Navegando por Autor "Prof (a). Dr.(a.) Elizabete Cristina Costa Renders"
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Item DESENHO UNIVERSAL PARA APRENDIZAGEM COMO SUPORTE PARA O ENSINO INCLUSIVO: EM PERSPECTIVA A ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA PARA OS ALUNOS COM TEA(2023-08-08) Cristiane Nunes de Oliveira Sousa; Profa. Dra. Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Ana Sílvia Moço Aparício; Prof (a). Dr.(a.) Suelene Regina Donola MendonçaEsta pesquisa propôs a reflexão sobre a importância da prática pedagógica acessível em uma sala de aula onde há estudantes com e sem TEA, tendo como suporte o desenho universal para aprendizagem (DUA). Partiu da seguinte questão: Como construir uma prática pedagógica acessível em uma sala de aula onde há estudantes com e sem TEA? O objetivo geral foi investigar como os princípios do DUA podem contribuir para a construção de uma aula acessível em sala de aula onde há estudantes com e sem TEA. Os objetivos específicos foram: elencar e compreender a percepção dos professores e professoras sobre as principais barreiras enfrentadas pelos estudantes com TEA no cotidiano de uma sala de aula; promover a reflexão, junto aos professores e professoras, sobre o DUA como novo paradigma para a prática pedagógica acessível; construir, com base nos princípios do DUA, um produto educacional que apoie a prática pedagógica acessível em sala de aula onde há estudantes com e sem TEA. Esta foi uma pesquisa narrativa, cujos instrumentos foram a carta pedagógica e a roda de conversa. Quanto aos resultados, a partir da percepção dos professores e professoras, foram levantadas algumas barreiras enfrentadas pelos estudantes com TEA no cotidiano de uma sala de aula, como: os poucos recursos e a inexistência de apoio para trabalhar a inclusão escolar do aluno com TEA, bem como o desafio de atuar em demandas com as quais os professores ainda não possuem conhecimentos específicos. Foi possível observar também que a maioria dos professores não conhecem a proposta do desenho universal para aprendizagem. Ao final da pesquisa, foi proposto um produto educacional, intitulado “Construindo uma prática pedagógica inclusiva”. Trata-se de um site com materiais de apoio aos professores que atuam no processo de inclusão escolar de estudantes com TEA.Item ENSINO COLABORATIVO: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO ESCOLAR(2020-02-17) Daniela Alves de Lima Barbosa; Profª. Drª. Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a) Dr. (a) Ana Silvia Moço Aparício; Prof (a). Dr.(a.) Vera Lúcia Messias Fialho CapelliniO Ensino Colaborativo é definido como um modelo de prestação de serviço de apoio, principalmente entre os atores da comunidade escolar, os quais partilham responsabilidades pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes, os com e os sem deficiência. Esse modelo surgiu como uma possibilidade de atuação dentro do AEE e vem sendo assinalado como uma didática pedagógica promissora na busca pela escolarização do público alvo da educação especial – PAEE. Propôs-se como objeto de estudo analisar práticas no âmbito do Ensino Colaborativo. Partindo deste objeto emergiram algumas inquietações que motivaram e direcionaram o desenvolvimento desta pesquisa. Que práticas envolvidas no âmbito Ensino Colaborativo favorecem a inclusão escolar de educandos com deficiência? Qual a percepção dos professores acerca do Ensino Colaborativo? Com os questionamentos apresentados, delimitou-se como objetivo geral descrever práticas, no âmbito do Ensino Colaborativo, que favoreçam a inclusão escolar de educandos com deficiência. Como objetivos específicos da pesquisa elencamos: a) Investigar as percepções dos professores acerca do que é o ensino colaborativo; b) Caracterizar as práticas educativas descritas no âmbito do ensino colaborativo, que favoreçam a inclusão escolar; c) Elaborar coletivamente um material didático sobre o ensino colaborativo. Partindo dos objetivos apresentados, a pesquisa foi então realizada segundo abordagem qualitativa, por meio de aplicação de um questionário semiestruturado formulado no Google Forms, bem como uma autobiografia narrada. Definiram-se como universo da pesquisa uma escola pública na região do ABC Paulista, na modalidade do ensino fundamental. Os sujeitos foram: um professor da classe comum, um professor do Atendimento Educacional Especializado - AEE, um gestor escolar, um estagiário de educação, o pesquisador desta pesquisa através da sua autobiografia e um responsável pelo estudante com deficiência. Os resultados apresentados descreveram, dentre outras coisas, que o EC se configura para além da atuação conjunta entre docentes do ensino comum e da Educação Especial, envolve outros elementos os quais, somados, configuram a didática do Ensino Colaborativo, que é visto como uma possibilidade de aprendizagem articulada pelo AEE. Esta pesquisa apresentou como produto final um objeto de aprendizagem na forma de um Blog Colaborativo construído com alguns sujeitos da pesquisa, servindo