Navegando por Autor "Jeroen Johannes Klink"
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Item A PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA COMO INSTRUMENTO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO COMPONENTE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA POLÍTICA PÚBLICA DE SANEAMENTO BÁSICORuth Candida de Lima Guastalle; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luis Paulo Bresciani; Silvio Augusto Minciotti; Jeroen Johannes KlinkEste estudo procurou conhecer os elementos que podem dificultar ou facilitar a utilização da parceria público-privada como ferramenta na implementação do componente esgotamento sanitário da Política Nacional de Saneamento Básico. Para isso foi realizada pesquisa documental em dois municípios paulistas que celebraram contratos de PPP para ampliação da rede coletora, construção de estações elevatórias e de tratamento com a finalidade de universalizar a coleta e tratamento do esgoto coletado. O elemento que dificultou a utilização da PPP foi a capacidade técnica dos parceiros públicos nos aspectos relativos à modelagem e gestão do projeto. Entretanto, em um dos municípios estudados, observou-se que essa dificuldade foi minimizada pelo trabalho da Agência Reguladora, em sua atuação como agente normatizador e fiscalizador da PNSB. O elemento que facilitou a utilização da PPP foi a introdução de tecnologias inovadoras pelo parceiro privado.Item AS MUDANÇAS NA ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO NA INDÚSTRIA GRÁFICA DO GRANDE ABC: UM ESTUDO SOBRE O SEGMENTO "OFF SET"(2005-10-21) Ademir Lamenza; Prof. Dr. Luis Paulo Bresciani; Luís Paulo Bresciani; Jeroen Johannes Klink; Flávia Luciane ConsoniO presente trabalho tem por objetivo caracterizar a indústria gráfica do ponto de vista da gestão, tecnologia, inovação e competição. A economia ao longo de sua história foi marcante por alguma situação peculiar que a caracterizasse. Em particular a partir da década de 1960 acompanhamos o crescimento em larga escala na região do Grande ABC onde, a indústria automobilística e seus fornecedores necessitaram de maior estrutura e apoio para as suas operações, provocando alterações nos modos de atuação das empresas industriais no país. Nessa mesma direção pelas necessidades criadas à época, a indústria gráfica na região do ABC também teve seu crescimento para atender a demanda e, criando o caráter da regionalidade e se fortalecendo economicamente. Entretanto a partir da década de 1980 com as crises econômicas e a abertura de mercado, houve uma redução nos postos de trabalho, mas as empresas também alteraram as formas de produzir. O trabalho de campo foi apoiado num referencial teórico baseado na revisão bibliográfica e um roteiro de entrevistas que orientou a coleta de dados. Na presente pesquisa foram realizadas entrevistas com os sujeitos relacionados e verificação de documentos. A análise realizada buscou confrontar os dados coletados e sistematizados com o quadro conceitual utilizado para a elaboração da pesquisa, possibilitando apurar as principais transformações verificadas no segmento estudado, bem como oferecendo embasamento para a tomada de decisão dos atores econômicos envolvidos com o desenvolvimento da indústria gráfica no Grande ABC.Item CÂMARA REGIONAL DO GRANDE ABC: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO ACERCA DO CAPITAL SOCIAL(2006-07-04) Wendell Cristiano Lepore; Prof. Dr. Jeroen Johannes Klink; Jeroen Johannes Klink; Nádia Someck; Silvio Augusto MinciottiO interesse pela realização do presente estudo surgiu a partir da discussão sobre a participação cívica nas novas institucionalidades. O objetivo é explorar a Câmara Regional do Grande ABC, um modelo ímpar que se configurou na região do Grande ABC. Pretendemos estimular a discussão sobre o capital social, fruto da articulação dos atores regionais que buscam soluções para os problemas comuns. Trata-se de um Fórum de articulação regional em que estão presentes os prefeitos dos sete municípios da região do Grande ABC, o governo estadual, o governo federal e a sociedade civil. Destaque importante deste estudo é a descrição do protagonismo da sociedade regional que uniu esforços para superar um grave momento de crise pelo qual passou a região nas décadas de 80 e 90. Relevam-se o clima de confiança e o fortalecimento das relações sociais que revigoram a produção e reprodução do capital social na