Navegando por Autor "Caroline Aparecida de Sousa Cardoso"
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Item AVALIAÇÃO DA REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA NA ESPECIALIDADE DE CARDIOLOGIA EM UM AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO(2020-03-16) Caroline Aparecida de Sousa Cardoso; Profª. Drª. Sandra Regina Mota Ortiz; Profa. Dra. Sandra Regina Mota Ortiz; Prof.ª Raquel Siqueira Brasileiro Nato; Prof.º Eder VianaO objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade dos encaminhamentos para a especialidade de Cardiologia no Ambulatório de Especialidades Dr. Milton Aldred, comparando com o Protocolo de Regulação Ambulatorial em Cardiologia Adulto e avaliar a frequência da contrarreferência desses pacientes. Trata-se de um estudo exploratório transversal descritivo, do tipo quantitativo. Realizou-se um levantamento dos prontuários dos pacientes, advindos das unidades básicas de saúde, das Redes de Atenção à Saúde de Capela do Socorro e Parelheiros, que passaram em consultas na especialidade de cardiologia no período de janeiro a dezembro de 2018. A variável primária está relacionada a avaliação da eficácia do encaminhamento realizado pela atenção primária à saúde e a frequência da contrarreferência dos pacientes. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva e apresentadas por meio de gráficos e tabela. 19% dos indivíduos que foram agendados não compareceram as consultas. Após a avaliação de 1653 guias de referência e contrarreferência foi possível identificar que 100% das guias foram preenchidas de forma inadequada pela atenção primária à saúde e a frequência da contrarreferência dos pacientes foi de aproximadamente 15%, portanto o número de altas da especialidade de cardiologia é baixo o que promove um impacto nas filas para o especialista, isso ocorre pela falta de comunicação eficaz na Rede de Atenção à Saúde, dificultando a coordenação do cuidado pela atenção primária à saúde. A Hipertensão Arterial Sistêmica é a principal patologia mais encaminhada, com o maior número de pessoas na faixa etária acima dos 60 anos. Este projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Municipal de São Caetano do Sul tendo como instituição coparticipante a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo e Organização Social Saúde da Família, e é redigido conforme os padrões estabelecidos pela Resolução do Conselho Nacional da Saúde número 466 de 2012.