também como diário de pesquisa e configurando-se como produto e processo ao longo do percurso investigativo. As práticas pedagógicas de colaboração aqui descritas através da autobiografia narrada revelaram que o Ensino Colaborativo pode contribuir para práticas inclusivas na escola regular. Os resultados apresentados descreveram, dentre outras coisas, os desafios de implementação e efetivação do Ensino Colaborativo. De modo geral a pesquisa corroborou com o que vem sendo delineado na literatura, de que o Ensino Colaborativo contribui para práticas inclusivas escolares.Item FORMAÇÃO DOCENTE: UMA TRAVESSIA POSSÍVEL E POTENTE NA EFETIVAÇÃO DE UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NA CRECHE(2023-05-23) Vanessa Figueiredo Bonfante; Prof.a Dra. Marta Regina Paulo da Silva; Prof (a). Dr. (a) Marta Regina Paulo da Silva; Prof (a). Dr.(a.) Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Ellen de Lima SouzaO presente estudo teve, como objetivo geral, identificar e analisar o que docentes e gestoras consideram como pressupostos para um trabalho formativo que intente efetivar práticas antirracistas desde a creche. Partindo de tal premissa, definiram-se, como objetivos específicos: identificar a compreensão do grupo em relação à educação para e nas relações étnico-raciais; identificar a compreensão sobre educação antirracista; verificar quais ações antirracistas já acontecem na creche; identificar quais fatores interferem na efetivação de práticas antirracistas ou a favorecem; levantar os aspectos que as docentes e gestoras compreendem como fundamentais para um trabalho formativo que tenha, como perspectiva, uma educação antirracista; construir, a partir dos resultados do estudo, como produto educacional, um documento com preceitos e sugestões para formação docente visando à efetivação de práticas antirracistas na creche. A pesquisa classifica-se como qualitativa, de cunho exploratório, cujos procedimentos metodológicos foram: entrevista com docentes, gestoras e auxiliar de desenvolvimento infantil; e observação dos espaços e materialidades em relação à organização, representatividade e diversidade. Para a análise de dados, tomou-se, como base, a análise de conteúdo. O referencial teórico pautou-se nas legislações e documentos que regulamentam o trabalho na Educação Infantil e que orientam uma educação antirracista, além de estudos sociais da infância e nas pedagogias decoloniais. Os resultados revelam que apesar de vinte anos da lei 10.639/03, a compreensão sobre as relações étnico-raciais e as práticas pedagógicas antirracistas, sobretudo com bebês e crianças bem pequenas, ainda é superficial. Demonstram ainda a ausência de uma formação contínua que possa contribuir para a construção de conhecimento sobre a temática e, consequentemente, oportunizar ações antirracistas no cotidiano das creches, a fim de que sejam discutidas e organizadas com propriedade e de maneira mais sistemática. Diante disso, o produto educacional proposto é um Plano Formativo, cuja premissa é contribuir para o processo de formação de docentes e gestoras, com vistas a repertoriá-los com relação às possibilidades de trabalho com essa temática nas creches. Ademais, pretende-se junto às políticas públicas, reafirmar a urgência da efetivação de uma educação antirracista, pois não se pode admitir que crianças negras continuem sendo negligenciadas, já que o tempo das infâncias não espera; ele é o agora.Item INTERAÇÕES NA INFÂNCIA: A ESCOLA COMO LUGAR DE ENCONTRO DE CRIANÇAS PEQUENAS E SUAS INFINITAS POSSIBILIDADES EM DIFERENTES TEMPOS E ESPAÇOS(2024-06-19) Valéria Ferreira Fortes; Prof. Dr. Ivo Ribeiro de Sá; Prof (a). Dr.(a.) Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Carlos Alexandre Felicio Brito; Prof (a). Dr.(a.) Emilia Maria Bezerra Cipriano Castro Sanches; Prof (a). Dr.(a.) Kathya Maria Avres de GodoyNo contexto educacional atual da pré-escola é comum observar que a organização das crianças nas turmas é feita por faixa etária. Esta organização segue preceitos de um sistema de seriação, estruturado de maneira padronizada e homogênea, baseado em teorias psicológicas que classificam as características de desenvolvimento e aprendizagem por idade. Nesse sentido, sobrevém uma questão: será que a aprendizagem e o desenvolvimento só podem ser estimulados por meio deste modelo? Será que a composição de turmas com diferentes idades não promoveria maior pluralidade cultural e, por consequência, promoveria maiores trocas de experiências e saberes em diferentes tempos e espaços? A partir desses questionamentos este estudo investigou como as interações contribuem para a aprendizagem das relações sociais de crianças de diferentes idades, em diversos tempos e espaços, na Educação Infantil, em uma EMEI em São Paulo, cuja proposta educativa se baseia em agrupamentos multietários. Além disso, foi investigado os momentos e as formas em que ocorrem essas interações e como os espaços e tempos escolares são organizados para esse fim. Isso possibilitou compreender como o ambiente escolar