região do Grande ABC.Item GESTÃO PÚBLICA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA REGIÃO DO GRANDE ABC(2014-08-10) Eliana Vileide Guardabassio; Profª. Drª. Raquel da Silva Pereira; Raquel da Silva Pereira; Luis Paulo Bresciani; Jeroen Johannes KlinkA geração de resíduos cresce à proporção que aumenta a população e o consumo, impactando diretamente o meio ambiente e a saúde pública. No Brasil, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, Lei nº 12.305/10, os lixões deveriam ter sido extintos para dar lugar a Aterros Sanitários e os Resíduos Sólidos Urbanos - RSU somente devem ser destinados aos aterros quando não apresentarem potencial de reutilização, o que inclui a logística reversa e a reciclagem de quase todos os materiais. As prefeituras são responsáveis por assegurar o serviço de limpeza pública incluindo a coleta e disposição final dos RSU. Esta pesquisa justificou-se pela necessidade de apresentar um panorama da Gestão Pública dos RSU na Região do Grande ABC, sendo necessária a adoção de práticas de gestão apropriadas e que eliminem ou minimizem ao máximo seus impactos. Nesse cenário, estabelece-se a questão que norteia a pesquisa: Como os municípios da Região do Grande ABC realizam a Gestão dos RSU? O objetivo geral foi o de descrever as práticas adotadas pelas sete prefeituras dos municípios que integram a Região do Grande ABC em relação à Gestão dos RSU. Como metodologia, estabeleceu-se a pesquisa descritiva, valendo-se do método comparativo, com técnicas de coleta de dados por meio da análise documental, da legislação disponível e entrevistas com representantes municipais responsáveis pela gestão dos RSU, representantes das cooperativas existentes nos sete municípios, representantes dos aterros e representantes do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, totalizando 17 pessoas entrevistadas. Isto posto, conhecer as ações que vêm sendo desenvolvidas pelas prefeituras municipais, os desafios enfrentados e oportunidades que a gestão de resíduos sólidos propõe, trouxeram à luz o que está sendo realizado e desenvolvido para a mitigação dos impactos ambientais nessa região. A conclusão foi de que a coleta seletiva ainda caminha a passos lentos na maioria dos municípios estudados, no tocante à implementação e institucionalização. Os representantes das cooperativas manifestaram que a dependência do poder público e a mudança de governos interferem diretamente no desempenho da coleta seletiva, pois precisam se adequar às novas gestões, as quais podem provocar descontinuidades, recomeços ou paralisações. Ressalta-se a importância de continuidade, haja vista que em algumas cidades existiam projetos promissores no passado e que por mudanças na gestão pública, o projeto foi paralisado, causando um retrocesso para o município.Item INTEGRAÇÃO REGIONAL E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS: O PLANO DA BACIA DO ALTO TIETÊ E OS ORGANIZACIONAIS DE ARTICULAÇÕES REGIONAL DO GRANDE ABC(2005-09-26) Sandra Rodrigues Gaspar; Prof. Dr. Jeroen Johannes Klink; Jeroen Johannes Klink; Antonio Carlos Gil; Gilson LameiraEste estudo foi realizado com o objetivo de verificar qual a contribuição dos organismos de articulação regional do Grande ABC (Câmara Regional do Grande ABC, Consórcio Intermunicipal das Bacias do Alto Tamanduateí e Billings e Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC), no período de 2003 e 2004, para a implementação do Plano da Bacia do Alto Tietê - PBAT, um dos instrumentos do Sistema de Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. Trata-se de uma pesquisa de cunho exploratório, caracterizada como estudo de caso. A gestão dos recursos hídricos na região do Grande ABC foi o caso estudado. O recorte cronológico compreendeu o período de 2003 e 2004. A pesquisa teve como objetivos identificar as ações dos organismos regionais acima citados relacionadas ao Plano da Bacia do Alto Tietê e suas contribuições para a implementação deste plano da região do ABC Paulista. Concluiu-se que tais contribuições não foram significativas para a implementação do PBAT na região do Grande ABC face à própria aplicabilidade do plano na região e à fragilidade da articulação interinstitucional entre organismos regionais e os órgãos do sistema de gerenciamento dos recursos hídricos.Item MICROCRÉDITO PRODUTIVO ORIENTADO: UM ESTUDO CENTRADO NAS CONTRIBUIÇÕES DO PROCESSO DE ORIENTAÇÃO TÉCNICARogério Sarkis da