Navegando por Autor "Silvio Augusto Minciotti"
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Item A APLICAÇÃO DO MARKETING SOCIAL AO PLANEJAMENTO ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE(2005-09-05) Edson Coutinho da Silva; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Antonio Carlos Gil; Ana Akemi IkedaEsta dissertação aborda a aplicação do marketing Social na gestão pública e visa identificar quais as suas estratégias e práticas que estão presentes nas atividades vinculadas ao planejamento e à implementação das políticas públicas de saúde da Região do ABC Paulista e avaliar suas efetividades. Para tanto, foi realizada uma pesquisa descritiva, a aprtir de um estudo de casos múltiplos, utilizando um instrumento de avaliação dos estágios das atividades do marketing social desenvolvido por Weinreich (1999), que foi adaptado à necessidades e peculiaridades do trabalho. Os resultados indicam que, dos quatro estágios nos quais se dividem as atividades de Marketing Social, conforme parâmetro adotado - planejamento, pré-teste, implementação e avaliação - as estratégias e as práticas relacionadas à implementação são adotadas pelos três municípios; já o pré-teste não é adotado por nenhum deles; e, finalmente, o planejamento e avaliação foram observados como completa aplicação apenas no município de São Caetano do Sul. Observou-se, também, que dos quatro tipos de mudanças sociais propostos por Kotler (1978) - cognitiva, de ação, de comportamento e de valor - em Santo André e São Bernardo do Campo apenas as mudanças cognitiva e de ação são utilizadas, ainda que parcialmente, de ações de Marketing; em São Caetano do Sul, além dessas duas já citadas, notou-se que ações objetivando mudanças de comportamento, também adotavam práticas de Marketing. A mudança de valor não foi detectada em nenhum deles.Item A AVALIAÇÃO DO GRAU DE ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS COMERCIAIS E PRESTADORAS DE SERVIÇO(2016-06-27) Renato Henrique da Luz; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Sérgio Feliciano Crispim; Geraldo Luciano ToledoO presente estudo focou a avaliação do grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais. A pesquisa teve como objetivo identificar as características que são relevantes para avaliar o grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas a partir de um modelo proposto por Day (2001), o qual sofreu adaptações visando torná-lo adequado ao objetivo proposto. Para a obtenção do objetivo, realizou-se um uma pesquisa exploratória em duas etapas e uma pesquisa descritiva em etapa única. A pesquisa exploratória objetivou desenvolver um instrumento que pudesse avaliar o grau de orientação para o mercado das micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais e que refletisse o cotidiano dessas organizações, alvos do estudo. A primeira etapa dessa pesquisa se caracterizou pela realização de entrevistas semiestruturadas com alguns gestores de micro e pequenas empresas; a segunda etapa utilizou o método da opinião de especialistas e a técnica Delphi para aprimorar e validar o instrumento desenvolvido na etapa anterior. A pesquisa descritiva utilizou o instrumento desenvolvido na pesquisa exploratória, aplicando-o a gestores de 348 micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais, da região metropolitana de São Paulo. Tal qual no modelo desenvolvido por Day (2001), o instrumento aplicado para todas as empresas veio a abranger cinco fatores, são eles: Cultura Organizacional, Capacidade de Sentir o Mercado, Capacidade de Relacionamento com o Mercado, Visão Estratégica e Estrutura Organizacional. Os resultados apontaram para as microempresas prestadoras de serviço que, dos cinco fatores apreciados, apenas aqueles referentes à Cultura Organizacional e Estrutura Organizacional demonstraram uma forte orientação para o mercado. Os demais demonstraram apenas uma fraca orientação para o mercado. No caso das pequenas empresas prestadoras de serviço, o fator Cultura Organizacional demonstrou uma forte orientação para o mercado. Quanto aos demais fatores esses apresentaram apenas uma fraca orientação para o mercado. Quanto às microempresas do comércio, notou-se uma forte orientação para o mercado em todos os fatores. E, por fim, para as pequenas empresas do comércio ficou evidenciado que, referente aos fatores Cultura Organizacional, Visão Estratégica e Estrutura Organizacional há uma forte orientação para o mercado. Quanto aos demais fatores, Capacidade de Sentir o Mercado e Capacidade de Relacionamento com o Mercado, notou-se apenas uma fraca orientação para o mercado. Dessa maneira a pesquisa demonstrou que é possível avaliar o grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas e o instrumento desenvolvido é hábil para isso. Com base nos resultados alcançados nessa pesquisa, são relatadas sugestões para a condução de futuras pesquisas envolvendo a utilização do instrumento utilizado neste estudo.Item A COMPUTAÇÃO EM NUVEM COMO ALTERNATIVA PARA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS E INFRAESTRUTURA DE TI(2018-05-23) Júlio Pedro Siqueira Júnior; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Sergio Feliciano Crispim; Silvio Augusto Minciotti; George Bedinelli RossiPara que as empresas conquistem e sustentem