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Item A INFLUÊNCIA DO RELACIONAMENTO EM REDE NA INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DO PÓLO BRASILEIRO DE COSMÉTICOS DE DIADEMA - SP(2010-05-28) Edna Agostinho Valente; Prof. Dr. George Bedinelli Rossi; Osvaldo Elias Farah; Mauro Neves Garcia; George Benedelli RossiEsta pesquisa trata da internacionalização das empresas em redes organizacionais. Com o objetivo de melhor entender o processo de internacionalização, sob o enfoque das redes de empresas, este estudo procurou identificar se o fato de uma empresa participar de uma rede organizacional facilita seu processo de entrada no mercado internacional. Foi escolhido como foco de pesquisa uma rede de empresas na forma de Arranjo Produtivo Local (APL) denominado Pólo Brasileiro de Cosméticos, localizado em Diadema - SP. Este trabalho apresentou um caráter exploratório e para realização do estudo foi utilizada uma amostra piloto, de 14 empresas, selecionadas dentro do universo das empresas integrantes do referido Pólo. A revisão das teorias sobre redes e internacionalização realizada ao longo deste trabalho apresenta diversos conceitos e formatos de redes e sobre os motivos e formas de uma empresa se inserir no mercado externo. A pesquisa exploratória utilizou como instrumentos duas entrevistas com a governança do Pólo e de questionários aplicados às empresas selecionadas, de acordo com dois critérios: serem fabricantes de cosméticos ou de matéria-prima e já estarem atuando na área internacional. O resultado da análise destes dados coletados foi comparado com as teorias de redes organizacionais e de internacionalização. O que se pode verificar após a pesquisa realizada junto às empresas do Pólo Brasileiro de Cosméticos, é que, apesar da associação em rede de empresas, teoricamente, formar um ambiente propício à internacionalização, isto não foi detectado neste estudo. O que se observou foi que operações de internacionais das empresas integrantes não apresentaram um aumento expressivo. Assim, o estudo conclui que o fato de uma empresa estar em rede, integrando um Arranjo Produtivo Local não propicia maior facilidade de internacionalização, contrariando as teorias sobre redes organizacionais e internacionalização.Item CENTROS DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO REGIONAL NO SETOR PÚBLICO(2010-05-28) Cícero Ferreira; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luís Paulo Bresciani; Leonel Mazzali; Wilson Toshiro NakamuraA pesquisa inédita que deu origem à presente dissertação teve como objetivo central identificar que fatores podem favorecer ou desfavorecer a adoção de centros de serviços compartilhados (CSCs) como instrumento de gestão regional na administração pública brasileira. Arranjos de serviços compartilhados, em inúmeros países, estão ganhando importância na gestão pública como um meio para reduzir despesas e elevar a qualidade dos serviços. Os CSCs passam a concentrar e executar atividades de apoio, liberando os gestores públicos para darem foco nas atividades-fim de seus governos. Além da publicação científica e técnica pesquisada sobre o tema para identificação dos principais conceitos, teorias e estado da arte, a metodologia também conduziu o estudo de uma experiência britânica regional de compartilhamento de serviços entre governos locais. Conduziu, ainda, uma pesquisa Delphi realizada com especialistas no setor público brasileiro. Além de identificar os fatores mencionados, os resultados encontrados nesta pesquisa concluem que o Brasil, embora praticamente não tenha experiências de serviços compartilhados no âmbito do serviço público, começa a buscar a eficiência na gestão pública e com a adoção dos CSCs, o setor público brasileiro poderá obter significativos avanços na eficiência e benefícios financeiros e na qualidade dos serviços, liberando recursos hoje utilizados em custeio e passando a destiná-los para investimento. Além disto, a implantação dos CSCs no setor público brasileiro poderá ocorrer dentro de uma mesma esfera de governo, por exemplo, federal, como também no nível regional, favorecendo dois ou mais governos locais, que poderão compartilhar recursos e investimentos, utilizando neste caso o CSC como instrumento de gestão pública regional. Outra conclusão é que a Lei dos Consórcios Públicos poderá oferecer a solução jurídica necessária à adoção dos CSCs entre governos, com ou sem a participação da iniciativa privada.Item DISPARIDADES REGIONAIS DO ABC: OS LIMITES DO DESENVOLVIMENTO EM RIO GRANDE DA SERRA(2010-05-28) Maria Rita Serrano; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luis Paulo Bresciani; Leonel Mazzali; Nadia SomekhO presente trabalho busca contribuir para o entendimento dos motivos que promoveram o crescimento desigual do Município de Rio Grande da Serra, quando comparado a outros Municípios da Região do Grande ABC. É efetuado o resgate histórico de fatores que determinaram tanto os limites geográficos quanto o desenvolvimento social, político e econômico da Região. Por meio de indicadores socioeconômicos, bem como índices de desenvolvimento humano, busca-se entender o porquê do crescimento populacional não acompanhar o crescimento econômico, mesmo diante de renovados esforços para que isto se concretizasse. Por fim, nos resta ratificar a existência de desigualdades na referida região, ressaltando, contudo, o potencial do Município para entrar de forma definitiva na rota do crescimento. O que falta, conforme demonstrado na conclusão do trabalho, é uma visão mais abrangente de futuro e ousadia do poder público para que isto ocorra.