Navegando por Autor "Prof.Dr. Leandro Campi Prearo"
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Item A INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE ALUNOS EM SALA DE AULA NO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS ESTUDANTES BRASILEIROS(2021-12-08) André Calixto Gonçalves; Prof. Dr. Leandro Campi Prearo; Prof.Dr. Leandro Campi Prearo; Prof.Dr. Nonato Assis de Miranda; Prof.Dr. Estefano Vizconde VerasztoO presente estudo teve o objetivo de verificar se o número de alunos por turma influencia o seu desempenho escolar, tanto em relação aos Anos Iniciais quanto aos Anos Finais do Ensino Fundamental. Para o desenvolvimento do trabalho, utilizaram-se os microdados da Prova Brasil, referente ao ano de 2017. Assim, a partir de dados de pesquisas anteriormente realizadas sobre o tema, verificaram-se diversos caminhos a seguir, a fim de obter o resultado desejado. Optou-se, então, pela utilização do modelo estatístico de Propense Score Matching, com o estimador Nearest Neighboor Matching. Dessa forma, foi possível agrupar as turmas em clusters por grau de semelhança. A métrica usada para auxiliar no agrupamento dos clusters foi a distância euclidiana. Para verificar a aderência à distribuição normal dos dados, utilizou-se o teste Kolmogorov Smirnov e, para testar a hipótese nula das medianas, utilizou-se o teste de Wilcoxon. A fim de auxiliar a execução da análise estatística, optou-se pelo uso do software IBM SPSS Statistic. Os resultados, em geral, mostram que o número de alunos por turma tem pouca influência no desempenho escolar e, quando essa influência existe, as turmas grandes apresentam melhor desempenho em relação às turmas pequenas. Com base nos resultados, como produto final, foi proposto o desenvolvimento de um plano de ação para gestores públicos, notadamente diretores de escola, com foco na gestão e implementação da melhoria da qualidade da educação. Essa proposição está pautada no entendimento de que o presente trabalho servirá de parâmetro para subsidiar eventuais políticas públicas em educação que visam a controlar o número de alunos por turma, como metodologia de aumento de desempenho.Item RELAÇÃO ENTRE A CULTURA ORGANIZACIONAL E OS INDICADORES DE DESEMPENHO ECONÔMICO, AMBIENTAL E SOCIAL DE SUSTENTABILIDADE DO TRIPLE BOTTOM LINE (3BL): UM ESTUDO NAS COMPANHIAS DE ENERGIA ELÉTRICADarticléia Almeida Sampaio da Rocha Soares; Prof. Dr. Eduardo de Camargo Oliva; Prof.Dr. Eduardo de Camargo Oliva; Prof.Dr. Leandro Campi Prearo; Prof.Dr. Edson Keyso de Miranda Kubo; Profa .Dra . Neusa Maria Bastos Fernandes Santos; Profa .Dra . Maria Tereza Saraiva de SouzaEsta tese é uma inserção de questões fundamentais atinentes à Cultura Organizacional e à Sustentabilidade. Diante da crescente demanda de formular novos modelos de gestão, mensurar dados confiáveis à sociedade e disponibilizar resultados com o propósito de dar continuidade sustentável aos negócios, as ferramentas de gestão Cultura Organizacional e Sustentabilidade tornam-se cada vez mais imbricadas. Não se podem dissociar essas ferramentas do seu contexto, pois, estando alinhadas, disponibiliza informações para as chamadas "partes interessadas" (ou stakeholders), isto é, os diversos públicos que exercem algum tipo de influência na companhia ou que são influenciados por ela, além de novas frentes de atuação na gestão empresarial na perspectiva da Cultura Organizacional e da Sustentabilidade. Este é, portanto, um dos expressivos desafios para as companhias e seus gestores: buscar relações balanceadas entre a Cultura Organizacional e a Sustentabilidade nas dimensões (i) econômica, (ii) ambiental e (iii) social. Esta pesquisa insere neste cenário as companhias hidrelétricas brasileiras que constituem um segmento desafiador de gestão em, pelo menos, duas vertentes: escassez de recursos renováveis e ação estratégica para o país, com abrangência de 65% da matriz energética brasileira. Esta pesquisa tem por objetivo identificar as relações entre os perfis culturais e as dimensões econômica, ambiental e social com foco na abordagem Triple Bottom Line (3BL) das companhias brasileiras do setor de energia elétrica. Este estudo tem natureza quantitativa com caráter descritivo e correlacional, considerando-se o ranking (38) das Companhias Brasileiras de Energia Elétrica - 2014 - publicado pela Global Reporting Initiative - GRI. Foram visitadas 18 companhias que estavam aptas ao escopo da amostra, com vistas ao levantamento das informações. Destas, oito estão sediadas na região Sudeste, cinco, na região sul, e cinco, na região Nordeste. Dessa forma, a pesquisa foi efetiva em três regiões brasileiras, chegando-se a um total de 741 questionários válidos, dos quais participaram sete companhias. A coleta de dados foi efetivada por uma pesquisa quantitativa do tipo survey, com a finalidade de coletar os dados primários. Como critério de seleção do modelo que melhor representa o processo da relação entre a Cultura Organizacional e Sustentabilidade, utilizou-se a estatística Desvio Quadrático Médio - DQM. Os resultados encontrados confirmam três relações relevantes: R1: Há uma relação positiva entre a Cultura forte (equilibrada) e o total de índices reportados (93,2%), ou seja, em todas as seis dimensões, quer nos Adicionais ou nos Essenciais, as médias de reporte foram maiores que as da Cultura não equilibradas, que totalizaram (73,4%). R2: A dimensão dominante da análise para a Cultura forte (equilibrada) foi a Dimensão Econômico-Essencial com (95,7) de índices reportados, e para a Cultura não equilibrada foi a Dimensão Econômico-Adicional com (80,0%) de reporte. R3: A dimensão Desempenho Social-Adicional tem o score de menor percentual reportado (66,7), no que se refere às médias entre a Cultura forte equilibrada e a não equilibrada.