vantagem competitiva em um ambiente de negócios cada vez mais desafiador é necessário que haja proatividade, adaptação e fluidez em suas operações no sentido de entregar maior valor aos seus clientes e capturar parte do valor na forma de lucro, e neste contexto a Tecnologia da Informação (TI) é considerada como um dos recursos-chave para suportar os modelos de negócio. Neste sentido, observa-se há décadas um crescente processo de terceirização (outsourcing) da TI, e o fenômeno relativamente recente da Computação em Nuvem (CN) contribui como uma alternativa determinante para esta decisão dadas suas diversas possibilidades de combinação de modelos de serviços e entrega. O presente estudo identificou e analisou os modelos de terceirização da infraestrutura de TI por meio da CN que atuam no Brasil e os motivos que fundamentaram as escolhas das empresas. Para tanto, foi realizada uma pesquisa exploratória-descritiva com 156 empresas de diversos setores da economia. No que se refere ao nível de adoção da CN, 71,8% das empresas optaram pela adoção parcial da CN, e 28,2% das empresas optaram por usar a CN em sua totalidade, sendo que das que usam parcialmente 74,1% pretendem expandir a utilização de recursos na CN a médio prazo. Concluiu-se que os principais fatores que explicam a adoção da CN são a flexibilidade na alocação de recursos sob demanda e o uso de novas tecnologias seguidos de uma redução de custos. Com relação aos modelos de serviços destacaram-se entre as diversas possibilidades de combinações a hospedagem de servidores, força de vendas, hospedagem de armazenamento de dados, edição de textos planilhas e apresentações. Em relação aos modelos de entrega, no que se refere aos níveis de importância, identificou-se que para a CN pública predominam a simplicidade de gestão e custo benefício, para a CN privada destacam-se a segurança e o maior controle do ambiente operacional, e para a CN híbrida a alta disponibilidade seguida da uma escalabilidade elástica.Item A GESTÃO COOPERATIVAS DE LEITE NO BRASIL: O CASO FONTERRA(2006-05-29) Elcio Piazzi Carvalho Vanderlei; Prof. Dr. Antonio Carlos Gil; Antonio Carlos Gil; Silvio Augusto Minciotti; João Machado Borges NetoQue fatores dificultam o desenvolvimento da gestão cooperativista de leite no Brasil? O assunto tem sido objeto de atenção das pesquisas , encontros, conferencias, debates e seminários promovidos por entidades de classe, órgãos públicos, organizações não-governamentais, cooperativas, produtores e instituições nas persistentes tentativas de compreender que forças explicam a questão suscitadas pelo congresso de algumas cooperativas de leite e declínio de outras. Desta maneira foi necessário a reformulação da questão para: Quais são os fatores de sucesso no desenvolvimento da gestão adotada pela Fonterra? Assim, os objetivos são de identificar os fatores que dificultam o desenvolvimento da gestão de cooperativas de leite no Brasil e verificar os fatores de sucesso no desenvolvimento da gestão de cooperativas de leite na Nova Zelândia. Esta pesquisa pode ser definida como exploratória, já tem como propósito proporcionar um conhecimento mais aprimorado de alguns aspectos o cooperativismo leiteiro, bem como formular hipóteses. Embora se restringindo a um único caso, que é o da cooperativa Fonterra, seu propósito não é o de estuda-la intrinsecamente, mas o modelo cooperativista neozelandês. Devido as diferenças dos relatos dos debates, encontros e pesquisas sobre o desenvolvimento da gestão das cooperativas de leite no Brasil, continuam acesos ainda hoje problemas comuns que afligem às cooperativas que podemos identificar como: gestão administrativa amadora: baixa economia de escala; manutenção de produtores não adaptados e falta de participação econômica dos membros. Durante a pesquisa, o que se tornou claro foi á falta de uma definição geralmente aceita sobre desenvolvimento da gestão das cooperativas de leite, para as cooperativas, profissionalização da gestão, para economistas, formação de conglomerados por meio de fusões, incorporações, consolidações e eliminar os cooperados não adaptados e ineficientes, para o Governo, modelo de distribuição dos lucros entre os produtores e para produtores, o melhor comprador de seu leite. Na formulação de propostas para o equacionamento dos problemas, na identificação de alternativas e no desenvolvimento de idéias, foram questionados seriamente os pontos que dificultam o desenvolvimento da gestão das cooperativas de leite no Brasil através dos seguintes pontos: o excessivo grau de centralização; a falta de planejamento estratégico; o conflito entre a orientação econômica diante as consequências sociais e a fala de envolvimento entre os membros e as cooperativas. Desta maneira pode-se concluir que: do estabelecimento de limites de autoridades aos profissionais, treinamento ao conselho administrativo e o alinhamento estratégico entre estes dois elementos; definição das estratégias para as decisões sobre que negócios as cooperativas farão para implementar atividades e assegurar suas direções; orientação econômica com consequências sociais os instrumentos disponibilizados pelas cooperativas para assegurar o bem estar que potencializa o talento; investimento em comunicação e eficiência de todos os seus produtores são os passos