Navegando por Autor "Geraldo Luciano Toledo"
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Item A AVALIAÇÃO DO GRAU DE ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS COMERCIAIS E PRESTADORAS DE SERVIÇO(2016-06-27) Renato Henrique da Luz; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Silvio Augusto Minciotti; Sérgio Feliciano Crispim; Geraldo Luciano ToledoO presente estudo focou a avaliação do grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais. A pesquisa teve como objetivo identificar as características que são relevantes para avaliar o grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas a partir de um modelo proposto por Day (2001), o qual sofreu adaptações visando torná-lo adequado ao objetivo proposto. Para a obtenção do objetivo, realizou-se um uma pesquisa exploratória em duas etapas e uma pesquisa descritiva em etapa única. A pesquisa exploratória objetivou desenvolver um instrumento que pudesse avaliar o grau de orientação para o mercado das micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais e que refletisse o cotidiano dessas organizações, alvos do estudo. A primeira etapa dessa pesquisa se caracterizou pela realização de entrevistas semiestruturadas com alguns gestores de micro e pequenas empresas; a segunda etapa utilizou o método da opinião de especialistas e a técnica Delphi para aprimorar e validar o instrumento desenvolvido na etapa anterior. A pesquisa descritiva utilizou o instrumento desenvolvido na pesquisa exploratória, aplicando-o a gestores de 348 micro e pequenas empresas prestadoras de serviço e comerciais, da região metropolitana de São Paulo. Tal qual no modelo desenvolvido por Day (2001), o instrumento aplicado para todas as empresas veio a abranger cinco fatores, são eles: Cultura Organizacional, Capacidade de Sentir o Mercado, Capacidade de Relacionamento com o Mercado, Visão Estratégica e Estrutura Organizacional. Os resultados apontaram para as microempresas prestadoras de serviço que, dos cinco fatores apreciados, apenas aqueles referentes à Cultura Organizacional e Estrutura Organizacional demonstraram uma forte orientação para o mercado. Os demais demonstraram apenas uma fraca orientação para o mercado. No caso das pequenas empresas prestadoras de serviço, o fator Cultura Organizacional demonstrou uma forte orientação para o mercado. Quanto aos demais fatores esses apresentaram apenas uma fraca orientação para o mercado. Quanto às microempresas do comércio, notou-se uma forte orientação para o mercado em todos os fatores. E, por fim, para as pequenas empresas do comércio ficou evidenciado que, referente aos fatores Cultura Organizacional, Visão Estratégica e Estrutura Organizacional há uma forte orientação para o mercado. Quanto aos demais fatores, Capacidade de Sentir o Mercado e Capacidade de Relacionamento com o Mercado, notou-se apenas uma fraca orientação para o mercado. Dessa maneira a pesquisa demonstrou que é possível avaliar o grau de orientação para o mercado em micro e pequenas empresas e o instrumento desenvolvido é hábil para isso. Com base nos resultados alcançados nessa pesquisa, são relatadas sugestões para a condução de futuras pesquisas envolvendo a utilização do instrumento utilizado neste estudo.Item A FRAUDE COMO FATOR INIBIDOR DO SETOR DE SEGUROS NO BRASILGeorge Henry Millard; Prof. Dr. Sergio Crispim; Sérgio F. Crispim; René Henrique Götz Licht; Geraldo Luciano ToledoA necessidade das instituições e pessoas protegerem-se de perdas e de suas consequências foi o fator gerador da atividade seguradora, por meio da criação de um lastro de poupança, definido por cotas e obedecendo a princípios de reciprocidade. Sua base é o mutualismo, em que há vantagens recíprocas para os participantes, é uma associação permanente e indispensável à proteção, e compensação por perdas financeiras, ou eventos futuros certos e inevitáveis, e se materializa por um contrato. A quebra desse contrato pode dar-se por práticas inadequadas, frequentemente ilícitas, em detrimento da lei, e com prejuízo alheio, configurando-se em fraudes. São comportamentos que impõem perdas tanto para as seguradores, que têm seus custos elevados e margens reduzidas, quanto para os consumidores atuais, que têm