Navegando por Autor "Ana Cristina de Faria"
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Item A GESTÃO DE CUSTOS INTERORGANIZACIONAIS E A CONTABILIDADE DE LIVROS ABERTOS EM UMA MONTADORA DE VEÍCULOS AUTOMOTORES NA REGIÃO DO GRANDE ABC(2011-06-30) Iderlan Charles Soares; Profª. Drª. Ana Cristina de Faria; Ana Cristina de Faria; George Bedinelli Rossi; Welington RochaA indústria automobilística mundial sempre foi marcada por um pequeno grupo de montadoras e pelo grande número de empresas fornecedoras de peças com contratos de longo prazo e relações superficiais entre fornecedores e montadoras. Hoje, esta relação mudou muito e ocorre intenso compartilhamento de informações em toda a Cadeia de Suprimentos (CS) das empresas do setor. Diante disso, faz-se necessário que as organizações definam estratégias de gestão de custos nos relacionamentos interorganizacionais. A Gestão Estratégica de Custos (GEC) não se resume, simplesmente, às ações que busquem redução de custos individuais, mas sim ações que busquem melhorar a vantagem competitiva das empresas e CS em termos amplos. A Gestão de Custos Interorganizacionais (GCI), nesse contexto, desenvolve Gestão Estratégica de Custos focada na minimização de custos, criando vantagens competitivas frente às cadeias concorrentes. Sua prática ocorre, habitualmente, com o auxílio da Contabilidade de Livros Abertos (CLA). O objetivo geral deste trabalho é verificar como está sendo praticada a Gestão de Custos Interorganizacionais (GCI) e a Contabilidade dos Livros Abertos (CLA) em uma montadora de veículos automotores na região do Grande ABC. Foi utilizada metodologia sustentada em uma base de dados de natureza qualitativa, por meio de estudo exploratório em uma montadora localizada no Grande ABC. Considerando o caráter exploratório desta pesquisa, optou-se pelo desenvolvimento de um estudo de caso. Além da observação direta em visita à planta da montadora no Grande ABC, foram entrevistados gestores das áreas de Suprimentos, Pesquisa e Desenvolvimento, Engenharia de Qualidade de Fornecedores, Logística e Finanças. Ao lado da GCI, a CLA busca a redução de custos, aumento da rentabilidade e o compartilhamento dos ganhos adicionais entre as empresas que compõem a cadeia. Na montadora pesquisada, por meio de observação direta e das entrevistas realizadas, pode-se contatar que, com base nos fatores condicionantes (produto, componentes, níveis de relacionamento, tipo de cadeia e mecanismos), há prática da GCI e da CLA, tanto na fase da Pesquisa e Desenvolvimento, quanto na fase da produção, focadas na redução de custos e melhoria contínua dos processos e produtos. Os resultados obtidos na pesquisa evidenciam que a prática da GCI e da CLA torna os relacionamentos entre a montadora e fornecedores mais rentáveis e duradouros. A GCI e a CLA tronam-se ferramentas capazes de gerar benefícios a toda cadeia, e definitivamente devem ser incluídas na gestão estratégica das empresas.Item A INFLUÊNCIA DO NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO NA SATISFAÇÃO DO CLIENTE: UM ESTUDO EM MONTADORA DO SETOR AUTOMOBILÍSTICO(2014-10-28) Fabio Hiroshi Tomoyese; Profª. Drª. Ana Cristina de Faria; Ana Cristina de Faria; Denis Donaire; Dirceu da Silva Membro ExternoO aumento de 155% nas vendas de veículos de passeio e comerciais leves entre os anos 2000 e 2013 e a diversificação de modelos e serviços neste setor, tem levado o consumidor brasileiro a escolhas cada vez mais criteriosas. Nesse sentido o objetivo central desta pesquisa foi analisar a influência do Nível de Serviço Logístico de uma montadora de veículos localizada no Estado de São Paulo e de sua rede de concessionárias, na satisfação dos seus clientes da Região Sudeste do Brasil. Desta forma recorreu-se ao arcabouço teórico nas quais foram explorados os constructos do Nível de Serviço Logístico e da Satisfação do Cliente, bem como