seguintes a serem adotados pelas cooperativas posteriormente às propostas já conhecidas nos debates.Item A GESTÃO DE VENDAS NO MERCADO INDUSTRIAL (BUSINESS TO BUSINESS): UM ESTUDO DAS PRÁTICAS NO SETOR DE TECIDO ÍNDIGO NO BRASILSergio Cricca; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Sérgio Feliciano Crispim; Alexane Luzzi Las CasasNa atual conjuntura de mercado, em que fatores, como recessão, comoditização de produtos, transformação do varejo, proliferação de mídias, concorrência acirrada, muitas vezes, predatória, torna-se cada vez mais difícil para as empresas encontrar diferenciais competitivos sustentáveis. Destarte, como reflexo dessas pressões econômicas competitivas e alterações sociais bem como culturais, estão sendo forçadas a se fazerem mais orientadas para o mercado e mais responsáveis com o cliente. Ao considerar o mercado industrial (B to B), que produz bens e serviços utilizados na produção de outros bens e serviços por outras organizações, o papel da venda pessoal vem sendo ampliado. O profissional de vendas desse setor é muito mais consultor de negócios do que vendedor. Espera-se de tal profissional a solução de problemas, portanto, este deve focar na construção de relacionamentos duradouros com os clientes. Registre-se que, em relação ao gerente de vendas, a expectativa é a mesma. No Brasil, vários profissionais de vendas foram promovidos ao cargo de gerente pelo sucesso obtido como vendedores, muitas vezes, com pouca ou nenhuma formação específica, antes de assumirem a função. Os objetivos desta pesquisa foram identificar e analisar quais tarefas, dentre as preconizadas pela teoria da administração de vendas, estão presentes na gestão de vendas das empresas fabricantes de tecido índigo, no Brasil, um mercado constituído por treze empresas. Como parâmetro desta avaliação, realizou-se um levantamento de campo, de natureza exploratória, em três fases, a primeira e segunda, quantitativa, por meio de entrevistas estruturadas; a terceira, de natureza qualitativa, por meio de entrevistas pessoais com gerentes de vendas de seis empresas do setor, o equivalente a 78,7% do mercado pesquisado. Constatou-se que, quanto à aplicação das técnicas gerenciais, não há uniformidade na atividade de administração de vendas das empresas pesquisadas. Também não se pôde afirmar que os resultados de faturamento estejam apenas relacionados às práticas de gestão em administração de vendas, embora haja fortes evidências nesse sentido.Item A INFLUÊNCIA DA DISTÂNCIA TEMPORAL PERCEBIDA PARA UTILIZAÇÃO DE UM PRODUTO NA AVALIAÇÃO DE SEU PREÇO DE VENDA.João Vicente Rosa de Souza; Silvio Augusto Minciotti; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Prof. Dr. Edson Keyso de Miranda Kubo; Prof. Dr. Sergio Feliciano Crispim; Prof. Dr. Geraldo Luciano Toledo; Prof. Dr. Eduardo RechA relação dos consumidores com o preço de um produto é central no comportamento de consumo de alto envolvimento. Dessa forma, o consumidor avalia a sua tomada de decisão considerando quais fatores contribuem positivamente para a formação do valor percebido do produto a ser consumido. Um desses fatores é o tempo que o consumidor se encontra do uso e consumo do produto, ou seja, qual a distância temporal entre eles. Assim, o presente estudo busca analisar a influência da distância temporal percebida do acesso a um bem comprado em situação de alto envolvimento, na predisposição do consumidor a pagar um preço maior para antecipar o uso desse item. Para a consecução desse objetivo, realizou-se uma pesquisa quantitativa descritiva. Assim, com base em um questionário aplicado a uma amostra não-probabilística composta por 223 sujeitos, encontrou-se que, na maioria dos quatro cenários estudados, a maior parte dos respondentes optou por não pagar nada a mais para antecipar o acesso ao produto. Porém, conforme a distância temporal diminuiu, de um cenário para outro, identificou-se um aumento no número de respondentes que escolheram pagar algum valor para ter acesso ao item a ser comprado. Ou seja, quanto mais próximos temporalmente do acesso ao produto, maior foi a probabilidade de pagar mais pelo benefício. Além disso, o intervalo temporal que teve o maior impacto na alteração de comportamento da amostra foi a diminuição de três meses para um mês. Assim, entende-se que essa diferença de distância temporal foi percebida como relevante para o consumidor, impactando diretamente na sua ação. Ainda, as variáveis Renda, Escolaridade e Idade apresentaram os melhores resultados como preditoras na disposição dos respondentes a pagar mais. Dessa forma, esses resultados servem de parâmetro para melhorar o desempenho das empresas no estabelecimento das políticas de preço, distribuição e estoque, particularmente, para produtos comprados em situações de alto envolvimento.Item A PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA COMO INSTRUMENTO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO COMPONENTE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA POLÍTICA PÚBLICA DE SANEAMENTO BÁSICORuth Candida de Lima Guastalle; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luis Paulo Bresciani; Silvio Augusto Minciotti; Jeroen Johannes KlinkEste estudo procurou conhecer os elementos que podem dificultar ou facilitar a utilização da parceria