Navegando por Autor "Thais Ettinger Oliveira Salgado"
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Item PROGRAMAS DE EXPATRIAÇÃO E REPATRIAÇÃO: POLÍTICAS E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS NAS TRANSNACIONAIS BRASILEIRAS(2014-02-19) Thais Ettinger Oliveira Salgado; Prof. Dr. Eduardo de Camargo Oliva; Prof. Dr. Eduardo de Camargo Oliva; Prof. Dr. Edson Keiso de Miranda Kubo; Prof. Dr. Sérgio F. Crispim; Prof. Dra. Beatriz Maria Braga; Prof. Dr. Luciano Venelli CostaAs políticas e práticas internacionais de recursos humanos são a base para os processos de uma designação internacional. No entanto, não existe um modelo específico para aplicação dessas políticas, e estudos anteriormente aplicados tiveram como foco empresas de nacionalidades estrangeiras. Portanto, esta tese de doutorado se propôs a analisar as políticas e práticas de recursos humanos utilizadas nos programas de expatriação e repatriação das transnacionais brasileiras. Contudo, a partir de uma análise qualitativa e considerando a população dessa pesquisa, que foi limitada ao Ranking das Transnacionais Brasileiras - 2011 / 2012 - levantado pela Fundação Dom Cabral - FDC - foram realizadas entrevistas in loco com 25 transnacionais brasileiras. Com as entrevistas finalizadas, utilizou-se a técnica de análise de conteúdo para análise dos resultados e posteriormente, com auxílio do Software Atlas TI, foi possível analisar o objetivo desta tese. Identificou-se que a amostra pesquisada possui políticas e práticas bem estruturadas, pois nas cinco políticas pesquisadas as empresas apresentaram informações consistentes sobre as mesmas. Sendo assim, as políticas e práticas sobre Recrutamento e Seleção apresentaram como principal necessidade de expatriação, a falta de mão de obra especializada e a característica mais marcante para a seleção do profissional é a competência técnica. Em relação ao Treinamento e Desenvolvimento, o ponto mais trabalhado pelas empresas é o aperfeiçoamento do idioma. Nas políticas e práticas de Remuneração e Benefícios foi identificado que a maioria das empresas trabalha conforme as práticas da empresa sede. Nas Relações de Trabalho, apresentaram preocupação em relação aos aspectos de documentação e transferência do profissional, e também pouco cuidada em relação à comunicação com o expatriado. E em relação às Mudanças nas Funções e Plano de Carreira do Repatriado foi identificado que as empresas pesquisadas carecem de práticas de repatriação. Outro ponto interessante é que praticamente não há diferenças nas políticas em relação ao país de designação internacional, representando pouca flexibilidade na Gestão Internacional de Recursos Humanos. E finalmente, as comparações feitas entre as empresas do mesmo setor mostram que alguns setores parecem ter mais similaridades em relação ao que é praticado em sua GIRH, mas nada que fosse significativo o suficiente para dizer que há um padrão de políticas e práticas entre os setores estudados.