suas relações, seus elementos, os métodos de mensuração destes constructos e a sua representatividade nos contextos da Logística Integrada, Supply Chain Management e o Marketing. Adotou-se a pesquisa exploratória, desenvolvida a partir de um estudo de caso, com abordagens qualitativas e quantitativas. A abordagem qualitativa, a partir das entrevistas com os responsáveis das áreas de Logística e Marketing e a análise documental no período de Julho à Outubro de 2013, permitiu a identificação das principais atividades logísticas que mantinham uma relação com a satisfação dos clientes, bem como permitiu a comparação e a constatação de uma relação intrínseca com três itens do questionário da pesquisa de Satisfação do Cliente aplicado pela montadora. Desta forma foi possível operacionalizar o constructo do Nível de Serviço Logístico e estabelecer teoricamente as relações entre este, a Qualidade em Serviços e a Satisfação do Cliente, que foram testados sob a ótica determinista com a adoção da modelagem de equações estruturais pelo método de estimação dos mínimos quadrados parciais. A abordagem quantitativa permitiu concluir que o Nível de Serviço Logístico da rede influenciava direta e positivamente a Satisfação dos Clientes, porém com um efeito muito menor (0,356) se comparado com o efeito deste na Qualidade em Serviços (0,746). Não obstante, o Nível de Serviço Logístico pode causar uma variação indireta na Satisfação do Cliente de 0,349, mediada pela Qualidade em Serviço, que somada à variação direta (0,356) representa um efeito total na Satisfação do Cliente de 0,705. Sugere-se que estudos futuros repliquem e aprimorem o modelo delineado nesta pesquisa que contribui para o estado da arte de futuras pesquisas nas áreas de Logística e de Marketing.Item A OPINIÃO DE USUÁRIOS GESTORES DA PRODUÇÃO DE EMPRESAS INDUSTRIAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO COM RELAÇÃO AO ATENDIMENTO DAS NECESSIDADES DO SETOR DE PRODUÇÃO PELAS FUNCIONALIDADES OFERECIDAS PELOS SISTEMAS ERP (ENTREPRISE RESOURCE PLANNING)André Luiz Pestana de Oliveira; Prof. Dr. Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Diógenes Souza Bido; Ana Cristina de FariaO objetivo deste estudo foi verificar a opinião dos usuários-chave do setor de produção quanto ao atendimento das necessidades por parte do ERP em pesquisa realizada com 46 empresas industriais do Estado de São Paulo. O instrumento de pesquisa foi elaborado com base em uma extensa revisão da literatura sobre administração da produção e sobre ERP, que serviu como base para elaboração de um questionário com 28 atividades ligadas à área da produção. As atividades de produção foram divididas em quatro dimensões funcionais: Políticas de Manutenção de Estoques, Previsões, MRP e MRP II. As atividades de produção foram analisadas segundo cinco itens de avaliação: (i) atendimento das necessidades pelas funcionalidades do ERP, (ii) facilidade de uso da funcionalidade, (iii) parametrização realizada na funcionalidade, (iv) necessidade de customização da funcionalidade e (v) treinamento recebido. O questionário foi respondido por gestores de produção de 46 indústrias do Estado de São Paulo, constituindo-se uma amostra não probabilística, pelos critérios de acessibilidade e conveniência. A pesquisa teve caráter exploratório, uma vez que buscou conhecer mais sobre o tema. A análise dos dados obtidos mostrou que em linhas gerais os ERP estão em conformidade com as necessidades dos gestores da produção. Porém, o aspecto que mais chamou atenção foi a alto número de atividades de produção que não são realizadas por funcionalidades do ERP nas empresas pesquisadas. Observou-se que quanto maior o número de atividade usadas, maior a percepção de atendimento das necessidades, e também que a dimensão funcional que mais atende às necessidades é MRP enquanto o MRP II é a que menos atende. O tipo de atividade