público-privada como ferramenta na implementação do componente esgotamento sanitário da Política Nacional de Saneamento Básico. Para isso foi realizada pesquisa documental em dois municípios paulistas que celebraram contratos de PPP para ampliação da rede coletora, construção de estações elevatórias e de tratamento com a finalidade de universalizar a coleta e tratamento do esgoto coletado. O elemento que dificultou a utilização da PPP foi a capacidade técnica dos parceiros públicos nos aspectos relativos à modelagem e gestão do projeto. Entretanto, em um dos municípios estudados, observou-se que essa dificuldade foi minimizada pelo trabalho da Agência Reguladora, em sua atuação como agente normatizador e fiscalizador da PNSB. O elemento que facilitou a utilização da PPP foi a introdução de tecnologias inovadoras pelo parceiro privado.Item A PARTICIPAÇÃO DOS SETORES ORGANIZACIONAIS NO ATENDIMENTO A CLIENTES: ESTUDO DE CASO DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR(2007-09-26) Magali Colconi Carrijo; Prof. Dr. Gino Giacomini Filho; Gino Giacomini Filho; Maria José da Costa; Silvio Augusto MinciottiA partir da década de 80, em razão do acirramento da concorrência no mercado nacional e internacional, aliado a consumidores mais exigentes, movimentos civis, rigorosidade legal, entre outros fatores, as organizações passaram a ter uma maior preocupação com os seus clientes, a fim de assegurar a sustentabilidade dos negócios. Em consequência disso, intensificou-se a preocupação em gerir todo ciclo do atendimento ao consumidor, em que se incluem os "momentos da verdade do atendimento". O presente estudo foi conduzido por meio de referencial teórico, objetivando situar os Momentos da Verdade do atendimento a clientes externos, que podem ocorrer em diferentes setores da organização. Posteriormente, como aplicação desse referencial, efetuou-se um estudo de caso, examinando-se uma Instituição de Ensino Superior (IES) na região da Grande São Paulo, na qual se situaram os Momentos da Verdade do atendimento em todos os setores administrativos. Para observar o comprometimento desses setores com o atendimento aos alunos da IES, avaliando-se a qualidade dos serviços por meio das variáveis da escala SERVQUAL, os gestores foram entrevistados e os alunos questionados, permitindo análises advindas do confronto entre a opinião desses distintos públicos. Como resultado, os setores administrativos da IES participam dos Momentos da Verdade no atendimento aos alunos, ressaltando-se a ausência de programas de treinamento de pessoal específicos para essa finalidade. Aliado a esse fato, tem-se que os gestores não estão cientes do nível de satisfação que seus alunos possuem em relação aos Momentos da Verdade no atendimento por parte dos setores da organização e, ainda, verifica-se uma opinião superdimensionada sobre a qualidade dos serviços oferecidos, diante da avaliação dos alunos da IES.Item AÇÕES DE COMUNICAÇÃO PARA A PRÁTICA DO MARKETING EDUCACIONAL: UM ESTUDO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR NA REGIÃO DO GRANDE ABC(2005-09-13) Vitor da Silva Bittencourt; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Gilberto de Ande Martins; Gino Giacomini FilhoEsta dissertação analisou como são realizadas as ações de comunicação e promoção nas trinta e duas Instituições de ensino Superior (IES) situadas na Região do Grande ABC. A pesquisa concentrou-se na apuração das informações concernentes as atividades de marketing desenvolvidas pelas IES para a captação de alunos para os cursos de graduação, sequências e tecnológicos no processo seletivo realizado em 2004/2005. O estudo teve como objetivo identificar, descrever e analisar como os gestores utilizam as ferramentas de promoção para a prática do marketing educacional. A Região do Grande ABC apresenta uma concentração de estabelecimentos de ensino superior, causando uma forte concorrência entre as instituições sejam publicadas ou privadas, além do que estão situadas muito próximas da capital, concorrendo com várias instituições. Existem muitas vagas disponibilizadas nas IES que não são preenchidas por uma série de fatores. A prática do marketing educacional apresenta-se como uma ferramenta de gestão útil e necessária para que as IES possam atingir os seus objetivos e melhorar a eficiência de suas campanhas. Os resultados obtidos com a pesquisa indicam que algumas instituições estão mais orientadas para a prática do que marketing educacional e com isso têm um desempenho superior na atração de candidatos das instituições conforme a organização acadêmica, e que as instituições privadas detêm a maior parcela das matrículas na região.Item AGREGAÇÃO DE VALOR AOS SERVIÇOS OFERECIDOS PELO SISTEMA BANCÁRIO: UM ESTUDO DO QUE É RECONHECIDO PELOS CLIENTES DE ALTA RENDA DO GRANDE ABCAline Crespo; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Antonio Carlos Gil; Alexane Luzzi Las CasasEsta pesquisa tem como objetivo geral analisar a relação entre a oferta de serviços prometida aos clientes pelos principais bancos que atuam no segmento "alta renda", e a oferta reconhecida por esses clientes. Para o alcance do objetivo geral, foram definidos dois objetivos específicos: identificar a influência dos valores agregados e reconhecidos pelos clientes na escolha do banco; e