enfrentar os desafios da desocupação de espaços esvaziados pela evasão de algumas empresas, a cidade de Santo André optou por um projeto ousado de reurbanização, o Projeto Eixo Tamanduatehy. Sob esta perspectiva de reurbanização de espaços, surgiram novas oportunidades de investimentos e dentre elas a expansão do setor hoteleiro, iniciado a partir dos anos 2000. Este estudo teve como objetivo identificar os fatores que possibilitaram esta expansão. As articulações do poder público e da iniciativa privada que influenciaram na tomada de decisão. Concluiu-se que as estratégias adotadas por uma liderança visionária na cidade de Santo André, resultaram em quatro novos empreendimentos hoteleiros e aumentaram a perspectiva de crescimento do turismo de negócios na região.Item A EXPERIÊNCIA DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DAS BACIAS DO ALTO TAMANDUATEÍ E BILLINGS NA DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSCarlos Rogerio Prado; Prof. Dr. Luiz Roberto AlvesEstudos sobre resíduos sólidos devem ser conduzidos semelhantemente aos casos de problemas de abastecimento de água, esgoto e outros problemas de engenharia. Há necessidade de um planejamento adequado, respeitando as condições regionais e locais, identificando o volume de produção, suas características, sua composição, projeções futuras, dimensionamento dos serviços de remoção, destinação final, equipamentos, serviços de manutenção e de conservação. Assim, municípios industriais, como por exemplo os do Grande ABC, apresentam uma elevada produção de resíduos industriais, o que não ocorre em cidades de veraneio que, em decorrência da população flutuante, exigem serviços de limpeza pública com características distintas dos primeiros. Pode-se entender que o tratamento de resíduos sólidos no Grande ABC é um processo complexo que exige ações de caráter de urgência, que devem ser conduzidos paralelamente à atividades preventivas. Ao mesmo tempo, com o propósito de diminuir a geração de resíduos deve-se iniciar, incentivar e motivar a população a reciclar seus resíduos, através de ações diretas e indiretas das municipalidades. Neste sentido, o trabalho propõe uma análise do Consórcio Intermunicipal e como ele vem construindo um consenso possível a respeito da aplicabilidade de desenvolvimento sustentável como designativo de alternativas para o Grande ABC.Item A FORMAÇÃO DO EMPREENDEDOR POR ESCOLAS DE ADMINSITRAÇÃO: REALIDADE OU RÓTULO?Valdivo José Begali; Prof. Dr. René Henrique Götz Licht; René Henrique Götz Licht; Sérgio Feliciano Crispim; Moisés Ari ZilberA dissertação apresenta os resultados de uma pesquisa exploratória qualitativa cobrindo o uso de técnicas pedagógicas voltadas a desenvolver as dimensões atitudinal e comportamental no ensino do empreendedorismo na Região do ABC. Primeiramente, uma revisão bibliográfica é apresentada sobre (a) as constatações de David C. McClelland (1961, 1987) sobre a efetividade do Treinamento de Motivação para Realização (TMR) e (b) o uso de outras técnicas pedagógicas identificadas em papers acadêmicos, em inglês, disponíveis nos bancos de dados Proquest, Ebsco e Google Scholar (período da pesquisa: de agosto de 2004 a agosto de 2005). Numa segunda etapa, são apresentados os resultados de pesquisa de campo envolvendo cinco escolas de graduação em administração da Região do ABC objetivando identificar quais técnicas pedagógicas são usadas para desenvolver as dimensões atitudinal e comportamental dos alunos. Os resultados revelam que as escolas de Administração da Região do ABC não utilizam nenhuma dessas técnicas. Sinalizando alheamento em relação à necessidade de a Região formar empreendedores, todos ou a maioria dos coordenadores envolvidos demonstraram: (a) não conhecer nenhuma das técnicas pedagógicas concebidas para desenvolver as dimensões atitudinais e comportamentais de empreendedores; (b) não sentir a falta de docentes de empreendedorismo, contrariando a expressiva inquietude que existe na Europa e nos Estados Unidos em relação ao tema; e (c) não conhecer a existência do programa "Jovens Empreendedores", desenhado para treinar docentes e discentes nas técnicas motivacionais mencionadas. A dissertação termina concluindo que os indícios empíricos permitem afirmar que, numa avaliação generosa, o ensino do empreendedorismo nas escolas de graduação em Administração pesquisadas na Região do ABC é incipiente e pondo em dúvida se o aluno desse curso terá uma visão realística do que é requerido para ser um empreendedor bem-sucedido.