Navegando por Autor "Prof. Dr. Daniel dos Santos Galindo"
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Item COMENTÁRIOS E DISSONÂNCIAS EM FILMES PUBLICITÁRIOS NO YOUTUBEAnderson Marcusso; Profª. Drª. Regina Rossetti; Profa. Dra. Regina Rossetti; Prof. Dr. Gino Giacomini Filho; Prof. Dr. Daniel dos Santos GalindoA comunicação humana há tempos vem sofrendo as influências do desenvolvimento tecnológico acelerado, sobretudo nas sociedades capitalistas desenvolvidas. A formatação descentralizada das redes de computadores criou ramificações que propiciaram altos graus de interconexões físicas, lógicas e também comunicacionais. É baseada nisso que a internet encontrou um substrato no qual se desenvolver, aumentando a capacidade de armazenamento das informações, emissão, distribuição e fluxo das mensagens. Nessa onda, surge o YouTube em torno de vídeos amadores, hoje considerado mídia de massa com seu público jovem e adolescente manifestando-se amplamente em torno de tudo que é interessante, inclusive sobre os objetos deste estudo: os filmes publicitários "Menos Luíza que está no Canadá", da Construtora Águazul (2012), "Itaú sem papel", do Banco Itaú (2012) e "Fernanda Vasconcellos sem umbigo", das Havaianas (2011), que foram veiculados em rede nacional, contendo todos no YouTube, uma dissonância em relação a filmes publicitários tradicionais. O objetivo geral deste estudo é identificar e classificar as manifestações na rede social do YouTube em torno de filmes publicitários contendo elementos dissonantes que geraram milhões de visualizações e milhares de comentários. A pesquisa é qualitativa e quantitativa em nível exploratório, envolvendo revisão bibliográfica, análise documental de filmes publicitários e análise de conteúdo de comentários dos usuários da rede social do YouTube. A análise de conteúdo de que trata Bardin (2004) rege esse trabalho no que tange à coleta de dados - mais de oito mil comentários em sua totalidade -, recenseados e, por meio de método taxionômico, distribuídos em categorias. A partir daí, é utilizado o crivo categórico das pesquisas de Katie Paine (2011) para mensuração de relacionamentos nas redes sociais online na observação dos tipos de conversações em que as pessoas se envolvem que é dividido em 27 diferentes categorias. O aspecto quantitativo do trabalho envolve as concentrações de comentários nas diferentes categorias que leva a entendimentos sobre os diferentes tipos de manifestações dos usuários da particular rede social do YouTube. Curiosa é a comparação da categorização dos três vídeos, sugerindo que filmes publicitários brasileiros dissonantes no YouTube receberão sempre o mesmo tratamento em relação às categorias de Katie Paine (2011), tendo como principal interesse fazer 2 piadas ou ironizar com humor as falhas que os anunciantes cometeram, indicando que desaprovam as dissonâncias, já que não estariam comentando com tamanha ênfase um filme consonante.Item COMUNICAÇÃO E ATEÍSMO: NOVAS CONTEXTURAS NO BRASIL(2014-02-24) Sergio Luis de Martin; Prof. Dr. Gino Giacomini Filho; Prof. Dr. Gino Giacomini Filho; Prof. Dr. Daniel dos Santos Galindo; Prof.ª. Drª. Regina RossettiOs últimos censos brasileiros mostraram expressivo crescimento do número de cidadãos definidos como "Sem Religião", nos quais estão incluídos os ateus. No entanto, os céticos religiosos parecem não dispor de meios de comunicação proporcionalmente à sua relevância, ou que expressem sua ideologia e valores morais. São partes de novas contexturas que justificam e caracterizam o presente estudo. Trata-se de um estudo exploratório que faz uso de referencial teórico sobre religião e ateísmo, além de lidar com a comunicação nesse contexto. A fim de materializar o objeto pesquisado, elaborou-se um estudo de caso com a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos dando ênfase aos seus aspectos institucionais e comunicacionais. Os resultados mostram que as posturas dos meios de comunicação transitam de uma expressão responsável à preconceituosa para com a comunidade ateia, e que esta sofre restrições para difundir conteúdos, posições e opiniões na mídia tradicional, tendo que atuar de forma reativa e usar formas alternativas de comunicação como eventos, encontros, websites e mídias sociais para se expressar.