identificar como os clientes avaliam a utilidade e a qualidade dos serviços oferecidos para o segmento, na tentativa de agregação de valor. As teorias que embasaram a pesquisa se referiram à evolução dos bancos como prestadores de serviços, marketing de serviços, marketing aplicado aos serviços bancários, qualidade de serviços, segmentação de mercado, composição da oferta, agregação de valor e cocriação de valor. A pesquisa foi composta por duas fases, uma documental e outra descritiva-quantitativa, foi utilizado um questionário estruturado para coleta de dados, a qual ocorreu primeiramente através da pesquisa documental em sites e, posteriormente, em um survey, com questionário incorporado ao da pesquisa sócio econômica realizada pelo INPES – Instituto de Pesquisas da USCS, na região do Grande ABC, em São Paulo, nos meses de março e abril de 2014. Como principais resultados, a pesquisa revelou que os respondentes quando questionados, sem estímulo, a respeito de quais serviços são oferecidos pelo banco com o qual mantém maior relacionamento, citam apenas os serviços básicos, tais como depósitos, saques, caixas eletrônicos, etc. Quando estimulados através de um cartão contendo a relação de todos os serviços que o banco oferece aos clientes do segmento "alta renda", os respondentes reconhecem 63,15% dos serviços oferecidos. Além disso, foi detectado que a oferta de serviços não é determinante para que o cliente escolha uma instituição em vez de outra e que os serviços são avaliados como "bom" em relação à qualidade e à utilidade.Item AGREGAÇÃO DE VALOR EM SERVIÇOS CUSTOMIZADOS: ANÁLISE DESSE PROCESSO EM RESTAURANTES COM SISTEMA SELF-SERVICE POR QUILOFrancisco do Amaral Campos Neto; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Alexane Luzzi Las Casas; Sérgio Feliciano CrispimO atual ambiente concorrencial das empresas prestadoras de serviços tem motivado seus dirigentes a buscarem alternativas de agregação de valor aos serviços prestados, sendo que esse processo se torna tão mais complexo quanto maior for o grau de customização dos serviços oferecidos. Esse é um grande e atual desafio a ser vencido pelo Marketing de Serviços e, por isso, o objetivo deste trabalho foi identificar e analisar as maneiras pelas quais as variáveis do Composto Expandido do Marketing de Serviços, agregam valor aos serviços oferecidos pelos restaurantes do sistema self-service por quilo, uma vez que eles já possuem elevado grau de customização. O parâmetro de referência para identificar as práticas do Marketing utilizadas no processo de agregação de valor foi o conjunto de atributos que caracterizam as variáveis responsáveis pela interface com o cliente (LOVELOCK, WIRTZ e HEMZO, 2011) as quais deram surgimento ao conceito de Composto Expandido de Marketing de Serviços, a saber: Pessoas, Processos e Evidências Físicas (ZEITHAML, BITNER e GREMLER, 2011). Para alcançar o objetivo proposto foi realizada uma pesquisa de campo do tipo exploratória, por meio do estudo de casos múltiplos em seis restaurantes que adotaram o sistema self-service por quilo, sendo que os dados foram coletados por meio de análise documental e de artefatos, por observação e por meio de seis entrevistas semiestruturadas com os gerentes desses restaurantes. Os resultados obtidos evidenciaram que as variáveis que caracterizam o Composto Expandido de Marketing de Serviços, associadas à sua customização, são de grande valia para a agregação de valor, representando uma eficiente estratégia competitiva. A pesquisa confirmou, tal qual se demonstra por meio de quadros condensados das variáveis estudadas, que os gestores encontram soluções para seus desafios aplicando o Composto Expandido de Marketing de Serviços. No âmbito da variável Pessoas, os atributos mais citados foram: treinamento, estímulo à motivação e capacitaçãocapacitação. Com relação à variável Processos, os principais esforços estão concentrados na homogeneidade dos serviços buscando sempre qualidade, implantando procedimentos que representem a solução desse desafio. Na variável Evidências Físicas, diversas soluções são executadas para a manutenção de um ambiente agradável, entre as quais se destacam a boa distribuição do espaço físico, funcionalidade e sinalização, sempre adequadas às exigências de seus públicos. Assim, podemos formular a hipótese de que, mesmo para os serviços com alto grau de customização, é possível lhes agregar valor por meio de um adequado planejamento e implementação de ações referentes às variáveis Pessoas, Processos e Evidências Físicas.Item AS COMPETÊNCIAS DE GESTORES DE NEGÓCIOS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO INSTALADOS NOS ARREDORES DA ESTAÇÃO CONCEIÇÃO DO METRÔ DE SÃO PAULO(2006-07-11) Filippo Santolia; Prof. Dr. Eduardo de Camargo Oliva; Eduardo de Camargo Oliva; Nilma Morcerf de Paula; Silvio Augusto MinciottiBusca-se nesta dissertação identificar as competências necessárias aos gestores de negócios em serviços de alimentação dos arredores da estação Conceição do metrô da cidade de São Paulo e avaliar o grau de valorização dessas competências na opinião dos próprios gestores, na gestão das empresas. Dentro da diversidade de características próprias de cada empreendimentos foi possível, também, conhecer o perfil das empresas, dos gestores e as