pode favorecer a aprendizagem das relações sociais a partir dessas interações e, em colaboração com as crianças. Para realização do estudo foi considerado os princípios da abordagem qualitativa para entender as interações das crianças em diferentes tempos e espaços no processo de desenvolvimento. Além disso, o estudo se configurou com exploratório, o que permitiu obter novas percepções e me familiarizar com o fenômeno em questão. Para tanto, foi utilizado a Observação Participante como instrumento de pesquisa, interagindo diretamente com a realidade estudada para compreender melhor os interesses e processos de aprendizagem das crianças envolvidas. A coleta de dados foi feita por meio de observações e registros escritos, focando especialmente nas diferentes linguagens das crianças, como a oralidade e o desenho, e nas interações entre crianças de diferentes idades em diversos tempos e espaços. Ao final desta pesquisa, foi possível afirmar que essas interações desempenham um papel fundamental no desenvolvimento e na aprendizagem das relações sociais das crianças. O desafio, portanto, é criar novos espaços e tempos mais acolhedores, relevantes, sensíveis e inclusivos, onde cada criança seja reconhecida como única e valorizada em sua singularidade, permitindo que se expressem de diferentes formas e interajam em diversos tempos e espaços da escola. Com o intuito de oferecer uma ferramenta prática e teórica que possibilite debates, reflexões e que, se possível, diminua os desafios e incertezas investigados nesta pesquisa científica, desenvolvi um produto para formação de professores. Esse produto, em formato de e-book, foi intitulado "Desbravando Possibilidades Infinitas: Cenários de Aprendizagem e Encontro de Crianças Pequenas em Diferentes Tempos e Espaços da Escola." E para inspirar os professores e destacar de forma mais visível a importância dessas interações, o produto foi enriquecido com um recurso audiovisual chamado "Tecendo Laços: As Interconexões da Criança na Educação Infantil."Item O PAPEL FORMADOR DO PROFESSOR ITINERANTE NO CONTEXTO DA ESCOLA INCLUSIVA(2023-09-08) Neliane de Fátima Ferreira; Profa. Dra. Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Elizabete Cristina Costa Renders; Prof (a). Dr.(a.) Maria de Fátima Ramos Andrade; Prof (a). Dr.(a.) Mércia Aparecida da Cunha OliveiraO presente trabalho tematiza os desafios e avanços enfrentados pelos professores itinerantes para a promoção da educação inclusiva. Buscou-se, por meio deste estudo, responder à seguinte pergunta investigativa: Quais os desafios e avanços que os professores itinerantes enfrentam ao promover formação docente para a educação inclusiva? Assim, o objetivo geral foi investigar, em interface com o desenho universal para a aprendizagem (DUA), qual a contribuição da formação oferecida pelos professores itinerantes ao desenvolvimento profissional docente na perspectiva da educação inclusiva. Quanto aos objetivos específicos, delimitaram-se: 1. Caracterizar como tem se dado o serviço de itinerância na rede de ensino pesquisada; 2. Promover a reflexão, com os/as professores/as itinerantes e os professores/as regentes, sobre como a prática de ensino tem contribuído para a inclusão escolar; 3. Construir, com os/as professores/as, um produto educacional baseado no DUA, que apoie a prática de ensino inclusiva. Metodologicamente, a pesquisa classifica-se como qualitativa e aplicada, valendo-se da pesquisa narrativa com vistas a destacar os relatos dos docentes acerca de sua experiência educativa. Após um questionário de sondagem, foram escolhidos, como participantes, seis professores itinerantes que atuam em escolas públicas do município pesquisado. Em uma roda de conversa, na qual foi possível refletir sobre as suas experiências educativas, os educadores redigiram uma carta pedagógica, direcionada a uma professora iniciante, discorrendo sobre seu trabalho e a relevância dele para a construção da escola na perspectiva inclusiva. Como fundamentação teórica, partiu-se dos princípios da educação inclusiva, desenho universal para aprendizagem e reflexões acerca da profissionalidade dos professores itinerantes, a partir de publicações de autores renomados como Maria Teresa Eglér Mantoan, Elizabete Cristina Costa Renders e Sandra Maria Gomes Scaravelli. Os resultados apontaram para a necessidade de investimentos em políticas públicas no sentido da valorização dos professores itinerantes e da qualificação dos serviços prestados no processo de inclusão escolar. Apesar dos avanços significativos na profissionalidade e na atuação docente, ainda há desafios importantes nesse campo, tais como :a necessidade de estabelecer critérios mais claros quanto à contratação de profissionais para atendimento mais qualificado e ao desafio burocrático da atuação docente. Por fim, desenvolveu-se, como produto educacional, um material instrucional para professores itinerantes que atuam na educação especial na perspectiva inclusiva, intitulado ”Estratégias para práticas inclusivas na docência itinerante”.