A GESTÃO COOPERATIVAS DE LEITE NO BRASIL: O CASO FONTERRA

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Data

2006-05-29

Autores

Elcio Piazzi Carvalho Vanderlei

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Resumo

Que fatores dificultam o desenvolvimento da gestão cooperativista de leite no Brasil? O assunto tem sido objeto de atenção das pesquisas , encontros, conferencias, debates e seminários promovidos por entidades de classe, órgãos públicos, organizações não-governamentais, cooperativas, produtores e instituições nas persistentes tentativas de compreender que forças explicam a questão suscitadas pelo congresso de algumas cooperativas de leite e declínio de outras. Desta maneira foi necessário a reformulação da questão para: Quais são os fatores de sucesso no desenvolvimento da gestão adotada pela Fonterra? Assim, os objetivos são de identificar os fatores que dificultam o desenvolvimento da gestão de cooperativas de leite no Brasil e verificar os fatores de sucesso no desenvolvimento da gestão de cooperativas de leite na Nova Zelândia. Esta pesquisa pode ser definida como exploratória, já tem como propósito proporcionar um conhecimento mais aprimorado de alguns aspectos o cooperativismo leiteiro, bem como formular hipóteses. Embora se restringindo a um único caso, que é o da cooperativa Fonterra, seu propósito não é o de estuda-la intrinsecamente, mas o modelo cooperativista neozelandês. Devido as diferenças dos relatos dos debates, encontros e pesquisas sobre o desenvolvimento da gestão das cooperativas de leite no Brasil, continuam acesos ainda hoje problemas comuns que afligem às cooperativas que podemos identificar como: gestão administrativa amadora: baixa economia de escala; manutenção de produtores não adaptados e falta de participação econômica dos membros. Durante a pesquisa, o que se tornou claro foi á falta de uma definição geralmente aceita sobre desenvolvimento da gestão das cooperativas de leite, para as cooperativas, profissionalização da gestão, para economistas, formação de conglomerados por meio de fusões, incorporações, consolidações e eliminar os cooperados não adaptados e ineficientes, para o Governo, modelo de distribuição dos lucros entre os produtores e para produtores, o melhor comprador de seu leite. Na formulação de propostas para o equacionamento dos problemas, na identificação de alternativas e no desenvolvimento de idéias, foram questionados seriamente os pontos que dificultam o desenvolvimento da gestão das cooperativas de leite no Brasil através dos seguintes pontos: o excessivo grau de centralização; a falta de planejamento estratégico; o conflito entre a orientação econômica diante as consequências sociais e a fala de envolvimento entre os membros e as cooperativas. Desta maneira pode-se concluir que: do estabelecimento de limites de autoridades aos profissionais, treinamento ao conselho administrativo e o alinhamento estratégico entre estes dois elementos; definição das estratégias para as decisões sobre que negócios as cooperativas farão para implementar atividades e assegurar suas direções; orientação econômica com consequências sociais os instrumentos disponibilizados pelas cooperativas para assegurar o bem estar que potencializa o talento; investimento em comunicação e eficiência de todos os seus produtores são os passos seguintes a serem adotados pelas cooperativas posteriormente às propostas já conhecidas nos debates.


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