Navegando por Autor "Prof. Dr. Herom Vargas Silva"
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Item A INOVAÇÃO DO AMV: O ANIME MUSIC VIDEO E SUAS RELAÇÕES COM A PÓS-MODERNIDADE E A CIBERCULTURAMarco Bellan; Prof. Dr. Herom Vargas SilvaA pesquisa intitulada de A inovação do AMV: o anime music video e suas relações com a pós-modernidade e a cibercultura tem como principal objetivo identificar os elementos que caracterizam e compõem o AMV e destacar os aspectos inovadores de sua linguagem, relacionando-os ao contexto cultural da pós-modernidade e da cultura midiática, à cibercultura e às comunidades virtuais. Os AMVs são vídeos produzidos a partir de colagem, montagem e reorganização de cenas de um ou mais filmes japoneses de animação, os animês, ao som de uma canção, normalmente vinculada ao pop japonês. É uma manifestação artística feita por fãs ou adeptos da cultura pop japonesa, chamados popularmente de otakus. Sendo uma espécie de videoclipe híbrido criado por colagem, pode ser tratado pelo viés da intertextualidade. Para entender suas características foram selecionados para o corpus de análise da pesquisa nove vídeos premiados na categoria Best of the Year (melhor do ano), entre os anos 2002 e 2010, em um dos principais concursos do gênero, o VCA (Viewers Choice Awards), promovido anualmente pela maior comunidade e portal sobre o assunto, o site animemusicvideo.org. A análise se baseia na observação de elementos presentes na linguagem do videoclipe e em outros exclusivos dos AMVs, como sinestesia, relação entre as cenas e a música, edição, efeitos visuais, montagem/colagem e escolha dos animês. Por meio da análise, pode-se confirmar não somente o caráter inovador desses filmes, mas também a evolução recente dessa expressão artística, a partir da liberdade criativa que sua forma de produção e sua linguagem experimental proporcionam no campo das linguagens midiáticas.Item A PERFORMANCE DE NEY MATOGROSSO: INOVAÇÃO NA CANÇÃO MIDIÁTICA EM DOIS MOMENTOS(2013-02-26) Vitória Angela Serdeira Honorato Silva; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. Dr. Herom Vargas; Prof. Dr. José Amalio B. Pinheiro; Prof. Dr. João Batista F. CardosoEsta dissertação trata da performance do artista Ney Matogrosso em dois momentos de sua trajetória: na estreia com o grupo Secos & Molhados, em 1973, e no show Pescador de Pérolas, de 1987, quando o cantor decide se apresentar sem fantasias, dando enfoque apenas para sua voz. O objetivo é Identificar elementos da performance (corporal e vocal) e do espetáculo do cantor Ney Matogrosso que traduzem inovações no campo da linguagem da canção popular midiática, tendo como objetivos secundários destacar a importância da performance e do corpo na construção de sentidos na linguagem da canção midiática, apontar elementos cênicos (figurino, cenários, iluminação e maquiagem) que contribuem para a performance e demonstrar a relevância do trabalho de Ney Matogrosso para o campo da música popular brasileira. A performance será abordada à luz das teorias de Simon Frith, Paul Zumthor e Zeca Ligièro, e a análise específica da performance do cantor será feita com base no método de análise corporal de Rudolf Laban. Serão destacados os elementos de inovação na performance de Ney Matogrosso nos seguintes aspectos: comportamento(sensualidade, provocação), nudez, uso da voz, androginia, maquiagem e iluminação/cenário dos shows. Como resultados, é importante destacar que quando ele surge, além de ser inovador, seu comportamento é um desafio ao sistema político e social no início dos anos 1970. Quando muda para fazer o espetáculo Pescador de Pérolas, inova dentro de sua própria trajetória ao retirar os elementos que o tornaram famoso, com fantasias, maquiagem e dança.Item A PUBLICIDADE SOB A ÓTICA DA HIPÉRBOLE: O EXAGERO COMO ARGUMENTO RETÓRICO(2012-02-27) Kelly Cristina Lourenço Pinheiro; Profª. Drª. Regina Rossetti; Profa. Dra. Regina Rossetti; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. João Luís Anzanello CarrascozaA publicidade, entre outras coisas, procura quebrar a percepção congelada dos consumidores em consequência do excesso de informações e abordagens feitas pelas mídias. Nessa procura, por inovadores recursos persuasivos, pode-se encontrar a hipérbole – caracterizada pelo exagero em suas diversas formas. O conceito da hipérbole emerge da fundamentação teórica de Aristóteles, Chaïm Perelman e Reboul Olivier e adquire seus contornos baseado nas retóricas clássica e contemporânea, visual e verbal. Circunscrito o objeto de estudo, uma seleção de seis anúncios impressos e premiados