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    A FORMAÇÃO ESTÉTICA DO PROFESSOR E O ENSINO DE LITERATURA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
    (2018-07-02) Jair Rodrigues da Silva; Profª. Drª. Ana Sílvia Moço Aparício; Prof.(a) Dr.(a) Ana Sílvia Moço Aparício; Prof.(a) Dr.(a) Marta Regina Paulo da Silva; Prof.(a) Dr.(a) Margaréte May Berkenbrock Rosito
    O objetivo geral desta pesquisa foi investigar as relações entre a formação literária do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental e sua prática em sala de aula, com vistas a apontar elementos que contribuam no desenvolvimento de sujeitos efetivamente leitores de Literatura. Para tal, apoiei-me em referenciais teóricos os quais compreendem a Literatura como experiência estética, que nos humaniza e nos faz emocionar, refletir e experimentar sentimentos; bem como na perspectiva do Letramento Literário, defendida por Cosson, a qual propõe a leitura literária na escola que permite a fruição, o ato de compartilhar Literatura com o outro, numa experiência reveladora e significativa para o professor e os alunos. A fim de pensar em uma formação docente que auxilie nessa compreensão, defendo a formação estética do professor, com base em Loponte, como uma possibilidade de sensibilizar-se para proporcionar humanização no processo de aprendizagem, de modo a tornar as escolas e as aulas como campos de experimentação. Como método de pesquisa, segui a abordagem qualitativa, fazendo uso de procedimentos metodológicos inspirados na etnografia da prática educacional, ao buscar conhecer aspectos da formação literária e da prática pedagógica de dois professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental de uma rede municipal. Por meio de entrevista com questões abertas, levantei informações sobre o perfil leitor desses professores, sua formação acadêmica, prática docente e sua compreensão das práticas de leitura literária que realizam na sala de aula. Além disso, por meio de dados de sala de aula gravados e transcritos, sondei a prática desses professores em momentos em que trabalhavam com a leitura literária. As análises do conjunto desses dados, realizadas com base nas orientações da investigação de conteúdo, evidenciam que não é a formação estética e literária desenvolvida ao longo da vida desses professores, nem a formação acadêmica, nem a formação continuada, da forma como vem sendo proposta no caso dos dois professores, que garantem uma prática docente a qual contribua para o aperfeiçoamento do Letramento Literário dos alunos. Os resultados da pesquisa apontam como alguns fatores que de fato interferem na prática dos professores: a força que a cultura escolar exerce sobre a prática docente, com a ideia de que apenas ler em voz alta é a maneira de garantir que os alunos tenham acesso à Literatura; o tempo e as exigências curriculares da escola, os quais influenciam diretamente na pouca frequência que os professores dedicam à Literatura em sala de aula; a ausência de espaço na escola para discussões de formação estética e literária do professor em reuniões pedagógicas e nos horários semanais de Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC); a falta, na formação inicial e continuada, de experiências com a leitura literária; a desmotivação do professor, impedindo a tomada de consciência sobre sua própria prática. Em síntese, alguns aspectos que podem contribuir para a formação de leitores de literatura na escola estão ligados à transformação da escola, do currículo, das práticas de formação inicial e continuada de professores, à direção do saber da experiência, este carregado de vivência, paixão. Daí o produto final desta pesquisa ser uma formação continuada que objetiva sensibilizar, despertar o professor para realizar um trabalho significativo com a Literatura e compreender o quanto compartilhar Literatura pode proporcionar a todos os envolvidos uma possibilidade de humanização das relações de ensino-aprendizagem.
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    GESTORES ESCOLARES E GESTÃO DEMOCRÁTICA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NAS ESCOLAS PÚBLICAS ESTADUAIS DA CIDADE DE SÃO CAETANO DO SUL
    (2018-07-02) Valdirene Rodrigues Costa; Prof. Dr. Paulo Sérgio Garcia; Prof. Dr. Paulo Sérgio Garcia; Prof. Dr. Nonato Assis de Miranda; Prof. Dr. Júlio Gomes Almeida
    O Brasil enfrenta o desafio de promover a Gestão Democrática (GD) na escola pública e, neste processo, entre outras questões, o diretor manifesta um papel de fundamental relevância, exercendo importante liderança, uma vez que orienta e mobiliza as pessoas envolvidas no projeto pedagógico, com o objetivo de melhorar o ensino, influenciando indiretamente o aprendizado dos alunos. Este estudo identificou e analisou as características (perfil) dos diretores e alguns processos de GD nas escolas públicas estaduais de Ensino Fundamental na cidade de São Caetano do Sul. Com tal objetivo, inicialmente, realizou-se a revisão da literatura e foram analisados os desafios e as possibilidades da GD a partir do Questionário do Diretor, da Prova Brasil de 2009 e 2015. Em um segundo momento, investigou-se, junto aos diretores, professores e pais de alunos, como são conduzidos os processos de GD. Para a efetivação desta pesquisa, optou-se pela metodologia mista, envolvendo a abordagem quantitativa, na primeira fase, e qualitativa, na segunda (entrevistas). Os resultados mostraram que a maioria dos diretores eram mulheres, de cor branca, acima de 45 anos de idade, formadas em instituições privadas, em cursos presenciais e experientes em educação. Em relação à GD, como possibilidades, situações favoráveis e desejáveis, constatou-se uma ampliação da experiência profissional e da realização de cursos de especialização de 360 horas. Como desafios e obstáculos a serem superados, verificou-se: menor número de educadores participando de formação continuada nos últimos dois anos, maior interferência externa na escola, diminuição na troca de informações entre diretores e o maior número destes profissionais estar acima dos 55 anos. Havia ainda desafios referentes ao conselho de escola e de classe, ao Projeto Político-Pedagógico e à limitação dos discursos, sobretudo de pais de alunos, relativos a tais processos. Os dados desta presente pesquisa podem ser utilizados por autoridades políticas e educacionais para planejamento e serem levados aos cursos de formação inicial e continuada de gestores escolares a fim de promover o debate.
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