os preços majorados em função dos repasses de custos derivados das fraudes, e potenciais, que deixam de ter acesso ao seguro em função dos preços relativamente altos. Neste sentido, esta dissertação busca a compreensão dos efeitos da fraude sobre o desenvolvimento do setor de seguros. O primeiro capítulo introduz o objetivo da pesquisa, verificar como a fraude influencia o desenvolvimento do setor de seguros no Brasil. No segundo capítulo o embasamento conceitual e as referências de dados secundários. Na primeira parte revisão bibliográfica sobre estratégia, ética e questões relacionadas à atratividade setorial e competitividade empresarial, que no caso do setor de seguros são muito condicionados pela fraude em função de seus efeitos depressivos sobre o setor. A segunda parte, nuclear ao projeto é inteiramente dedicada à compreensão da fraude em seus mais diversos aspectos, desde os primórdios da atividade, passando por sua conceituação, tipologia e impacto; também dedica especial atenção às pesquisas realizadas em diversos países, objetivando identificar comportamentos dos consumidores de seguro e tolerância à fraude, entre outros aspectos. A gênese desses trabalhos é a tentativa de gerar informação sobre práticas fraudulentas para subsidiar gestão ao seu combate. As pesquisas sobre fraude na atividade seguradora, realizadas em vários países são apresentadas, analisadas e comparadas. Para finalizar o referencial teórico, caracteriza-se o setor, com os resultados do mercado internacional, latino americano. O terceiro capítulo é dedicado à metodologia examinando-se a pesquisa e seu instrumento. O quarto capítulo é totalmente reservando aos resultados da pesquisa, que dá corpo a este trabalho por meio de pesquisa realizada no mercado brasileiro, que é a maior contribuição deste projeto. Visando compreender o ambiente de fraudes em seguros, em trabalho de campo, foram realizadas entrevistas com especialistas, objetivando sua visão, sensibilidade, e a coleta de depoimentos relativos à indústria seguradora. No quinto capítulo as considerações finais, onde estão alinhavados todos os tópicos desenvolvidos no trabalho com as conclusões da pesquisa de campo, extraindo-se as principais contribuições, limitações e potenciais desdobramentos do mesmo.Item ALIANÇAS ESTRATÉGICAS NO VAREJO: UM ESTUDO SOBRE AS ASSOCIAÇÕES DE FARMÁCIAS DO BRASIL E SUA INFLUÊNCIA SOBRE A COMPETITIVIDADE DOS AFILIADOSNorival Mantovani; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Geraldo Luciano Toledo; Silvio Minciotti; Sergio Feliciano CrispimAs farmácias independentes têm nas associações uma alternativa para preservar a competitividade face às grandes cadeias. Entre as várias alternativas, o modelo que vem prevalecendo no Brasil é o das Centrais de Negócios (Compras e Serviços), que surgiram com o fim de gerar ganhos na escala dos associados. Dado este contexto, este trabalho teve como objetivo conhecer os serviços prestados pelas associações de farmácias e seus benefícios às farmácias integrantes e identificar a percepção dos gestores dessas farmácias independentes sobre esses serviços prestados pelas associações. A pesquisa exploratória baseada em entrevistas com dirigentes dessas centrais, associações e profissionais da área identificou os serviços prestados pelas associações. Na segunda fase da pesquisa foi feito um levantamento (survey) com 3.061 farmácias independentes e afiliadas as associações, tendo sido instrumentalizado com um questionário composto de 30 assertivas. Como técnica de mensuração dos resultados optou-se pela Análise Fatorial Exploratória, com o objetivo de identificar a estrutura das variáveis avaliadas. Os resultados indicam que as farmácias independentes, após ingressarem em associações, passam a obter vantagens nas compras conjuntas e nas demais atividades operacionais. Enquanto independentes, suas ações de marketing eram muito tímidas ou praticamente inexistentes, e a partir da associação, são desenvolvidos programas cooperados junto à mídia, além de material promocional. Também passa a haver uma padronização das fachadas e layouts das lojas, marcando de forma mais acentuada sua presença face à concorrência. Também o treinamento dos funcionários e a