Navegando por Autor "Profa. Dra. Mônica Martinez"
Agora exibindo 1 - 1 de 1
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Item MÍDIAS SOCIAIS E AS FRONTEIRAS DO PRIVADO DENTRO DAS EMPRESAS: POLÍTICAS E PRÁTICAS DE COMUNICAÇÃO(2017-02-23) Massaaki Nakahara; Prof. Dr. Alan César Belo Angeluci; Prof. Dr. Alan César Belo Angeluci; Profa. Dra. Mônica Martinez; Prof. Dr. Arquimedes PessoniUm recorrente conflito no ambiente de trabalho relatado por gestores e profissionais de recursos humanos é o uso do momentum laboral para atividades de âmbito estritamente pessoal e particular a partir da mediação de determinadas tecnologias. Na contemporaneidade, as mídias sociais têm assumido o protagonismo dessas ações, já que a alta penetração de smartphones e a ampliação da oferta de Internet tem levado os indivíduos a processos de interação mais frequentes e imersivos, facilitados pelo Facebook, YouTube, Whatsapp, entre outros. Se, por um lado, o desenvolvimento da Web 2.0 criou um ambiente de participação e colaboração frutífero para as relações interpessoais, entretenimento e inclusive trabalho, por outro, tem dado novas formas aos vieses negativos do uso privado de tecnologias dentro das empresas. Henle (2012) classifica esse fenômeno como cyberloafing, ou ócio cibernético: o uso intencional de tecnologias pelos funcionários para fins pessoais durante o horário de trabalho. Dentro desse contexto, o presente estudo tem como objetivo identificar aspectos do uso privado das mídias sociais e suas relações com as políticas e práticas de comunicação das empresas dentro do ambiente de trabalho. A partir de uma revisão teórico-conceitual, foi realizado um survey com 548 pessoas empregadas e moradoras da cidade São Paulo, estudantes de graduação e pertencentes às classes C, D e E. Os dados revelaram que quase 80% dos respondentes utilizam dispositivos móveis algumas vezes por dia, sobretudo para interagir com outras pessoas através de mensageiros instantâneos, como Whatsapp; 60% gastam cinco minutos ou mais de seu tempo acessando aplicativos e sites; 45% das empresas onde trabalham possuem políticas explícitas sobre o uso de celulares; e mais de 70% dos respondentes concordam com a necessidade de adoção de regras de uso, entre outros aspectos.