Navegando por Autor "Profa. Dra. Elisabete Ferreira Esteves Campos"
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Item A FORMAÇÃO CONTINUADA DAS DOCENTES DE UMA ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO NO CONTEXTO PANDÊMICO (2020-2021)(2023-06-27) Aline Alves; Profa. Dra. Marta Regina Paulo da Silva; Profa. Dra. Marta Regina Paulo da Silva; Profa. Dra. Ana Silvia Moco Aparício; Profa. Dra. Elisabete Ferreira Esteves CamposNo período de isolamento social a formação continuada docente foi de suma importância, acontecendo com peculiaridades decorrentes daquele momento. Por isso, a pergunta norteadora da pesquisa centrou-se em saber, como a formação continuada em serviço subsidiou a prática docente na pré-escola, durante o período pandêmico 2020-2021, segundo as percepções das docentes? O presente estudo teve como objetivo compreender como a formação continuada em serviço subsidiou o fazer docente em uma escola municipal de Educação Infantil, em São Paulo, no contexto pandêmico (2020-2021), segundo as percepções das professoras. Por objetivos específicos: 1. identificar como ocorreu a formação em serviço durante o período pandêmico (2020-2021). 2. analisar, segundo as percepções das professoras, indicadores de contribuição da formação continuada em serviço para qualificar o fazer docente durante o período de isolamento social (2020-2021) e pós pandemia; 3. verificar possíveis avanços e/ou obstáculos ocorridos na formação continuada durante a pandemia; 4. elaborar um e-book com as narrativas das docentes com o propósito de dar visibilidade às aprendizagens do professorado que estiveram à frente das demandas educacionais ocorridas nos anos 2020/2021.Tratou- se de uma investigação de caráter qualitativo exploratório. Como procedimentos metodológicos foram utilizados os relatos das experiências de cinco docentes, ocorridas nos processos formativos (2020-2021), por meio das cartas pedagógicas e investigação das pautas formativas vinculadas ao período de isolamento social. As pautas formativas e as cartas foram analisadas por meio da análise de conteúdo tendo como inspiração os estudos de Laurence Bardin. O referencial teórico, pautou-se nos trabalhos de pesquisadores/as da formação continuada, dentre eles/as: António Nóvoa, Bernadette Gatti, Francisco Imbernón, Marcelo Garcia, Paulo Freire, Selma Garrido Pimenta, assim como nas legislações que tratam dos direitos da criança em espaços coletivos. Os dados coletados revelaram que o isolamento social demandou muitas ações do professorado como o trabalho em equipe, a superação de barreiras tecnológicas e o excesso de trabalho compondo o seu fazer docente. Entretanto, diante desse cenário imposto pela pandemia, houve uma formação continuada em serviço subsidiando o trabalho do professor e professora da Educação Infantil, demonstrando que houve mais avanços do que obstáculos na formação docente ocorrida no período. A partir dos resultados, dessa investigação será elaborado, como produto educacional, um e-book com as experiências das professoras durante seu percurso formativo, construído por meio das narrativas descritas nas cartas pedagógicas.Item O CLIMA ESCOLAR NA PERSPECTIVA DOS GESTORES DE ESCOLAS DE PERÍODO INTEGRAL DA CIDADE DE SÃO CAETANO DO SUL(2021-02-19) Alexandra de Jesus Auger; Prof. Dr. Paulo Sérgio Garcia; Prof. Dr. Paulo Sérgio Garcia; Prof. Dr. Nonato Assis de Miranda; Profa. Dra. Elisabete Ferreira Esteves CamposO clima escolar pode ser compreendido como um conjunto de percepções que as pessoas têm referentes à unidade escolar, ou seja, aos fatores relacionados à organização, às estruturas pedagógicas e administrativas e às relações interpessoais que ocorrem no ambiente escolar. Este estudo tem como o objetivo analisar as diretrizes contidas nos documentos da rede de ensino de São Caetano do Sul e as percepções dos diretores do Ensino Fundamental dos anos iniciais, de escolas de período integral, sobre o clima escolar. A pesquisa adotou metodologia qualitativa, baseada na análise de documentos e na pesquisa-ação colaborativa. Os