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Item DESAFIOS DO PROFESSOR ASSESSOR DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO CONTEXTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ(2021-12-08) Alissandra Marques de Freitas; Profa. Dra. Sanny Silva da Rosa; Profa. Dra. Sanny Silva da Rosa; Profa. Dra. Elizabete Cristina Costa Renders; Profa. Dra. Angela Maria MartinsEste estudo teve o objetivo de analisar os desafios enfrentados pelo Professor Assessor de Educação Inclusiva (PAEI) no serviço de itinerância realizado junto às escolas da rede municipal de Santo André. O trabalho analisa as atividades e as interações deste profissional com os alunos com deficiência, familiares, professores, equipes gestoras das unidades escolares e as interfaces com os serviços de saúde, tendo como referência o histórico das políticas públicas de educação especial na perspectiva inclusiva do município desde o início dos anos 1990. Utilizou como referencial teórico as contribuições do campo da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Trata-se de um estudo exploratório, de abordagem qualitativa, que cruza informações documentais e bibliográficas com dados coletados em campo por meio de roda de conversa realizada com três PAEI que atuam em regiões da cidade que concentram o maior número de alunos com deficiências matriculados em salas de aula regulares. Os dados foram analisados com base nos procedimentos da análise de conteúdo. Os resultados apontam que, apesar do protagonismo das políticas públicas de Educação Inclusiva do município, os principais desafios que ainda persistem se referem à formação de professores para lidar com crianças com deficiências na sala de aula regular; à formação, apoio e acolhimento das famílias; e às relações da área da educação com os serviços de saúde de Santo André. Como conclusão, defende a necessidade de incluir o conteúdo das políticas públicas de educação inclusiva nas pautas formativas dos profissionais diretamente envolvidos no trabalho de inclusão com vistas à preservação da memória e dos avanços obtidos na conquista de direitos de todos a uma educação de qualidade e à dignidade humana. Como produto da pesquisa, propõe a construção de um espaço de diálogo e troca de experiências dos integrantes das equipes formativas da Gerência de Educação Inclusiva de Santo André.Item A INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE ALUNOS EM SALA DE AULA NO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS ESTUDANTES BRASILEIROS(2021-12-08) André Calixto Gonçalves; Prof. Dr. Leandro Campi Prearo; Prof.Dr. Leandro Campi Prearo; Prof.Dr. Nonato Assis de Miranda; Prof.Dr. Estefano Vizconde VerasztoO presente estudo teve o objetivo de verificar se o número de alunos por turma influencia o seu desempenho escolar, tanto em relação aos Anos Iniciais quanto aos Anos Finais do Ensino Fundamental. Para o desenvolvimento do trabalho, utilizaram-se os microdados da Prova Brasil, referente ao ano de 2017. Assim, a partir de dados de pesquisas anteriormente realizadas sobre o tema, verificaram-se diversos caminhos a seguir, a fim de obter o resultado desejado. Optou-se, então, pela utilização do modelo estatístico de Propense Score Matching, com o estimador Nearest Neighboor Matching. Dessa forma, foi possível agrupar as turmas em clusters por grau de semelhança. A métrica usada para auxiliar no agrupamento dos clusters foi a distância euclidiana. Para verificar a aderência à distribuição normal dos dados, utilizou-se o teste Kolmogorov Smirnov e, para testar a hipótese nula das medianas, utilizou-se o teste de Wilcoxon. A fim de auxiliar a execução da análise estatística, optou-se pelo uso do software IBM SPSS Statistic. Os resultados, em geral, mostram que o número de alunos por turma tem pouca influência no desempenho escolar e, quando essa influência existe, as turmas grandes apresentam melhor desempenho em relação às turmas pequenas. Com base nos resultados, como produto final, foi proposto o desenvolvimento de um plano de ação para gestores públicos, notadamente diretores de escola, com foco na gestão e implementação da melhoria da qualidade da educação. Essa proposição está pautada no entendimento de que o presente trabalho servirá de parâmetro para subsidiar eventuais políticas públicas em educação que visam a controlar o número de alunos por turma, como metodologia de aumento de desempenho.