Pós-Graduação Stricto Sensu
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Navegando Pós-Graduação Stricto Sensu por Assunto "Administração"
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Item AS TEORIAS DO CAOS E DA COMPLEXIDADE NA GESTÃO ESTRATÉGICA(2005-07-12) Wanderley Barbosa de Freitas; Prof. Dr. Sergio Crispim; Sérgio F. Crispim; Silvio Augusto Minciotti; José Augusto GuagliardiO principal desafio para as organizações tem sido a tentativa de acompanhar a dinâmica de seus ambientes, o que, frequentemente, é mal-sucedido. A dificuldade se deve a dois fatores: primeiro, as organizações estão sempre procurando condições de funcionamento que levam a estabilidade e regularidade, acreditando que o êxito de um negócio depende do equilíbrio através da adaptação às mudanças do ambiente; segundo, acredita-se também que as decisões e ações conduzam aos resultados previstos. O que a ciência contemporânea vem demonstrando, através das Teorias do Caos e da Complexidade, é que tanto o equilíbrio quanto a previsibilidade são exceção e não regra, válidos apenas num estreito âmbito das nossas experiências. A vida organizacional é um fenômeno complexo, instável e imprevisível, e, portanto, deve ser tratado sob uma perspectiva condizente com esta realidade.Item ESTILOS DE MOBILIZAÇÃO PROFISSIONAL DE DOCENTES DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO(2010-12-20) Alba Zucco; Prof. Dr. Roberto Coda; Roberto Coda; Mauro Neves Garcia; Tânia CasadoIntencionando esclarecer se as ações dos docentes de cursos de graduação em administração da rede privada se assemelham ao comportamento da geração Y, apresentando uma tendência dominante de agir, este estudo exploratório e marcadamente quantitativo fez uso do Diagnóstico M.A.R.E. e identificou os Estilos de Mobilização dos professores de uma Instituição de Ensino Superior da cidade de São Paulo. Com uma amostra de 220 (duzentos e vinte) respondentes, obtida por amostragem aleatória, os resultados indicam que há maior representatividade dos Estilos de Mobilização (EM) Negociador (compatibilização de interesses) e (EM) Mantenedor (continuidade das ações) quando na busca por resultados. Também foi observada a pouca representatividade de ações voltadas à compatibilização de convivência (EM Colaborador) e a tornar real o que foi planejado (EM Realizador).Item MODELOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ORGANIZACIONAL EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR NA GRANDE SÃO PAULO(2010-06-25) Leonardo Fabris Lugoboni; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Ana Cristina de Faria; Hamilton Luiz Corrêa; Sérgio Feliciano CrispimA administração tem evoluído muito, principalmente nos últimos anos, e um dos temas que tem tido destaque em publicações nacionais e internacionais são os modelos de avaliação de desempenho organizacional. Nesta pesquisa foram identificados por meio de revisão bibliográfica os principais modelos, suas características, bem como suas vantagens e desvantagens. Estas informações foram consolidadas mostrando assim os modelos mais completos, os modelos menos completos, os modelos que se concentram em determinados aspectos etc. Nesta mesma consolidação foi possível identificar os aspectos e indicadores analisados com mais e menos frequência pelos modelos. Paralelamente a isso, as Instituições de Ensino Superior têm passado por grandes desafios devido ao aumento da concorrência e devido à redução da relação candidato-vaga no processo seletivo. A quantidade de cursos e vagas oferecidas pelas instituições de ensino superior aumentou e a demanda de alunos não acompanhou tal evolução, tornando o mercado cada vez mais competitivo. Nesse contexto, por meio de um survey, buscou-se identificar como é realizada a avaliação de desempenho organizacional das IES da Região Metropolitana de São Paulo. Após contato telefônico com cada IES que participou da pesquisa, para identificar quem seria a pessoa mais indicada, e com disposição para responder a pesquisa, o questionário eletrônico foi enviado por e-mail às pessoas que aceitaram participar da pesquisa. Foi possível identificar os modelos de avaliação de desempenho mais utilizados, bem como os indicadores mais frequentes destes modelos, além dos indicadores de desempenho mais importantes na opinião dos gestores das instituições de ensino superior. E para uma melhor compreensão, os resultados da pesquisa foram compilados em tabelas de acordo com as respostas dos gestores das IES, criando assim uma classificação dos grupos de indicadores de acordo com a frequência e a importância de cada grupo de indicadores, na opinião dos gestores. E embora os dados da amostra da pesquisa não permitam fazer extrapolações, há forte evidência de que as gestões das instituições de ensino superior da Região Metropolitana de São Paulo realizam a avaliação sistemática de desempenho organizacional. Foi possível identificar, também, conforme o objetivo proposto, que a maioria das organizações utiliza modelos formais de avaliação, e mais especificamente os modelos e os indicadores de desempenho utilizados com mais frequência, assim como os mais valorizados.Item O ENSINO DE INOVAÇÃO NA FORMAÇÃO DO ADMINISTRADOR BRASILEIRO: CONTRIBUIÇÕES PARA OS GESTORES DE CURSO(2013-09-19) Ivaldo Donizeti Franco; Profª. Drª. Raquel da Silva Pereira; Raquel da Silva Pereira; Isabel Cristina dos Santos; Almir Martins VieiraEste trabalho de pesquisa aborda o ensino da inovação nos cursos de Bacharelado em Administração. O objetivo geral é identificar se os programas de ensino dos cursos de Bacharelado em Administração oferecem discussão/formação em inovação e se contribuem para o desenvolvimento regional. A fundamentação teórica traz os autores clássicos para uma revisão dos conceitos mais importantes sobre o assunto. As referências aos modelos de inovação são utilizadas para esclarecer o mecanismo de funcionamento das várias interpretações de cada autor. O status da nação também foi citado como parte da pesquisa que procura esclarecer como o assunto é visto no Brasil, aos olhos do Guide Innovation Index (GII), um importante instituto de pesquisa internacional associado à Fundação Dom Cabral. A abrangência nacional se faz necessária para uma maior compreensão dos diferentes estágios de desenvolvimento da educação em nível superior no que se refere ao ensino de "inovação". Ensinar a importância de ser um administrador inovador é tratado no item 2.2, que procura esclarecer um pouco mais a respeito deste assunto para quem está cursando o nível de graduação em Administração. Recorre-se, além dos principais autores sobre os temas Educação Superior e Inovação, aos Bancos de Dados do e-MEC (2013), INEP (2012) e IBGE (2012), para a realização da pesquisa classificada como exploratória, que utilizou como método a pesquisa documental. Este estudo apresenta resultados por região e os possíveis indicadores do desenvolvimento de cada região envolvida na pesquisa, além de um mapa que mostra o ensino de "inovação" nas diferentes regiões do Brasil.