Navegando por Autor "Garcia, Paulo Sérgio"
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listelement.badge.dso-type Dissertação Acesso aberto A COMUNICAÇÃO RELATIVA AOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO: UM ESTUDO REALIZADO COM PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS(USCS, 2025-02-13) Guilherme, Viviane da Silva; Garcia, Paulo SérgioA presente pesquisa tem, como tema, a avaliação, centralizando-se, mais especificamente, na comunicação dos processos avaliativos. Como objetivo geral, pretendeu-se analisar a comunicação relativa aos processos de avaliação realizada por professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental para os alunos, gestão escolar e famílias, bem como identificar as contribuições desses profissionais para melhorar tais fluxos. Para tanto, utilizaram-se, como metodologia, elementos da pesquisa qualitativa e colaborativa, com base em sessões reflexivas, das quais advieram dados coletados pelo Observatório de Educação do Grande ABC. Participaram do estudo nove professoras de ensino fundamental, anos iniciais. Quanto ao referencial teórico, ele se fundamentou em aspectos da “literacia em avaliação”, proposta por pesquisadores como Stiggins (1991), Abell e Siegel (2011), Xu e Brown, (2016) e Garcia (2025ª). Os resultados mostraram que as práticas comunicativas investigadas tinham um foco predominante “nos” processos de avaliação, centrada, por sua vez, em feedbacks durante as interações entre professoras e alunos, ainda que de forma não estruturada. Já a comunicação “dos” processos avaliativos, que envolve a explicitação de objetivos, critérios e expectativas, não esteve presente, o que pode comprometer a clareza e a transparência no processo avaliativo. Tal lacuna pode afetar não apenas o entendimento e a confiança de alunos e das famílias, mas também a qualidade das aprendizagens. Ademais, os achados revelaram que, em geral, as professoras tinham conhecimento sobre o tema muito mais intuitivo do que pautado nos saberes sólidos das teorias. Isso, por um lado, pode ser visto como inadequado, embora, por outro lado, seja uma grande oportunidade de formação docente no assunto. Vale ressaltar que a comunicação realizada para a gestão escolar estava atrelada à utilização de instrumentos, como relatórios descritivos e planilhas, e espaços, como reuniões pedagógicas. O foco recaía sobre os recursos, com uma carência de estratégias de organização e sistematização para realizar esse tipo de atividade. Nesse sentido, todas as entrevistadas relataram que o assunto não tinha ainda sido alvo de formação específica, tampouco fora alvo de reflexão aprofundada anteriormente. A comunicação com a família, em geral, apresentou o mesmo padrão daquela relacionada com a gestão, isto é, com ênfase nos recursos e na falta de estratégias. Das sugestões dadas para melhoria da comunicação, destacam-se a diminuição da burocracia e a formação de professores na temática, ambas bastante presentes nos depoimentos das profissionais. Espera-se que os dados do presente estudo, que serão utilizados no produto da pesquisa — a saber, uma formação continuada sobre o assunto para auxiliar no entendimento de práticas avaliativa — possam subsidiar e aprimorar a formação docente inicial e continuada, tanto no âmbito das universidades públicas quanto das ações desenvolvidas pelas Secretarias de educação.listelement.badge.dso-type Dissertação Acesso aberto A GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PRÁTICAS E DESAFIOS EM INSTITUIÇÕES DA REDE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL(USCS, 2026-02-02) Putini, Raquel Maria; Miranda, Nonato Assis de; Miranda, Nonato Assis de; Garcia, Paulo Sérgio; Vituriano, Hercília Maria de MouraA gestão democrática, princípio estruturante da educação brasileira, orienta a organização das instituições de Educação Infantil e demanda práticas de participação, diálogo e corresponsabilização no cotidiano escolar. No município de São Caetano do Sul, onde a rede apresenta tradição normativa e consolidada estrutura de atendimento, ainda persistem desafios para garantir que tais princípios se materializem de forma equânime entre as unidades. Partindo desse cenário, esta pesquisa buscou responder como os princípios da gestão democrática são compreendidos e expressos nas práticas das diretoras das instituições de Educação Infantil do município, bem como quais desafios se colocam para sua efetivação. O objetivo