em 2010 e 2011 pelo Wave Festival, da Revista Meio & Mensagem, é realizada com a finalidade de exemplificar os tipos de hipérboles utilizadas pela publicidade impressa e a partir de um quadro taxonômico que tipifica a hipérbole. Esse caminho conduz ao principal objetivo do presente estudo, que é o de detectar a figura retórica da hipérbole como fator de contribuição no processo de persuasão na comunicação publicitária. Os principais resultados apontam para a presença constante de pelo menos um tipo de hipérbole visual e verbal nos anúncios que serviram de exemplo, reforçando a tese de que a publicidade é impregnada de exagero na busca do convencimento de seus públicos.Item AS INOVAÇÕES ESTÉTICAS E NARRATIVAS NOS QUADRINHOS AUTORAIS DE FÁBIO MOON E GABRIEL BÁ: UM ESTUDO DE DAYTRIPPER(2013-06-26) Marcel Luiz Tomé; Prof. Dr. Roberto Elísio dos Santos; Prof. Dr. Roberto Elisio dos Santos; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. Dr. Elydio dos Santos NetoO objetivo desta dissertação é identificar de que maneira os quadrinistas Fábio Moon eGabriel Bá utilizam de forma inovadora aspectos estéticos e narrativos na novela gráfica Daytripper, para então, verificar os traços de autoralidade e destacar aspectos de hibridação cultural na publicação. A pesquisa é qualitativa e de nível exploratório com delineamento híbrido por ser composta por revisão bibliográfica, levantamento documental, entrevista e análise de conteúdo com ênfase em semiótica aplicada. Daytripperé uma criação independente, produzida profissionalmente pela editora DC Comics, sucesso absoluto de vendas e aclamada pelo público e pela crítica. Possui características estéticas e narrativas experimentais e comerciais, fato que justifica ser uma criação independente produzida por uma das maiores editoras de história em quadrinhos do mundo. Como é uma publicação com inovações principalmente no âmbito do conteúdo narrativo, apresenta fortes traços de autoralidade e hibridação cultural.Item COMUNICAÇÃO, INOVAÇÃO E RESISTÊNCIA: UM RELATO DE TRABALHADORES MILITANTES NAS EMPRESAS DO GRANDE ABC DURANTE A DITADURA CIVIL-MILITAR BRASILEIRA (1964-1985)(2015-02-03) Maria Angélica Ferrasoli; Profª. Drª. Priscila Ferreira Perazzo; Profª Drª. Priscila Ferreira Perazzo; Profª Drª. Magali do Nascimento Cunha; Prof. Dr. Herom Vargas SilvaEsta pesquisa tem como objetivo apresentar a comunicação produzida por trabalhadores engajados na resistência à ditadura civil militar (1964-1985) dentro das fábricas do Grande ABC. Para desenvolvê-la foi utilizada a técnica das Narrativas Orais de História de Vida, em cinco entrevistas norteadas pelo método da História Oral com foco na temática escolhida. Durante cerca de dez horas de entrevistas, realizadas de junho a novembro de 2014, foram abordados temas relativos à memória, identidade, comunidade e comunicação. Com posicionamento teórico calcado nos Estudos Culturais, o estudo aprofunda o conhecimento em uma comunicação ainda pouco revelada: aquela que, necessariamente, deveria ser feita de forma sigilosa para driblar a censura, o controle e a repressão da ditadura e, no entanto, precisava repercutir entre os demais trabalhadores, cumprindo seu papel informativo e ativista. Uma comunicação feita "na surdina", cujos autores necessitaram de grande criatividade nos processos de produção e distribuição e que, muitas vezes, foi marcada pela oralidade e pelo gestual. As conclusões apontam para uma comunicação eficaz, apesar dos múltiplos percalços, como a hostilidade no ambiente fabril, a vigilância e a repressão, que poderia resultar em demissão, prisão, tortura, desaparecimento ou mesmo morte, já que os trabalhadores e as entidades sindicais foram o principal alvo da repressão do período, de acordo com relatório da Comissão Nacional da Verdade. É possível, também, que essa necessidade de rapidez tenha influenciado a linguagem da comunicação sindical da geração seguinte, quando surgiu o chamado novo sindicalismo, em que a temática econômica ganhou destaque em detrimento às considerações teóricas e políticas.Item HORROR CINEMATOGRÁFICO E EXPERIMENTAÇÃO DE MICHAEL JACKSON NA MÚSICA POP E NO VIDEOCLIPE(2014-06-26) Rafael Gonçalves Teixeira; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Profa. Dra. Laura Loguercio Cánepa; Prof. Dr. Roberto Elísio dos SantosEsta dissertação tem como objetivo analisar a utilização de elementos do gênero horror cinematográfico na obra de Michael Jackson como experimentalismo no videoclipe dentro do campo da música pop. Para estudar o tema, foram escolhidos dois trabalhos audiovisuais do cantor