Navegando por Autor "Prof. Dr. Wilson da Costa Bueno"
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Item A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NAS UNIVERSIDADES DO GRANDE ABC: INOVAÇÕES OU REPETIÇÃO DE FORMATOS?Vanessa Aparecida do Carmo; Prof. Dr. Arquimedes Arantes; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Profa. Dra. Regina Rossetti; Prof. Dr. Wilson da Costa BuenoA divulgação científica é tão antiga quanto a própria ciência e, ao longo da História, os formatos de divulgação foram evoluindo, acompanhando o progresso das ciências e da tecnologia. Hoje existem variadas formas de levar conhecimentos científicos à população para que esta possa utilizá-los em sua realidade, atividades cotidianas e tomadas de decisão que envolvam a família, a comunidade ou a sociedade como um todo. As Universidades, geradoras de conhecimento e propulsoras de pesquisa, têm importante papel na divulgação científica e fortalecimento desta cultura. O presente trabalho buscou investigar a atuação das Universidades do Grande ABC (Universidade Metodista de São Paulo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul e Universidade Federal do ABC) no cenário da divulgação científica. O problema da pesquisa está em encontrar as ações de comunicação realizadas pelas universidades para essa atividade. Por meio de pesquisa exploratória, de natureza qualitativa, com utilização da análise documental e entrevistas com Pró-Reitores de Pesquisa, de Extensão e profissionais de comunicação foi possível inferir alguns resultados da pesquisa como: a divulgação científica está nas diretrizes organizacionais de todas universidades analisadas; entrevistados ressaltam a todo momento a importância dessa atividade e a obrigação de realizá-la de forma inovadora, com o objetivo de atingir seus públicos. Porém, as ações práticas não confirmam esse discurso, pois ainda são muito incipientes. Como conclusão, é possível apontar a fraca cultura de divulgação científica dentro das Universidades do Grande ABC e o importante papel da comunicação organizacional para o fortalecimento desta.Item O COLABORADOR COMO PRODUTOR DE INFORMAÇÃO: POSSIBILIDADES DE TRANSPOSIÇÃO DE FORMAS DE COMUNICAÇÃO PARTICIPATIVA PARA AS MÍDIAS ORGANIZACIONAIS(2010-12-16) Kallyny Melina Thomé Portugal; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Prof. Dr. Elias Estevão Goulart; Prof. Dr. Wilson da Costa BuenoEsta pesquisa, de caráter exploratório, tem como objetivo investigar como as formas de comunicação participativa - que prevêem a colaboração dos receptores - presentes no mundo midiático do século XXI estão sendo utilizadas no âmbito da comunicação organizacional. Para tanto, foram realizadas as etapas de revisão bibliográfica e pesquisa de campo. Neste caso, foram observados (a partir da metodologia da acessibilidade) três canais de comunicação de três empresas: Parceiro-repórter (Odebrecht), Jornal Interagindo (Catuaí Shopping Londrina) e TV Bunge (Bunge). Para complementar a análise, foram entrevistados especialistas em comunicação organizacional e novas mídias, a fim de verificar se essa tendência de participação do antes (apenas) consumidor de informação como produtor de conteúdo vem se manifestando nas empresas, e a forma como vem acontecendo. O estudo permitiu observar que existem muitos desafios para a comunicação organizacional quando relacionada à comunicação, de uma forma geral. Os resultados indicam que dentro das organizações, existe a possibilidade de comunicação colaborativa, aquele modelo de comunicação consentida e que não interfira no dia-a-dia da empresa, prejudique sua imagem ou compartilhe informações privilegiadas que possam comprometer a competitividade da empresa no mercado.Item O PAPEL DA COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE TRANSIÇÃO DE GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA(2012-06-25) Valéria de Camargo Amoris; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Prof. Dra. Priscila Perazzo; Prof. Dr. Wilson da Costa BuenoO trabalho analisa as estratégias da assessoria de imprensa da administração local – no âmbito municipal – com a verificação da atuação