GOVERNANÇA CORPORATIVA EM STARTUPS

Resumo

A academia ainda não explorou suficientemente como startups podem desenvolver e implementar mecanismos de governança que atendam às exigências legais e dos investidores, sem comprometer sua capacidade de inovação e adaptação rápida ao mercado. A pergunta que traduziu a problemática desta tese: quais são os mecanismos que determinam o sistema de governança corporativa adotado pelas startups no Brasil? Esta produção científica tem como objetivo analisar os mecanismos que determinam o sistema de governança corporativa adotado pelas startups no Brasil. A revisão de literatura sobre governança corporativa abordou desde as teorias originárias e clássicas, caras ao estado da arte da governança, até os conceitos relativos às startups. Os procedimentos foram delineados em pesquisa de natureza qualitativa, exploratória, de pressuposto filosófico ontológico, estrutura interpretativa pragmatismo, a definição da amostra observou a confidencialidade das startups listadas publicamente no programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Dentre os principais resultados, destacam-se a abertura de capital com a entrada de investidores externos e a migração para Sociedade Anônima, resultando na constituição de Conselhos de Administração; a exigência de auditorias externas; o emprego de holdings; o primeiro passo para a internacionalização pela adesão à regulação de outros países; e a opção pelo segredo industrial, em vez de registros de propriedade intelectual ou industrial públicos.


Descrição

Palavras-chave

Citação

Coleções