norte-americano Michael Jackson – Thriller (1973) e Michael Jackson’s Ghosts (1997). Para compreender os tipos de experimentação e inovação causados pela introdução de elementos do gênero na produção de videoclipes, partimos da seguinte pergunta-problema: de que forma o horror cinematográfico foi utilizado como campo de sentido para experimentação e inovação na obra audiovisual de Michael Jackson dentro da cultura da mídia? Para tanto, a pesquisa levantou exemplos do uso do horror (morte, sobrenatural, paranormalidade, medo e monstros) em produtos como filme, games e programas de televisão; observou o deslocamento dos elementos de horror dentre os limites dos textos que compõem a semiosfera na qual a canção e o clipe atuam; e buscou ampliar o entendimento sobre a música pop como importante fenômeno semiótico contemporâneo, contrapondo análises que a caracterizam como rasa e efêmera. Após conceituar o campo da cultura da mídia e os produtos midiáticos música pop e videoclipe, foram pesquisadas a biografia de Michael Jackson, que ajudou a compreender o papel do cantor na indústria cultural, e sua produção, mapeando canções e vídeos que utilizassem o macabro como ferramenta de criação. Os dois vídeos selecionados foram analisados com base na Semiótica da Cultura, fundamentada por Iúri Lótman. A pesquisa engloba conceitos de cultura, semiótica, música, Estudos Culturais e filmes de horror. Os aspectos experimentais encontrados como inovação foram: o uso do horror como forma de humor dentro da trama; o videoclipe extrapolando a canção, não só em duração, mas como história autônoma; a música como meio de modelização dos elementos e das criaturas, transitando entre o horror, o fantástico e a realidade; e, por fim, a manipulação dos sentidos entre o bem e o mal.Item INOVAÇÃO E HIBRIDISMOS NA OBRA VISAGENS NORDESTINASRaron de Barros Lima Moura; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Profa. Dra. Mônica Rebecca Ferrari Nunes; Profa. Dra. Priscila Ferreira PerazzoO objetivo desta dissertação é analisar os aspectos estético-culturais (canção e fotografia) que caracterizam a obra Visagens nordestinas, composta pelo livro Nordeste desvelado e pelo CD Nordeste oculto, como híbrida e inovadora. A pesquisa é exploratória com metodologia de análise semiótica, baseada nos estudos do semioticista Iúri Lótman. As manifestações artísticas foram consideradas como textos culturais semióticos. As modelizações secundárias das linguagens fotográficas, sonoras e textuais interagiram em fronteiras presentes dentro e nas periferias das semiosferas da cultura popular, da religiosidade nordestina e dos cenários naturais. A memória dialógica entre o passado tradicional e o presente multicultural apareceu nas canções da Cabruêra, nas fotografias de Augusto Pessoa e nos textos de Alberto Marsicano contidos nesse produto midiático. Augusto Pessoa evidenciou a estética árida, áspera e os tons terrosos nas fotografias captadas do meio ambiente nordestino. Ele também apresentou a festividade, a alegria e personalidades da cultura popular. No livro Nordeste desvelado, houve hibridações com as fotografias de Augusto Pessoa, os escritos de Alberto Marsicano e as canções da Cabruêra. O sincretismo religioso apareceu nas fotografias de Pessoa. O hibridismo no CD Nordeste oculto se deu pela mistura de elementos rítmicos e instrumentais. Bateria e percussão trabalharam com a mistura de ritmos afro-brasileiros e indígenas, como toré, maculelê e pontos de umbanda. As guitarras e os baixos mesclaram ritmos, como o funk e o forró. Na obra Visagens nordestinas, o hibridismo ficou evidente com a relação entre os códigos visual, sonoro e textual. A cultura popular do Nordeste se apresentou por meio de paisagens naturais, festividades e personalidades, como Padre Cícero, Ariano Suassuna e Luiz Gonzaga, que compõem a memória dessa região rica em manifestações culturais e religiosas. O catolicismo e as religiões afro-brasileiras se misturaram de maneira sincrética durante a apreciação das imagens e a audição das músicas da Cabruêra. As santas católicas foram colocadas no mesmo patamar simbólico das divindades da umbanda e do candomblé. A inovação deste produto midiático está na hibridização entre as fotografias de Augusto Pessoa, as canções da Cabruêra e os textos de Marsicano. As mídias sociais contemporâneas foram utilizadas como ferramentas de divulgação de modo convergente. As duas mil caixas produzidas foram vendidas nos shows da Cabruêra. A banda divulgou o CD Nordeste oculto no Brasil e no mundo. As canções puderam ser ouvidas e baixadas no site Overmundo. E