geral consistiu em analisar como os princípios da gestão democrática são implementados nas escolas de Educação Infantil da rede municipal de São Caetano do Sul, identificando as práticas adotadas e os desafios enfrentados pelas equipes gestoras. A investigação adotou abordagem qualitativa, utilizando análise documental dos Projetos Político-Pedagógicos das cinco instituições participantes e entrevistas semiestruturadas com suas diretoras, permitindo triangulação entre o discurso institucional, o vivido no cotidiano e as referências teóricas da área. O referencial teórico abrange contribuições sobre gestão democrática, participação, escuta das crianças e organização da Educação Infantil. Os resultados evidenciaram avanços na formalização da participação em documentos oficiais, mas também revelaram fragilidades na institucionalização de práticas coletivas, na atuação dos órgãos colegiados e na ampliação da participação das famílias e das crianças nos processos decisórios. As gestoras reconhecem a importância da gestão democrática, embora enfrentem limites estruturais, culturais e organizacionais que impactam sua implementação. Conclui-se que o fortalecimento da gestão democrática exige formação continuada, revisão de dispositivos institucionais e ampliação de espaços de diálogo. Como produto educacional resultante do mestrado profissional, foi elaborado um blog de autoformação destinado às equipes gestoras da Educação Infantil. Nesse espaço, reúnem-se materiais de estudo, orientações e subsídios práticos com o intuito de apoiar e fortalecer processos participativos no cotidiano das instituições.listelement.badge.dso-type Dissertação Acesso aberto AUTOAVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS NO ENSINO MÉDIO: DOCUMENTOS, INSTRUMENTOS E PROCESSOS(USCS, 2025-05-21) Silva, Patrícia Cecilia da; Garcia, Paulo SérgioO presente estudo aborda a autoavaliação das aprendizagens no Ensino Médio, etapa essa que passa por diversas mudanças curriculares nos últimos anos, desde a implementação da Base Nacional Comum Curricular e do Novo Ensino Médio. O objetivo deste estudo foi compreender como tem sido realizado o processo de autoavaliação da aprendizagem em uma escola de Ensino Médio, com base nos documentos referenciais escolares, instrumentos utilizados e nas concepções dos professores envolvidos no processo. Utilizamos a abordagem qualitativa com base na análise dos documentos escolares (Projeto político pedagógico e regimento escolar), além de um grupo focal com 11 professores que lecionam no colégio. Utilizou-se a análise de conteúdo categorial, proposta por Bardin e tivemos auxílio do software Atlas.ti para organização das categorias. A fundamentação teórica abordou diversos autores que exploraram temas-chave sobre a autoavaliação das aprendizagens. Destacam-se: Luckesi e sua compreensão sobre o ato de avaliar, além dos usos que podem ser feitos da avaliação; Fernandes e sua teorização sobre a Avaliação Formativa Alternativa, que procura combinar os aspectos das tradições francesa (focada na regulação da aprendizagem) e anglo-saxônica (focada no feedback) sobre a avaliação formativa; Andrade, que organiza a autoavaliação da aprendizagem através de uma tipologia que diferencia os objetos da autoavaliação, além dos seus usos formativos e somativos; e Harris e Brown, que discutem as finalidades da autoavaliação, como ela pode ocorrer durante um ciclo de avaliação formativa e qual o papel dos educadores durante um processo autoavaliativo. Os resultados indicaram que, embora a autoavaliação da aprendizagem seja reconhecida por seu potencial formativo, sua implementação em uma escola de Ensino Médio ocorreu de forma predominantemente intuitiva e pouco sistematizada. Os documentos institucionais carecem de orientações claras, critérios definidos e instrumentos pedagógicos adequados, além de não preverem formação específica para os docentes. As concepções dos professores sobre a autoavaliação são diversas, porém marcadas por improvisações e desafios, como o desinteresse dos alunos, a falta de tempo para feedback individualizado e a centralidade nos conteúdos em detrimento das habilidades reflexivas. Essas lacunas evidenciam a necessidade de políticas formativas e de um esforço institucional articulado, que promova fundamentação teórica, cultura avaliativa e alinhamento com os objetivos educacionais, a fim de consolidar a autoavaliação como uma prática significativa, formativa