AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS E ATITUDES PROFISSIONAIS NO CUIDADO ÀS DEMÊNCIAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA NO MUNICÍPIO DE SÃO CAETANO DO SUL

dc.contributor.advisorProfª Dra. Rosamaria Rodrigues Garcia
dc.contributor.authorClaudia Cristina Ferreira Ramos
dc.contributor.refereeProfa. Dra. Rosamaria Rodrigues Garcia
dc.contributor.refereeProf. Dr. Celso Machado Junior
dc.contributor.refereeProfa. Dra. Helena Akemi Wada Watanabe
dc.date.accessioned2025-01-24T14:24:26Z
dc.date.available2025-01-24T14:24:26Z
dc.date.issued2021-12-22
dc.description.abstractIntrodução: o envelhecimento populacional pode aumentar a incidência de processos neurodegenerativos, sendo assim, é fundamental a avaliação adequada das funções cognitivas e comportamentais no seguimento de indivíduos idosos, para mensurar possíveis déficits cognitivos, realizar diagnóstico precoce e indicar tratamento adequado e acompanhamento multiprofissional do paciente, quando necessário. Objetivos: Descrever o perfil e atitudes profissionais de médicos no cuidado aos pacientes com demência na atenção primária. Método: estudo transversal, descritivo, quantitativo, aprovado pelo Comitê de Ética (parecer 4.916.588). Foi aplicado o questionário “Instrumento Atenció Sanitària de Les Demències: la visió de L' Atenció Primarià – para médicos – versão brasileira”, além da coleta de dados demográficos de médicos da Atenção Primária do município de São Caetano do Sul. Todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Resultados: Obteve-se 28 respostas, correspondendo a 100% do total de médicos das Equipes de Saúde da Família. Dentre os participantes, maioria (65%) tinha idade entre 25 e 35 anos e 50% de todos os profissionais eram mulheres. Em média, os médicos têm 82 meses de experiência na Atenção Básica. Verificou-se que 82,6% dos médicos referiram que mais de 25% dos pacientes atendidos são idosos; 82,6% relataram que diagnosticam mais frequentemente pacientes em fase moderada do quadro demencial; 68,2% referiram dificuldades para cuidar de pacientes com demência grave e 87% relataram que encaminham pacientes para o serviço de neurologia de referência, sendo que 39,1% encaminham mais de 75% dos casos com diagnóstico de demência. Apesar de 100% dos médicos considerarem necessária, 34,8% nunca realizaram capacitação sobre diagnóstico e tratamento da demência. Considerações Finais: De acordo com os resultados nota-se a dificuldade dos médicos da Atenção Primária em realizar diagnóstico precoce de demência e indicar tratamento adequado, o que ocasiona alto índice de encaminhamentos para o serviço de referência, pouca resolutividade e evidente necessidade de capacitação.
dc.description.abstractIntroduction: population aging can increase the incidence of processes. Therefore, it is essential to properly assess cognitive and behavioral functions in the follow-up of elderly individuals, to measure possible cognitive deficits, carry out an early diagnosis and indicate appropriate treatment and multidisciplinary follow-up of the patients, when necessary. Objectives: To describe the profile and professional attitudes of physicians in the care of patients with dementia in primary care. Method: cross-sectional, descriptive, quantitative study, approved by the Ethics Committee (opinion 4,916,588). The questionnaire “Instrument Atenció Sanitària de Les Demències: la visió de LÁtenció Primarià – for physicians – Brazilian version” was applied, in addition to the collection of demographic data form primary care physicians in the city of São Caetano do Sul. Results: 28 responses were obtained, corresponding to 100% of the total number of doctors in the Family Health Teams. Among the participants, 50% were women, with the majority (65%) aged between 25 and 35 years. On average, doctors have 82 months of experience in Primary Care. It was found that 82,6% reported that they more frequently diagnose patients in the moderate phase of dementia; 68,2% reported difficulties in caring for patients with severe dementia and 87% reported that they refer patients to the referral neurology service, with 39,1% referring more than 75% of cases diagnosed with dementia. Although 100% of physicians considered it necessary, 34,8% had never carried out training on the diagnosis and treatment of dementia. Final Consideration: According to the results, it is noted the difficulty of primary care physicians in making an early diagnosis of dementia and indicating appropriate treatment, which causes a high rate of referrals to the reference service, little resolution and an evident need for training
dc.identifier.urihttps://repositorio.uscs.edu.br/handle/123456789/878
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