Navegando por Autor "Prof. Dr. Roberto Coda"
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Item CULTURA ORGANIZACIONAL E ESTRATÉGICA EMPRESARIAL: CONFLITO OU ALINHAMENTODarticléia Almeida Sampaio da Rocha Soares; Prof. Dr. Roberto Coda; Roberto Coda; Laércio Baptista da Silva; Isaias CustódioO objetivo desta dissertação é a discussão das relações entre a cultura organizacional e a estratégia empresarial, sob a ótica dos empregados da Indústrias Nucleares do Brasil S.A. (INB) que atuam na cadeia produtiva do urânio, no contexto das Unidades empresariais produtivas nos estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Para tanto, utilizou-se como referência teórica o Competing Value Model (CVM), de Cameron e Quinn. As referências teóricas explicitadas foram amparadas nos conceitos de cultura organizacional e estratégia, sendo explorada, nesse esforço de pesquisa, a dialogia entre conflito ou alinhamento de cultura organizacional e a estratégia empresarial. Nesta dissertação foi utilizada a metodologia do tipo exploratório descritivo, cujos fenômenos ou realidade interagem com a Cultura Organizacional. Descortinam-se os fundamentos estatísticos quanto à precisão e à validade do instrumento pelo estimador alfa de Cronbach. Foram aplicados questionários para identificar as relações entre quatro tipos de culturas organizacionais, a saber: clã, inovativa, racional e hierárquica, conforme proposto no modelo de Cameron e Quinn, as subculturas e a estratégia empresarial, intencionando-se avaliar em que aspecto a INB poderia ser mais eficaz. Foram encontradas correlações positivas entre o perfil cultural racional dominante e a estratégia empresarial. Além disso, há a sugestão de que a INB deve estar focada no ambiente externo, em direção à posição competitiva do sistema e à maximização de resultados. Ainda se notou como segundo perfil cultural o predomínio da cultura clã, que propõe se voltar ao ambiente interno, dirigido à manutenção do sistema. Foram também observadas as relações entre o perfil cultural da INB e eventuais subculturas. Averiguou-se que nas Unidades de Resende, Caldas, Caetité e Rio de Janeiro, os empregados efetivos são treinados no exercício de uma atividade específica e desafiante na área nuclear, justificando a influência da Cultura Racional. Também se percebeu que os empregados da INB que exercem tais funções não incorporaram os valores que caracterizam a Cultura Inovativa, a qual propõe uma organização flexível e externamente focada. Verificou-se, pois, que a interação se faz necessária, caso se pretenda alcançar o alinhamento entre esses dois constructos. Concluindo, o perfil de cultura racional da INB está em linha com sua estratégia empresarial.Item ESTILOS COMPORTAMENTAIS DOS GESTORES DA SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTES, LAZER E RECREAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULOJosé Roberto Domingos da Silva; Prof. Dr. Roberto CodaIntencionando esclarecer sobre o comportamento gerencial e seus efeitos na esfera pública, em especial na gestão esportiva, este estudo identifica como agem, quando em busca de resultados, os integrantes da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação (SEME) da Cidade de São Paulo. A pesquisa - quantitativa, quanto à abordagem, e exploratório-descritiva, quanto ao seu objetivo - realiza um censo com os gestores e trabalha com uma amostra não-probalilística, intencional, com um erro amostral de 8,25% e um nível de confiança de 95% dos não gestores. Com Base no Diagnóstico M. A. R. E. - desenvolvido por Coda (2000) -, identifica os Estilos de Mobilização dos respondentes - conforme proposto por Ricco (2004) - e descobre que as distribuições obtidas para os Gestores e os Não Gestores da SEME são similares e inversamente proporcionais às necessidades comportamentais que se originam do "novo" papel para o gestor público, posto que entre eles haja excesso de preocupação com o fator humano, com a compatibilização de interesses e com a continuidade dos processos e estratégias que se acham implantados, em detrimento do foco em resultados, pro-atividade e da implementação de ações. Em comparação com a distribuição dos Estilos de Mobilização da amostra brasileira, na SEME existem mais Colaboradores, Mantenedores e Negociadores e menos Competidores, Conquistadores, Realizadores e Especialistas. E, como a distribuição dos Estilos de Mobilização obtida para os Não Gestores é análoga à obtida pelos Gestores, é possível indicar que, sem recrutamento específico e com um perfil diferenciado, os futuros gestores continuarão a reproduzir o modelo de gestão vigente, adiando ou tornando ainda mais difícil a mudança de paradigma necessária, inclusive para pronta-resposta aos grandes eventos esportivos previstos para serem sediados em quatro anos.Item ESTILOS COMPORTAMENTAIS DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES(2009-06-22) Luiz Fernando de Miguel; Prof. Dr. Roberto Coda; Roberto Coda; Mauro Neves Garcia; Ana Maria Roux Valentini Coelho CésarIntencionando contribuir para melhores práticas administrativas, no que concerne à Gestão de Pessoas, e avançando nos conhecimentos produzidos pela Linha de Pesquisa M.A.R.E., iniciada por Coda (2000ª), este estudo trabalha com uma amostra de 82 profissionais da Área de Relações com Investidores, de empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo como sendo dos segmentos Novo Mercado e Níveis 2 e 1 de Governança Corporativa. Em uma abordagem marcadamente quantitativa e com objetivo exploratório-descritivo, produz resultados que indicam que tais profissionais se constituem em uma população com características que lhe são peculiares, diferenciando-se da amostra de profissionais brasileiros quanto aos Estilos de Mobilização que apresentam - padrões de comportamento propostos por Ricco (2004) para definir as ações dos profissionais em busca de resultados, os quais são obtidos por meio do Diagnóstico M.A.R.E., elaborado por Coda (2000a). E, embora os resultados da pesquisa não possam ser generalizados, eles indicam que os profissionais da Área de RI são principalmente Conquistadores e raramente Colaborados, sugerem que, embora cada profissional tenha a sua forma singular de ser, todos eles mudam o seu comportamento quanto trabalhando sob pressão, indicam que a população destes profissionais se divide em Diretores, Gerentes e Analistas de RI, e concluem que os profissionais estudados apresentam grande flexibilidade no seu modo de agir aliada à forte preocupação com os resultados pretendidos, mas que, mesmo quando trabalham sob pressão, jamais se voltam total e unicamente para a produção de resultados, deixando de lado a preocupação com as pessoas e os princípios e regras que regem a sua atribuição, demonstrando, assim, um movimento reflexivo e adaptativo de cada um ao perceber as constantes e acirradas mudanças conjunturais.Item ESTILOS DE MOBILIZAÇÃO PROFISSIONAL DE DOCENTES DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO(2010-12-20) Alba Zucco; Prof. Dr. Roberto Coda; Roberto Coda; Mauro Neves Garcia; Tânia CasadoIntencionando esclarecer se as ações dos docentes de cursos de graduação em administração da rede privada se assemelham ao comportamento da geração Y, apresentando uma tendência dominante de agir, este estudo exploratório e marcadamente quantitativo fez uso do Diagnóstico M.A.R.E. e identificou os Estilos de Mobilização dos professores de uma Instituição de Ensino Superior da cidade de São Paulo. Com uma amostra de 220 (duzentos e vinte) respondentes, obtida por amostragem aleatória, os resultados indicam que há maior representatividade dos Estilos de Mobilização (EM) Negociador (compatibilização de interesses) e (EM) Mantenedor (continuidade das ações) quando na busca por resultados. Também foi observada a pouca representatividade de ações voltadas à compatibilização de convivência (EM Colaborador) e a tornar real o que foi planejado (EM Realizador).