e promotora da autorregulação discente. Como produto final foi elaborada uma formação para professores e gestores com instruções sobre as principais dificuldades para realização da atividade com os estudantes, além dos desafios que precisam ser enfrentados para a eficácia da prática.listelement.badge.dso-type Dissertação Acesso aberto CICLO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE GESTORES ESCOLARES(USCS, 2026-02-12) Gouveia, Fábio Aviles; Garcia, Paulo Sérgio; Garcia, Paulo Sérgio; Silva, Marco Wandercil da; Brandalise, Mary Ângela TeixeiraO presente estudo insere-se no campo da avaliação educacional e da gestão educacional e tem como foco compreender as representações sociais de gestores escolares sobre o ciclo de avaliação formativa enquanto estratégia de desenvolvimento profissional docente. A pesquisa parte do reconhecimento de que a avaliação, tradicionalmente associada a processos classificatórios, pode assumir um papel formativo e transformador quando concebida como uma abordagem de retroalimentação e promoção da aprendizagem. O objetivo geral é analisar as representações sociais de um grupo de gestores escolares de uma rede privada sobre o Ciclo de Avaliação Formativa para Gestores como estratégia de desenvolvimento profissional docente. O estudo foi desenvolvido com base em uma abordagem qualitativa, exploratória e interpretativa, utilizando questionários qualitativos online abertos e registros em diário de bordo, cujos dados foram processados com o software IRaMuTeQ e analisados segundo a Classificação Hierárquica Descendente de Reinerd para identificar categorias e classes de sentido. A fundamentação teórica articula a teoria das representações sociais, de Serge Moscovici, à concepção de avaliação formativa desenvolvida por Black e Wiliam, Moss e Brookhart, e Garcia, especialmente no modelo de ciclo formativo para gestores. Os resultados evidenciam que o ciclo de avaliação formativa é percebido como uma prática de mediação pedagógica que favorece o diálogo, o feedback qualificado e a aprendizagem colaborativa, embora ainda encontre resistências culturais e estruturais nas escolas. As conclusões apontam que as representações sociais dos gestores oscilam entre visões gerenciais e formativas, sendo o ciclo reconhecido como um mecanismo de aprimoramento profissional e de práticas pedagógicas. Como produto educacional, foi desenvolvido um manual formativo destinado a orientar gestores na implantação do ciclo de avaliação formativa em seus contextos institucionais, oferecendo estratégias práticas, fundamentação teórica e orientações para a condução de processos avaliativos voltados ao desenvolvimento docente. Os dados desta dissertação podem ser usados para fomentar discussões na formação de gestores.listelement.badge.dso-type Livro Acesso aberto Formação: autoavaliação das aprendizagens para o Ensino Médio(2025-07-22) Silva, Patrícia Cecilia da; Garcia, Paulo SérgioO Produto de Trabalho Técnico em questão é uma formação apresentada na forma de e-book desenvolvido no âmbito do Mestrado Profissional de Educação da Universidade Municipal de São Caetano do Sul. A pesquisa que deu origem a essa formação é denominada “Autoavaliação das aprendizagens no Ensino Médio: documentos instrumentos e processos”, na qual analisamos um processo de autoavaliação implementado em uma escola de Ensino Médio. Os dados levantados na dissertação sugerem que, apesar dos educadores compreenderem a importância prática e o potencial formativo da autoavaliação das aprendizagens, ela tem sido conduzida de maneira predominantemente intuitiva, pautada em experiências pessoais e concepções espontâneas. Observamos uma carência de fundamentação teórica e instrumentos que orientem sua implementação de forma teórica e coerente com os princípios da avaliação formativa. Além disso, verificamos a ausência de documentos referenciais escolares que orientem a implementação dessa prática avaliativa. Portanto, a formação foi desenvolvida para profissionais da educação (professores e gestores) que desejam implementar um processo de autoavaliação das aprendizagens no Ensino Médio. Fundamentada em fundamentos teóricos do campo da autoavaliação das aprendizagens, o produto propõe uma formação dividida em quatro módulos: conversa inicial com gestores, o que é autoavaliação das aprendizagens e como podemos realizála, oficina de produção de instrumentos de avaliação e apresentação dos resultados da oficina.