da assessoria de imprensa no processo transitório de governo municipal após a troca de equipes de dois partidos políticos diferentes. O objeto estudado foi a ocasião em que o governo do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) sucedeu à gestão de 12 anos de governo do Partido dos Trabalhadores (PT), na cidade de Santo André (SP), em 2008/2009. Trata-se de pesquisa explicativa com abordagem qualitativa, por meio da aplicação de uma pesquisa de campo com técnicas de entrevistas semiestruturadas. A pesquisa identificou que não há lei que regularize esse período transitório, e as informações trocadas nesse processo ocorrem por meio de um "acordo de cavalheiros". Cria-se uma expectativa por mudanças profissionais, o que não aconteceu, e funcionários da prefeitura pontuam que não houve preparação para o processo de transição. A pesquisa também constatou que a administração pública não tem memória de comunicação, pois quem sai "apaga" o que fez para prejudicar quem entra ou para não dar munição a eventuais problemas e/ou processos; além disso, há falhas nas estratégias de comunicação em relação aos públicos interno e externo em todo o período estudado. Por fim, concluímos que a comunicação tem papel fundamental no processo de transição de gestão na administração pública porque ela é o elo entre a administração e a sociedade.Item O USO DAS NOVAS MÍDIAS NA DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DE SÃO PAULO(2020-12-17) Luciane Treulieb; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Prof. Dr. Arquimedes Pessoni; Prof. Dr. Wilson da Costa Bueno; Prof. Dr. Alan Cesar Belo AngeluciA presente pesquisa buscou analisar como as universidades públicas e gratuitas do estado de São Paulo utilizam as novas mídias para a produção de conteúdos de divulgação científica. Trata-se de um estudo exploratório de abordagem qualitativa que, além da revisão de literatura focada em temas como comunicação organizacional, comunicação pública, comunicação nas universidades, divulgação científica e novas mídias, incluiu análise documental e entrevistas semiestruturadas com gestores de comunicação e comunicadores da USP, da Unesp, da Unicamp, da Unifesp, da UFSCar e da UFABC. Tais entrevistas foram realizadas no final de 2019 e no início de 2020 e buscaram captar a percepção dos entrevistados em relação à divulgação científica e às novas mídias. Identificamos que as principais plataformas comunicacionais utilizadas são portais, revistas e jornais (impressos e online), blogs, podcasts, vídeos para YouTube, redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) e newsletters. Posteriormente, realizamos uma análise descritiva dos principais produtos existentes nas instituições. Os resultados deste estudo indicam a existência de uma disputa entre divulgação científica e assuntos de interesse administrativo institucional, não viabilizando mais produção de conteúdos sobre ciência, principalmente em um cenário em que recursos, tempo e equipe são escassos. Para reverter isso, a divulgação científica precisaria ser institucionalizada. Porém, mesmo nesse contexto, foi encontrada considerável produção em diferentes mídias, embora, muitas vezes, o material não circule suficientemente para alcançar mais pessoas e extrapolar o ambiente acadêmico. Como desafio, os entrevistados demonstraram que há dificuldade em sair da “bolha” acadêmica e se aproximar de pessoas da periferia que não costumam ter acesso à universidade. Por fim, reconhecemos que esse é um cenário de constantes mudanças e que o panorama apresentado está sendo modificado mais rapidamente devido à pandemia da Covid-19. Como proposta de aplicação deste mestrado profissional, foi elaborado, em formato e-book, o Menu de ideias — como fazer divulgação científica nas novas mídias das universidades. O material foi desenvolvido a partir de entrevistas e mapeamentos realizados ao longo da construção deste trabalho e apresenta as iniciativas encontradas para a produção de conteúdo de divulgação científica nas seis universidades públicas pesquisadas. A intenção é que essas iniciativas possam ser conhecidas e replicadas em outras instituições.