resultados mostraram que a cidade não dispõe de um documento para nortear o clima escolar. Aqueles que existem apenas tangenciam o tema e não são percebidos pelos diretores como uma ferramenta para auxiliar no trabalho. Os diretores compreendem o clima escolar como algo positivo, mas não têm conhecimentos sólidos sobre ele. Nesse sentido, os gestores apenas indicaram algumas questões de forma mais intuitiva. A maior parte do que conhecem sobre o clima é senso comum e está nas narrativas presentes no cotidiano escolar. O que pode ser considerado, de fato, um bom começo para que um trabalho possa ser realizado. Esses profissionais realizam muitas ações para manter e melhorar o clima escolar em suas escolas, mas elas são muito mais intuitivas, e não aparecem sob a forma de projetos sistêmicos. Nenhuma instituição apresentou um projeto para melhorar a qualidade do clima. Ademais, os dados revelam que formação profissional para os gestores, bem como um projeto intencional para a melhoria do clima, a criação de espaços de participação (assembleias), o envolvimento de todos na escola, a criação e a manutenção de vínculos e o acompanhamento das relações e do bem-estar de todos são questões que poderiam melhorar a qualidade do clima escolar, na opinião dos participantes. Com base nesses elementos empíricos, esta pesquisa tem como produto um curso de formação para gestores. Os dados do presente estudo podem ser utilizados por autoridades políticas e educacionais da cidade e, ao mesmo tempo, podem ser levados para os cursos de formação inicial e continuada de gestores escolares, promovendo o debate sobre o tema.Item UMA ANÁLISE DAS DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NO CURRÍCULO DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ(2020-12-14) Marina Aparecida Garrido; Prof. Dr. Paulo Sérgio Garcia; Prof. Dr. Paulo Sérgio Garcia; Profa. Dra. Elisabete Ferreira Esteves Campos; Profa. Dra. Sanny Silva da RosaEste estudo analisa as diretrizes relacionadas à Educação em Direitos Humanos (EDH), voltadas para o Ensino Fundamental, anos iniciais, presentes nos documentos curriculares do município de Santo André. Para dar conta do objetivo foi utilizada a pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, a partir da análise dos documentos curriculares do município de Santo André. Os resultados mostram que os documentos, possuem uma organização clara, com objetivos declarados, fundamentação teórica atual e de acordo com as concepções de educação, de criança, entre outras. Os materiais possuem qualidade textual, trazendo as diretrizes para a educação, em geral, e para o Ensino Fundamental, em particular. Destaca-se que nos documentos o tema Educação em Direitos Humanos não aparece de forma explicita, ele é abordado em alguns componentes, mas sobretudo no de História, onde estão alocados os objetos de conhecimento, indicando o estudo das culturas afro-brasileira e indígena, da pluralidade das culturas, do Estatuto da Criança e do Adolescente, entre outros, questões, de fato, relevantes para a compreensão de elementos de dominação e de discriminação sofridas por africanos e índios. Essa concentração de uma parte da EDH somente em um componente curricular torna-se, sem dúvida, uma questão desfavorável, no sentido que impinge um peso muito grande a esta disciplina, indicando, pelo menos no texto do currículo, que as outras disciplinas não devem trabalhar as questões da EDH. Trata-se de uma situação inadequada, pois a EDH tem de ser tratada de forma transversal, interdisciplinar, participativa e coletiva. Por fim, os dados mostraram também que os documentos não trazem referências para as escolas em relação à criação de uma cultura de paz, e nem em relação às questões de combate ao bullying escolar. A partir dos resultados tem-se como produto a elaboração de um E-book. Espera-se que as análises aqui realizadas contribuam com aqueles municípios que desejam elaborar ou reelaborar suas propostas curriculares. Neste sentido, a presente pesquisa pode contribuir com a discussão sobre a Educação em Direitos Humanos.