A GESTÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL: AS VOZES CRÍTICAS E O PROJETO NA EXPERIÊNCIA DE DIAMANTINA

Nenhuma Miniatura disponível

Data

Membros da banca

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Resumo

De natureza exploratória, esta pesquisa busca compreender as relações entre gestão, cidade, memória e patrimônio. Nesse sentido, o objetivo aqui é entender de que forma a política cultural da cidade de Diamantina, Minas Gerais - na dimensão do projeto e da atuação do poder público - é percebida e avaliada por atores locais que possuam representatividade cultural ou institucional. Entende-se por atores representativos, o que aqui se chamará de segmento cultural da sociedade, composto por personalidades da sociedade civil organizada, do comércio, da vida cultural e intelectual locais e da institucionalidade político-administrativa. Este trabalho é permeado pela interdisciplinaridade, tendo sido utilizados conceitos e discussões de autores da área da Geografia (Milton Santos), da História (Jacques Lê Goff), Comunicação (Luiz Roberto Alves) e da Administração (Renée Bedard). Também estão presentes no trabalho discussões sobre o "novo regionalismo", a partir da ótica de suas duas vertentes: a globalista que defende uma política regional de inserção no mundo globalizado e a regionalista, defensora do desenvolvimento local endógeno. Somando-se um exame histórico da questão da política cultural no Brasil aos depoimentos dirigidos e documentos relacionados à política cultural em Diamantina, pretende-se refletir sobre como construir uma gestão e uma política cultural - sobretudo no que se refere ao Patrimônio Cultural - pautada na democracia e na participação da comunidade como meio privilegiado para o desenvolvimento do local.


Descrição

Palavras-chave

Citação

Coleções