alianças empresariais. Diversos autores têm se dedicado a elaborar estudos sobre competências, neste estudo adotou-se os conceitos de Dutra (2004), que verifica os resultados produzidos e enfatiza o conceito de entrega; de Fleury e Fleury (2004), que definem competências como ações que agregam valor econômico à organização e valor social ao indivíduo e de levy-Laboyer (1996) que afirma que as competências estão vinculadas a uma tarefa ou conjunto de atividades. A metodologia está sustentada em pesquisas classificadas com base em seus objetivos gerais como exploratória e, com base nos procedimentos técnicos, foi utilizada a técnica do levantamento. O instrumento utilizado para coleta de dados foi o questionário e sua elaboração foi baseada e desenvolvida para medir características das pessoas, das empresas e permitir a precisão dos dados. Participaram deste estudo 44 gestores, sendo 30 de restaurantes self-service por quilo, 12 de restaurantes à la carte e 2 restaurantes self-service preço fixo. Os resultados da pesquisa demonstraram que os conhecimentos básicos das competências estão presentes nos gestores, embora apresentem divergências quanto á valorização de algumas competências e quanto a uma falta de sinergia nas atividades comuns que poderiam ser compartilhadas pelas empresas pesquisadas.Item AS TEORIAS DO CAOS E DA COMPLEXIDADE NA GESTÃO ESTRATÉGICA(2005-07-12) Wanderley Barbosa de Freitas; Prof. Dr. Sergio Crispim; Sérgio F. Crispim; Silvio Augusto Minciotti; José Augusto GuagliardiO principal desafio para as organizações tem sido a tentativa de acompanhar a dinâmica de seus ambientes, o que, frequentemente, é mal-sucedido. A dificuldade se deve a dois fatores: primeiro, as organizações estão sempre procurando condições de funcionamento que levam a estabilidade e regularidade, acreditando que o êxito de um negócio depende do equilíbrio através da adaptação às mudanças do ambiente; segundo, acredita-se também que as decisões e ações conduzam aos resultados previstos. O que a ciência contemporânea vem demonstrando, através das Teorias do Caos e da Complexidade, é que tanto o equilíbrio quanto a previsibilidade são exceção e não regra, válidos apenas num estreito âmbito das nossas experiências. A vida organizacional é um fenômeno complexo, instável e imprevisível, e, portanto, deve ser tratado sob uma perspectiva condizente com esta realidade.Item CÂMARA REGIONAL DO GRANDE ABC: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO ACERCA DO CAPITAL SOCIAL(2006-07-04) Wendell Cristiano Lepore; Prof. Dr. Jeroen Johannes Klink; Jeroen Johannes Klink; Nádia Someck; Silvio Augusto MinciottiO interesse pela realização do presente estudo surgiu a partir da discussão sobre a participação cívica nas novas institucionalidades. O objetivo é explorar a Câmara Regional do Grande ABC, um modelo ímpar que se configurou na região do Grande ABC. Pretendemos estimular a discussão sobre o capital social, fruto da articulação dos atores regionais que buscam soluções para os problemas comuns. Trata-se de um Fórum de articulação regional em que estão presentes os prefeitos dos sete municípios da região do Grande ABC, o governo estadual, o governo federal e a sociedade civil. Destaque importante deste estudo é a descrição do protagonismo da sociedade regional que uniu esforços para superar um grave momento de crise pelo qual passou a região nas décadas de 80 e 90. Relevam-se o clima de confiança e o fortalecimento das relações sociais que revigoram a produção e reprodução do capital social na região do Grande ABC.Item CLIENTE-CIDADÃO: DESAFIO DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS NO GRANDE ABC(2006-09-22) Silvia Cristina da Silva Okabayashi; Prof. Dr. Antonio Carlos Gil; Antônio Carlos Gil; João Batista Pamplona; Silvio Augusto MinciottiEste estudo tem por objetivo proporcionar uma nova visão acerca das percepções dos servidores públicos municipais da Região do Grande ABC acerca dos munícipes e da própria região de estudo. A pesquisa revelou que considerável parcela dos servidores já percebe os munícipes mais como clientes do que apenas cidadãos, o que vai ao encontro do caminho irreversível de modernização do setor público diante da globalização da economia. Também verificou que embora exista um sentimento de região os órgãos regionais e seus projetos não são conhecidos pelos servidores. Além da descrição da população e da verificação e identificação de percepções foi calculado o coeficiente Q de Yule, para verificar a existência de correlação entre as variáveis independentes e dependentes.Item CLUSTERS DE SOFTWARE NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DAS AGLOMERAÇÕES REGIONAIS DE CAMPINAS E BLUMENAUFernando Semenzato; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luis Paulo Bresciani; Silvio Augusto Minciotti; Gabriela ScurA atividade industrial e o desenvolvimento econômico de uma região podem ser beneficiados pela concentração de determinadas atividades em sistemas produtivos locais, como os sistemas do Vale do Silício na Califórnia e da indústria automobilística na região do Grande ABC paulista. Também chamados de clusters ou de aglomerações, esses sistemas são importantes nas áreas de Tecnologia de Informação e de desenvolvimento de softwares, onde são observados clusters