padronização dos métodos de trabalho destacam-se como melhorias derivadas da ação cooperada das farmácias.Item ANÁLISE DOS FATORES DE COMPETITIVIDADE QUE INFLUENCIARAM A MIGRAÇÃO DE VALOR ENTRE AS EMPRESAS NOKIA E APPLE NO PERÍODO DE 2007 A 2012(2014-02-27) Bárbara Ádria Oliveira Farias Fernandes; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Sérgio F. Crispim; Edson K. de Miranda Kubo; Geraldo Luciano ToledoEsta pesquisa teve como objetivo identificar e explicar os principais fatores de competitividade que influenciaram a migração de valor de mercado da Nokia para a Apple, considerando-se o segmento de telefonia celular no período de 2007 a 2012. Teve como metodologia aplicada ao estudo, a pesquisa bibliográfica sobre os fatores de competitividade em especial o estudo dos fatores de competitividade identificados por Contador (2008), em seu livro "Campos e Armas de competição". A conclusão deste estudo indica que a análise comparativa da performance das duas empresas, Apple e Nokia, revelam que a Nokia apresentou no período de 2007 até 2012 resultados decrescentes (-81,51%), enquanto que a Apple apresentou um crescimento da ordem de 508,26%, ou seja, uma significativa evolução em seu desempenho empresarial e participação de mercado e que, inclusive, o fator de competitividade mais relevante foi o produto iPhone, constituindo-se tais dados em um indicativo da migração de valor da Nokia para a Apple, ou seja, da menos competitiva para a mais competitiva. A presente pesquisa poderá contribuir para o estudo da Administração de Empresas ao possibilitar que, empresas com características semelhantes às pesquisadas, apliquem em suas gestões os conhecimentos voltados aos fatores de competitividade explorados no trabalho.Item UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS DIFERENTES PÚBLICOS-ALVO NO PROCESSO DE CONTRATAÇÃO E UTILIZAÇÃO ELETIVA DE UM HOSPITAL(2006-05-12) Isaac Gil; Prof. Dr. Silvio Augusto Minciotti; Geraldo Luciano Toledo; Gino Giacomini Filho; Silvio Augusto MinciottiEsta dissertação apresenta uma análise da influência dos diferentes públicos-alvo no processo de contratação e utilização eletiva de um hospital e teve como objetivo esclarecer a atuação dos principais atores envolvidos na prestação de serviços médico-hospitalares, inseridos no campo da saúde suplementar nacional, que é regulamentado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, órgão vinculado ao Ministério da Saúde. O referencial conceitual foi alicerçado nas teorias referentes ao composto de marketing, aos canais de marketing, ao comportamento do consumidor em geral e ao comportamento do consumidor de serviços, à segmentação de mercado e aos conceitos de oferta de serviços. Buscou-se descrever a relevância das organizações hospitalares e de suas relações como prestadores de serviços. Apresentou-se a influência dos médicos enquanto atores neste cenário. Teve como base informações de natureza documental e de entrevistas semi-estruturadas realizadas com dois dirigentes de hospitais gerais privados, ambos acreditados pela Organização Nacional de Acreditação e filiados à Associação Nacional de Hospitais Privados no município de São Paulo, em agosto de 2006. As entrevistas foram avaliadas pela técnica de Análise de Conteúdo, conforme preconizado por Laurence Bardin (2004). Os resultados qualitativos permitiram formular a hipótese de que existe uma preponderante influência das operadoras de saúde no processo de contratação e utilização eletiva de um hospital, influência essa que também é exercida pelos médicos, porém em menor escala. Os potenciais pacientes, ou seja, pouco mais de 36 milhões de beneficiários, são atores que exercem mínima influência quando da contratação e utilização eletiva de um hospital, ao se comparar com a influência da operadora de saúde, do hospital e do médico. Uma das entrevistas identifica a influência das corretoras de planos de saúde, ator que não aparece no referencial conceitual, o que pode apontar para estudos adicionais a fim de melhor compreendê-las e verificar o grau de sua possível participação no processo. Ao final, sugere-se aprofundar esta análise pela relevância social que ela encerra e pela fundamental importância do serviço prestado.