Navegando por Autor "Silvio Minciotti"
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Item ALIANÇAS ESTRATÉGICAS NO VAREJO: UM ESTUDO SOBRE AS ASSOCIAÇÕES DE FARMÁCIAS DO BRASIL E SUA INFLUÊNCIA SOBRE A COMPETITIVIDADE DOS AFILIADOSNorival Mantovani; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Geraldo Luciano Toledo; Silvio Minciotti; Sergio Feliciano CrispimAs farmácias independentes têm nas associações uma alternativa para preservar a competitividade face às grandes cadeias. Entre as várias alternativas, o modelo que vem prevalecendo no Brasil é o das Centrais de Negócios (Compras e Serviços), que surgiram com o fim de gerar ganhos na escala dos associados. Dado este contexto, este trabalho teve como objetivo conhecer os serviços prestados pelas associações de farmácias e seus benefícios às farmácias integrantes e identificar a percepção dos gestores dessas farmácias independentes sobre esses serviços prestados pelas associações. A pesquisa exploratória baseada em entrevistas com dirigentes dessas centrais, associações e profissionais da área identificou os serviços prestados pelas associações. Na segunda fase da pesquisa foi feito um levantamento (survey) com 3.061 farmácias independentes e afiliadas as associações, tendo sido instrumentalizado com um questionário composto de 30 assertivas. Como técnica de mensuração dos resultados optou-se pela Análise Fatorial Exploratória, com o objetivo de identificar a estrutura das variáveis avaliadas. Os resultados indicam que as farmácias independentes, após ingressarem em associações, passam a obter vantagens nas compras conjuntas e nas demais atividades operacionais. Enquanto independentes, suas ações de marketing eram muito tímidas ou praticamente inexistentes, e a partir da associação, são desenvolvidos programas cooperados junto à mídia, além de material promocional. Também passa a haver uma padronização das fachadas e layouts das lojas, marcando de forma mais acentuada sua presença face à concorrência. Também o treinamento dos funcionários e a padronização dos métodos de trabalho destacam-se como melhorias derivadas da ação cooperada das farmácias.Item CLIMA ORGANIZACIONAL: CLIMA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO EM ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE DE PEQUENO PORTE(2020-12-18) Dirceu Aparecido Pelizzon; Prof. Dr. Edson Keyso de Miranda Kubo; Edson Keyso de Miranda Kubo; Silvio Minciotti; Eric Cohen; Almir Martins VieiraO ambiente de trabalho nas organizações sejam elas privadas ou públicas, é um tema constante no estudo do comportamento humano. O objetivo dessa pesquisa foi realizar um estudo exploratório em escritórios de contabilidade de pequeno porte, buscando identificar o seu clima organizacional e a sua influência sobre o comportamento dos empregados. Pesquisas recentes informam que a satisfação dos empregados está relacionada em primeiro lugar, com o desenvolvimento profissional, em segundo lugar com o equilíbrio entre sua vida pessoal e a profissional e em terceiro lugar a remuneração, e sob esse contexto o clima organizacional exerceu um papel relevante. Foram efetuadas entrevistas com empregados assim como com os empregadores. Esta pesquisa de campo foi realizada com base em quatro categorias de análise nos escritórios de contabilidade de Santo André, que foram : a resistência a mudanças, o estresse, liderança e a motivação. O resultado apresentou aspectos favoráveis e desfavoráveis na rotina diária de trabalho. De um lado os empregados frustrados pela falta de perspectivas de crescimento profissional e do outro os empregadores que não vislumbram um futuro promissor para seu negócio.Item TARIFAS BANCÁRIAS NO BRASIL: ANÁLISE COMPARATIVA DAS QUATRO MAIORES INSTITUIÇÕES FINANCEIRASWladimir Cruz de Macedo Junior; Prof. Dr. Sergio Feliciano Crispim; Sergio Feliciano Crispim; Silvio Minciotti; José Roberto Ferreira SavoiaA partir da implantação do Plano Real se consolidou um cenário de juros mais baixos no Brasil, e com essa mudança estrutural foi necessário que as instituições financeiras reavaliassem seus modelos de negócios e suas fontes de receitas. Desde então o setor vem passando por várias mudanças, incluindo a política de tarifas por serviços, e hoje caracteriza-se pela grande concentração de ativos em poucas e grandes instituições que detêm a maior parte do mercado. Dado o exposto, realizou-se pesquisa para identificar e analisar as diferenças entre as tarifas de serviços relacionados às contas correntes de pessoa física cobradas pelos quatro maiores bancos brasileiros de capital aberto em 2019. Pesquisa documental, descritiva/exploratória identificou que é notória a evolução positiva dos lucros dos bancos no Brasil, mesmo em conjunturas econômicas recessivas ou de pouco crescimento. Os balanços das instituições financeiras brasileiras de capital aberto demonstram que as receitas com tarifas por prestação de serviços têm participação importante nesse resultado, além de crescimento expressivo em relação às outras fontes de receita. Identificou-se, também, que as tarifas têm importância relativamente grande na estrutura de gastos das famílias brasileiras, mas têm pouca visibilidade e são de difícil comparação por parte dos usuários dos serviços. Adicionalmente, análise comparativa dos vários pacotes de tarifas e tarifas específicas levou à conclusão de que as diferenças entre os bancos são relativamente pequenas, considerando-se o grande escopo de serviços e o fato do setor dever caracterizar-se por práticas concorrenciais.