a exposição Nordeste desvelado passou pelas cidades de Rio de Janeiro (agosto e setembro de 2012) e João Pessoa (abril de 2013).Item MÚSICA EM MOVIMENTO: A LINGUAGEM MOTION GRAPHICS NOS VIDEOCLIPES BRASILEIROS (1990-2010)(2012-02-23) Luciano de Souza; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. Dr. Herom Vargas; Prof. Dr. João Batista Freitas Cardoso; Prof. Dr. Vicente GosciolaDesde suas origens, o videoclipe estabeleceu diversas interfaces com outrosgêneros audiovisuais contemporâneos e proporcionou experimentações estéticas enarrativas. Com o advento edesenvolvimento das tecnologias digitais de edição,animação e pós-produção, a linguagem motiongraphicsse configurou como campocriativo na relação entre o visual e o sonoro. Para compreender essefenômenocomunicacional, a proposta desta pesquisa é identificar eanalisar as formas deutilização do motiongraphicsnos videoclipes deartistas brasileiros, exibidos pela MTVentre os anos 1990 e 2010 e concorrentes em alguma categoria no VMB (Video MusicBrasil), destacando que aspectos estéticos e tecnológicos proporcionam algum tipo deinovação na construção dos videoclipes, na sua linguagem e em seu âmbito narrativo. Como resultado final, por meio de análise qualitativa a partir decategorias previamentedeterminadas na pesquisa bibliográfica, foi possível estabelecer quatro estágios deevolução técnica e estética (estágios de caráter cumulativos e não excludentes) dalinguagem nos clipes nacionais dentro do período indicado. Além disso, com otrabalhopretende-se conceituar o motiongraphicsno audiovisual, estabelecer suascaracterísticas enquanto linguagem e contribuir para um levantamento histórico do videoclipe no Brasil.Item OS ELEMENTOS NARRATIVOS SIMBÓLICOS DOS CONTOS DE FADAS PRESENTES NOS JINGLES INFANTIS(2013-11-22) Danuza Pessoa Polistchuk; Prof. Dr. Herom Vargas Silva; Prof. Dr. Herom Vargas; Profa. Dra. Regina Rossetti; Profa. Dra. Heloísa de Araújo Duarte ValenteO objetivo deste trabalho foi reconhecer os elementos simbólicos dos contos de fadas - o herói, o antagonista e o auxiliar mágico - nas letras dos jingles infantis e verificar, por meio da análise de suas partituras e dos elementos sonoros das gravações em áudio do corpus, se os textos musicais contribuíam para o reconhecimento desses elementos. Para chegar aos cinco jingles infantis da análise, foi definido o site Clube do Jingle como delimitação do estudo por possuir mais de 350 peças de diversas décadas. Desse site foram selecionadas todas as peças infantis de marcas ou produtos destinados à criança e todas as peças infantilizadas, de marcas e produtos destinados à família, mas que podem ser consumidos também pela criança. Além disso, para que essas peças infantilizadas pudessem ser selecionadas, elas precisavam ter em suas letras ou elementos sonoros (vozes, timbres e efeitos) qualquer referência às crianças. Depois da seleção desse corpus, foram escolhidos para a análise final apenas os jingles em que fosse possível reconhecer, nas letras, um dos elementos narrativos simbólicos dos contos de fadas. Para a realização do trabalho, as partituras dessas peças escolhidas foram transcritas por meio de audição direta. Para nortear a pesquisa, foram utilizados como principais autores Mello Vianna, Balsebre e Simões para apresentar conceitos do jingle; Carrascoza e Martins para apresentar os conceitos sobre linguagem persuasiva publicitária; Juslin, Sloboda e Scherer e Zentner para tratar os conceitos de música e emoção; Bettelheim, Corso e Campbell para tratar sobre contos de fadas; Lotman e Machado para discutir os conceitos da semiótica da cultura; e Propp para apresentar os elementos narrativos simbólicos dos contos de fadas. Após as análises, foi possível reconhecer, com predominância, o herói, na figura da criança, e o auxiliar mágico, na figura do anunciante. Além disso, observou-se que os textos musicais contribuem para o reconhecimento desses elementos, e que os sinais expressivos das partituras podem sugerir as emoções de alegria e ternura. Identificou-se também que os elementos narrativos simbólicos dos contos de fadas sofreram processo de modelização para que pudessem se adequar aos objetivos de mercado dos anunciantes, o que foi considerado como inovação. Por fim, foi verificada a importância dos jingles para a propaganda nacional e como essas peças, quando bem compostas, podem se torna texto cultural. Desse modo, acredita-se que esta pesquisa pode contribuir para os profissionais de propaganda, produtores de áudio, compositores de jingles, radialistas, estudantes e pesquisadores de comunicação.