constituídos tanto dentro quanto fora do Brasil. Ao estudar este importante tema, o presente estudo investigou quais os fatores determinantes para a formação das aglomerações regionais de empresas de software no Brasil. Partindo de duas análises preliminares que identificaram os doze clusters regionais dessas empresas no Brasil e os principais fatores de formação desse tipo de cluster, tanto em escala nacional como internacional, a pesquisa utilizou uma metodologia descritiva de abordagem qualitativa para descrever e analisar o conjunto dos fatores existentes na formação de duas relevantes aglomerações brasileiras de empresas de software: Campinas e Blumenau. Através de uma estratégia multimétodos, os dados foram coletados por levantamento bibliográfico, através de pesquisa documental e da realização de entrevistas com um painel de especialistas, sendo em seguida tratados e analisados através da técnica de análise de conteúdo, e do cruzamento das informações. O objetivo geral do estudo foi alcançado com a identificação tanto dos fatores existentes no período de formação desses dois clusters quanto quais deles foram os mais relevantes, além das semelhanças e diferenças na formação de cada um. Destacaram-se principalmente os fatores força de trabalho qualificada e relevante atuação de universidades.Item COMPETIÇÕES DE PLANOS DE NEGÓCIOS: UMA ALTERNATIVA DE FORMAÇÃO EMPREENDEDORA NO AMBIENTE ACADÊMICO(2023-08-14) José Aureliano Arruda Ximenes de Lima; Prof.a Dra. Maria do Carmo Romeiro; Maria do Carmo Romeiro; Silvio Augusto Minciotti; Maria do Socorro de Assis BraunCompetições de Planos de Negócios (CPN) são estratégias de Formação Empreendedora, que visam: desenvolver Competências Empreendedoras; identificar oportunidades; modelar negócios inovadores; testar hipóteses; selecionar oportunidades viáveis; gerar protótipos de produtos e/ou serviços; reconhecer e premiar talentos; e ser uma vitrine para investidores. A pesquisa foi exploratória, na identificação e coleta dos dados mediante instrumento estruturado com 150 indicadores; não probabilística, com amostras selecionadas por tipicidade e intencionalidade; documental, mediante observação exploratória, dos documentos das quinze primeiras CPN entre as melhores universidades dos rankings Times Higher Education (World e Latin America) e IGC MEC; e descritiva, mediante observação exploratória e comparativa, na análise e interpretação dos dados. A pesquisa atendeu aos objetivos: (a) ao identificar 14 categorias e 65 indicadores do processo para as CPN, a partir dos modelos das competições selecionadas no ambiente acadêmico entre os anos de 2021 e 2023, sendo as categorias: (1) Captação de recursos, (2) Sensibilização e Publicidade, (3) Pré-Inscrição, (4) Formação preparatória, (5) Inscrição, (6) Seleção inicial, (7) Convocação inicial, (8) Formação inicial, (9) Semifinal, (10) Convocação dos finalistas, (11) Formação final, (12) Seleção final, (13) Premiação e (14) Controle; (b) ao delinear um Modelo Conceitual com 7 etapas e 12 fases para as CPN no ambiente acadêmico com as práticas mais frequentes de Formação Empreendedora, sendo as etapas: (1) Captar recursos, (2) Sensibilizar, (3) Preparar, (4) Selecionar, (5) Germinar, (6) Prototipar e (7) Premiar; (c) ao validar a consistência teórica do Modelo Conceitual, em relação aos achados: modelo de Aprendizagem Empreendedora de Schaefer e Minello; modelo ampliado das Competências Empreendedoras da European Commission/McClelland, sendo as congruências: etapas/fases, documentos, conteúdo programático, tarefas e critérios de avaliação das CPN. Quanto ao objetivo geral, foram identificadas 19 práticas mais frequentes na Formação Empreendedora para as CPN no ambiente acadêmico, sendo as práticas: (1) competições multicampi; (2) trilha competitiva única; (3) Formação preparatória individual, na modalidade remota; (4) inscrições por equipes multifuncionais; (5) Seleção inicial, na modalidade remota; (6) avaliações realizadas por jurados Ad Hoc; (7) apresentações Pitch gravadas, na Seleção inicial e nas avaliações remotas; (8) Formação inicial, na modalidade híbrida; (9) aulas, oficinas, coworking, orientações e mentorias em negócios; (10) Aprendizagem Validada no desenvolvimento de ideias e protótipos; (11) Aprendizagem Cooperativa Baseada em Problemas e Baseada em Projetos; (12) Semifinal, na modalidade híbrida; (13) apresentações Pitch gravadas, na Semifinal e nas avaliações híbridas; (14) Formação final, na modalidade híbrida; (15) Seleção final, na modalidade presencial; (16) apresentações Pitch, na Seleção final avaliadas presencialmente; (17) premiações econômicas; (18) premiações não econômicas; (19) encaminhamentos.Item CONCEITOS E PRÁTICAS DE MARKETING INTERNO APLICADOS AO PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO(2010-11-06) Marcelo Moura Nogueira; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Dilson Gabriel dos Santos; Sérgio Feliciano CrispimEsta dissertação abordou o Marketing Interno na gestão pública e objetivou identificar se seus conceitos e práticas estão presentes nas atividades inerentes ao planejamento e implementação de Políticas Públicas de desenvolvimento econômico na Região do Grande ABC Paulista que compreende sete cidades. Elas são: Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. No