Costa; Profª. Drª. Maria do Carmo Romeiro; Maria do Carmo Romeiro; João Batista Pamplona; Jeroen Johannes KlinkA economia nacional incorpora anualmente um elevado número de micros e pequenas empresas, normalmente familiares e informais. A falta de documentação legal, comprovação de renda e garantias reais dificulta o acesso ao sistema financeiro tradicional e ao crédito. Em 2005 foi criado o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), que objetiva o atendimento das necessidades financeiras de pessoas físicas e jurídicas empreendedoras por pessoas treinadas a prestar orientação educativa sobre planejamento, gestão e desenvolvimento do negócio visando o crescimento e a sustentabilidade da atividade econômica. Este estudo foi desenvolvido com base em uma pesquisa exploratória, tendo como iniciativa uma pesquisa empírica com abordagem qualitativa, buscando responder como a orientação técnica decorrente das operações de microcrédito produtivo orientado tem influenciado a gestão e resultado do negócio. Além da construção do panorama teórico-empírico das categorias, subcategorias e conteúdos, o presente estudo conclui que a orientação técnica não deve ser compreendida como uma atividade estruturada, com de material de apoio, treinamento e prática de atividades previamente estabelecida. Essa orientação surge naturalmente nos contatos estabelecidos entre o agente e tomador de crédito durante os processos de prospecção, contratação, acompanhamento e renovação das operações de MPO, estreitando ao longo das operações, estimulado pelo comportamento cotidiano de visitas. Contudo, essas orientações são classificadas como "dicas" pelo agente de crédito e que fica a critério do tomador adotá-las. Assim, a orientação técnica atende às situações observadas no campo pelo agente de crédito em acordo com suas experiências. São três níveis de conteúdos orientados, o primeiro ocorre nas operações iniciais e tem o objetivo de educar os tomadores do crédito sob a ótica da metodologia da entidade, buscando garantir o uso do recurso para giro e investimento da atividade. No segundo nível ocorre as orientações sobre funções administrativas, apresentando noções de gestão e controle sobre o faturamento, os custos, as despesas, os estoques, sobre o composto de produto, seja quanto a aquisição de novos produtos, seja quanto ao acompanhamento das necessidades de reposição de mercadorias. O último nível abarca as orientações estruturais sobre o micronegócio, ou seja, o tratamento de aspectos relacionados a instalações e equipamentos. O efeito sinérgico sobre o negócio e sobre tomador de MPO atinge benefícios de ordem mais subjetiva, ou seja, que vai além da abordagem econômico-financeira. Atinge o bem estar individual e social do indivíduo, na medida em que muitos apresentam o resgate de sua autoestima, melhora o seu relacionamento com sua família e com sua comunidade.Item PROTAGONISMO COMUNITÁRIO EM PARANAPIACABA: O IMPACTO DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS NO DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO-COMUNITÁRIO DA VILA DE PARANAPIACABA NO PERÍODO DE 2001 A 2004(2005-09-28) Marco Moretto Neto; Prof. Dr. Jeroen Johannes Klink; Ladislau Dowbor; Antonio Carlos Gil; Jeroen Johannes KlinkA instalação de uma unidade administrativa local e a compra de parte da Vila de Paranapiacaba pela Prefeitura Municipal de Santo André, mudaram os paradigmas de gestão pública local. A proposta de implantação de um plano de desenvolvimento turístico com responsabilidade social na Vila de Paranapiacaba, contornando a situação sócio-política-econômica e estrutural desfavorável instalada quando a administração municipal comprou a Vila em 2002, indicaram a possibilidade de reconversão econômica com inclusão social. Esta pesquisa apresenta os indicadores sociais, econômicos e comunitários atuais comparando-os com dados anteriores ao ano de 2001 e indica as dificuldades e as mudanças que ocorreram neste curto período, que se refletem no comportamento da população, na preservação das culturas locais, no desenvolvimento de processos de participação, na introdução e prática de novas formas de inserção social, no engajamento das pessoas no processo, no incentivo à iniciativa de auto-sustentação e adoção de comportamentos responsáveis e éticos, na garantia de usos sustentáveis de áreas naturais e de proteção das culturas locais e na auto-geração de renda e emprego.