Pós-Graduação Stricto Sensu
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Navegando Pós-Graduação Stricto Sensu por Assunto "Ações Conjuntas"
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Item AÇÕES CONJUNTAS REALIZADAS POR INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UM ESTUDO DE SÃO PAULO - CAPITAL E ABC(2008-05-27) Mauro de Paula Freitas Filho; Prof. Dr. Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Marly Cavalcanti; Gino Giacomini Filho; Marco Antônio Pinheiro da SilveiraO propósito deste trabalho foi identificar a realização de ações conjuntas das IES que compõem os pólos ABC e Capital, evidenciando aquelas que mais interferem nas alianças estratégicas. Assim, pela natureza do problema, optou-se pela abordagem exploratória. A pesquisa compreendeu duas etapas. Na primeira os instrumentos de pesquisa foram as entrevistas semi-estruturadas para levantar os principais acordos que as IES fazem pela elaboração do questionário. O questionário foi aplicado no levantamento direcionado a dez dirigentes de Instituições de Ensino Superior. Foi possível verificar que os entrevistados utilizam e se preocupam com a formação de novas alianças estratégicas, e de novas parcerias, relembrando a importância da articulação entre estas instituições, clientes, fornecedores e concorrentes para ações integradas que favoreçam os interesses desses diferentes atores. Os resultados do trabalho permitiram identificar as ações conjuntas que mais foram utilizadas pelas IES, estando relacionadas ao atendimento à comunidade, bolsas de estudo, intercâmbio com IES estrangeiras, eventos, realização de pesquisa conjunta e estágio. Constatou-se, também, que as atividades complementares, os descontos nas mensalidades e a universidade corporativa, foram as menos utilizadas pelas instituições na realização das ações conjuntas, o que dificulta a consolidação das alianças estratégicas. Por fim, pode-se concluir que as ações conjuntas que compõem as IESs situadas em São Paulo/Capital e ABC/Paulista, estão sendo desenvolvidas gradualmente, apontando divergências entre àquelas ações que interferem nas alianças estratégicas.Item TROCA DE CONHECIMENTO E AÇÕES CONJUNTAS EM UM ARRANJO PRODUTIVO LOCAL (APL) DE EVENTOS DA REGIÃO DO ABC(2014-06-30) Thais Helena Perciavali Telmo Rodrigues; Prof. Dr. Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Marco Antonio Pinheiro Silveira; Milton Carlos Farina; Belmiro do Nascimento JoãoA formação de Arranjos Produtivos Locais - APL tem sido considerada um benefício para empresas de diferentes segmentos, que, ao se juntarem conquistam maiores espaços no mercado e facilidade ao acesso aos recursos escassos, bem como trocam conhecimentos importantes para seus negócios. A atuação em redes também beneficia o mercado de atuação, provendo diferencial competitivo na resolução de problemas e buscas de soluções. A troca de conhecimento favorece a atração de novos clientes, desenvolvendo o potencial dos integrantes da rede para oferecer produtos e serviços personalizados, atendendo a necessidade específica de cada cliente. Partindo destes conceitos, um grupo de empresários da região do Grande ABC, no Estado de São Paulo, se uniu para formar uma associação para o desenvolvimento do setor de eventos, promovendo ações que pudesse identificar seus associados pelo reconhecimento da qualidade e excelência na prestação de serviços por parte dos seus clientes. O objetivo deste estudo foi identificar a troca de informações e ações conjuntas realizadas pelos participantes de diferentes tipos de grupos de negócios pertencentes à associação que desenvolvem suas atividades por projeto. A pesquisa qualitativa foi realizada por meio da análise das respostas obtidas dos associados e por entrevistas de membros "chave" da associação. Os resultados encontrados indicam que o grupamento de negócios Polo de Noivas trouxe benefícios aos seus associados, porém, o modelo de gestão adotado levou o grupamento ao fracasso. Com base na pesquisa realizada, considerou-se que o fracasso se deveu à definição equivocada de objetivos, especialmente o foco na proposta de criação de espaço físico reunindo as empresas participantes e realização de workshops. A baixa participação dos associados, o excesso de atribuições do presidente e as ações oportunistas de associados, que buscaram criar associações similares, foram fatores que contribuíram para o fracasso do Polo. Considera-se que um grupamento desta natureza, cujas empresas atuam por projeto, deve priorizar o fortalecimento de uma marca e focar a definição dos projetos realizados pelo grupo por meio da adoção da figura do profissional que faz a gestão dos projetos - a assessora.