escopo do trabalho, os munícipes foram considerados o público interno do município. Com essa finalidade, foi realizada uma pesquisa exploratória qualitativa a partir de um estudo de casos múltiplos, utilizando para análises de resultados um instrumento de avaliação dos conceitos e práticas do Marketing Interno desenvolvido por Lings (2004) e adaptado pelo pesquisador para atendimento da necessidade do estudo. Os resultados demonstram que os conceitos e práticas do marketing Interno não são encontrados no planejamento e implementação de Políticas Públicas na Região do Grande ABC Paulista.Item CONSCIÊNCIA REGIONAL NO GRANDE ABC SOB A ÓTICA DA GROUNDED THEORY(2006-11-17) Nancy Itomi Yamauchi; Prof. Dr. Antonio Carlos Gil; Antonio Carlos Gil; Silvio Augusto Minciotti; San LencioniO Novo Regionalismo vem despertando interesse em escala mundial a partir da década de 1980 e o conceito "consciência regional" vem sendo utilizado em literatura nacional e internacional como importante base para novos modelos de desenvolvimento. Este estudo foi realizado com o propósito de trazer uma contribuição para um melhor entendimento sobre o fenômeno da consciência regional, através da utilização da Grounded Theory, um método adequado aos propósitos e ao objeto desta pesquisa. Verificou-se que atores locais percebem a Região do Grande ABC, uma região socialmente construída, de três formas. No nível inferior de consciência regional, o indivíduo apresenta conhecimento mínimo sobre o conjunto da região. No nível intermediário, existe uma consciência parcial sobre a região, com conhecimento sobre algumas cidades, sua história, seus aspectos econômicos, sociais e políticos, mas não necessariamente sobre mecanismos de articulação política e administrativa na esfera regional. No nível avançado, a consciência regional é plena, com conhecimento amplo sobre aspectos sociais e econômicos da região como um todo, compreensão dos mecanismos estratégicos da regionalidade e dos potenciais efeitos sinérgicos de ações político-administrativas integradas, com visão crítica, capacidade de reflexão e avaliação do conjunto regional. A presente pesquisa apresenta também uma teoria substantiva concebida com o propósito de evidenciar os conceitos relacionados ao fenômeno da consciência regional. A Teoria COMPREENDENDO A INTERAÇÃO SINÉRGICA REGIONAL (CISR) possui oito categorias que representam os processos sociais interligados ao conceito central, título dado à teoria. O estudo questiona a definição clássica de consciência regional propondo uma ampliação do conceito, visto que seu uso em literatura toma uma relevância que as definições atuais não conseguem retratar.Item CONTRIBUIÇÃO DO BALANCED SCORECARD PARA A CONSTRUÇÃO DO MAPA ESTRATÉGICO DE INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS SEM FINS LUCRATIVOSGlaudisseia Alves Furlan; Prof. Dr. Sergio Crispim; Sergio Feliciano Crispin; Silvio Augusto Minciotti; Hilda Maria Cordeiro B. BragaO presente trabalho teve como objetivo enunciar um rol de indicadores estratégicos e correspondentes medidas, norteados pela metodologia do Balanced Scorecard e aplicáveis às Instituições de Ensino sem fins lucrativos. A Instituição escolhida para a pesquisa, foi intencionalmente o SENAC São Paulo por ter sua avaliação pautada exclusivamente na performance financeira das unidades de negócios, apesar de não objetivar lucro em sua concepção como Instituição. Outra importante justificativa para escolha dessa instituição é a convergência dos objetivos estratégicos organizacionais com as perspectivas do Balanced Scorecard e também o reconhecido valor da instituição no segmento que atua. Inicialmente realizou-se uma breve revisão teórica com o propósito de evidenciar a importância da administração estratégica no ambiente organizacional em constantes mudanças. A abordagem iniciou-se pelo planejamento estratégico, a transição do planejamento estratégico para a administração estratégica, a administração estratégica e sua origem, a evolução do conceito de estratégia, os indicadores estratégicos, a dicotomia entre a estratégia e sua implementação, a migração de valor e os ativos intangíveis, finalizando com o Balanced Scorecard, apresentando seu conceito enquanto metodologia auxiliadora do processo de gestão, seu prpósito e suas perspectivas. Posteriormente segue-se a metodologia de pesquisa, em seguida apresentou-se as peculiaridades das Instituições sem fins lucrativos e a atuação dessas instituições na sociedade. Com o objetivo de dar conhecimento à Instituição pesquisada é apresentado o SENAC São paulo, sua estrutura, atuação, modelo de negócio, proposta estratégica e objetivos estratégicos. Finaliza-se com a proposição do rol de indicadores estratégicos e respectivas medidas, enunciados por um grupo de técnicos e especialista, colaboradores da Instituição, que atuam em áreas convergentes com as perspectivas do Balanced Scorecard. Esses indicadores são uma proposta de gestão que permitirá mensurar a estratégia adotada proporcionando competitividade e possibilidade de re-direcionamentos institucionais estratégicos. Os indicadores sugeridos possibilitarão monitorar os resultados financeiros e não financeiros de Instituições de ensino sem fins lucrativos, de forma a atingir a missão e visão institucional.