Integrando o Lian Gong em 18 Terapias no Ensino da Fisioterapia: uma abordagem com as práticas integrativas
Autores
Orientador
Membros da banca
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
A visão holística da integralidade do cuidado ampliou a possibilidade de atuação dos profissionais de saúde e bem-estar a partir de 2006, quando o Sistema Único de Saúde instituiu as Práticas Integrativas e Complementares em seu rol de ofertas, incluindo a medicina tradicional chinesa, representada, entre outras, pelo Lian Gong em 18 Terapias, uma prática corporal integrativa que promove, de forma individual ou coletiva, cuidados com a saúde. Objetivo: Este estudo elaborou e validou um material educativo sobre o Lian Gong, no formato digital (e-book), junto aos graduandos em Fisioterapia, delineando o conhecimento prévio desses alunos sobre as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs), analisando o conhecimento sobre o Lian Gong e buscando compreender a percepção desses alunos em relação à eficácia do Lian Gong. Metodologia: Foi desenvolvido um estudo metodológico por meio de coleta de dados presencial de grupos focais utilizando um roteiro norteador com 10 perguntas, levantamento bibliográfico, elaboração de um produto educacional e validação desse produto junto ao público-alvo. Resultados: O público-alvo validou o produto tecnológico e a análise mostrou que o conhecimento dos alunos sobre o Lian Gong é superficial. A prática não é amplamente conhecida ou utilizada. No entanto, o interesse e a curiosidade dos participantes indicam um potencial para maior divulgação e expansão da prática. Produto: O produto educacional elaborado foi um e-book apresentando as possibilidades de integração da Fisioterapia e do Lian Gong. Considerações Finais: Apesar do conhecimento limitado, o interesse demonstrado sugere um potencial significativo para a ampliação e maior divulgação dessa prática, indicando a necessidade de incluir mais informações sobre o Lian Gong nos currículos de Fisioterapia. Impacto: Potencial impacto econômico e social, considerando a redução da procura por serviços da atenção primária, promovendo autonomia ao paciente.