de produção com melhores médias foi para estoque.Item ANÁLISE DO AMBIENTE INFORMACIONAL DOS TOMADORES DE DECISÃO DO MERCADO DE CAPITAIS(2010-03-08) Luiz Eduardo Takenouchi Goulart; Prof. Dr. José Osvaldo de Sordi; José Osvaldo De Sordi; Ana Cristina de Faria; Luciano Antonio Prates JunqueiraAo final do século XX as inovações tecnológicas nos sistemas de transmissão de dados através da interligação das redes de computadores permitiu ampla conectividade de comunidades sociais. Normalmente as organizações compartilham e promovem o intercambio de informações internamente. Está pesquisa investiga a existência de rede colaborativa entre as instituições que atuam na geração e provimento de informações no mercado de títulos e valores mobiliários. O ambiente informacional tem base na geração e compartilhamento de informações O ambiente informacional a ser analisado abrange os agentes reconhecidos do mercado de capitais, e, aqueles que se configurarem como participantes diretos e indiretos integrantes do mercado de capitais. No caso do mercado de capitais brasileiro as trocas informacionais são fiscalizadas pela BOVESPA sendo reguladas de acordo com o nível de governança corporativa da organização objeto, que com isto analisa a clareza e acessibilidade das informações compartilhadas com quem e de que forma. A partir da definição das informações de interesse e das organizações envolvidas nesta rede de comércio de informações, definiu-se o instrumento de pesquisa e os respondentes do mesmo. O objetivo da presente pesquisa é identificar e caracterizar o ambiente interorganizacional relacionado ao mercado de capitais, a partir do fluxo de informações envolto nas tomadas de decisões relativas às negociações de ações. Neste contexto tem-se o seguinte problema de pesquisa: "Como se configura o ambiente interorganizacional dos tomadores de decisão do mercado de capitais?". Para isto, além da fundamentação teórica necessária houve o mapeamento de processos e procedimentos de trocas informacionais e da geração de informações na organização. Das informações padronizadas disponibilizadas pelas companhias que necessitam de certo nível de entendimento contábil e financeiro para serem usadas, das disponibilizadas pela BMF&BOVESPA originadas nas transações cotidianas, embora algumas delas sejam diretas das companhias, preparadas para fácil entendimento e formação de bases de dados, e, dos especialistas do mercado de capitais (Agencias de rating, mídias especializadas, análises encomendadas e outras) produtores de informações com alta agregação de valor informacional dando a perspectiva de cenários futuros e específicos na decisão de investimento no mercado de capitais. Pôde-se verificar a existência de uma rede colaborativa de negócios entre os atores do mercado de capitais, as principais informações transacionadas, a freqüência das trocas e disponibilizações e os canais de distribuição para a obtenção por parte dos analistas e intermediadores e a distribuição para investidores / clientes com que são usadas para a elaboração de análises com valor informacional agregado para a tomada de decisão de investimento e os seus usuários. No entanto, está pesquisa confirma que há a configuração de uma rede colaborativa interorganizacional, analisando os seus atores interagindo, buscando e criando vantagens competitivas, oriundas do compartilhamento de informações levando a um novo nicho de estudos futuros: o comércio de informações no mercado de capitais.Item APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA CONSTRUÇÃO ENXUTA EM CONSTRUTORAS VERTICAIS NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOSLuiz Celso Peretti; Profª. Drª. Ana Cristina de Faria; Ana Cristina de Faria; Isabel Cristina dos Santos; Susana Carla Farias PereiraO objetivo principal deste estudo é verificar se são adotadas e praticadas as ferramentas e os princípios da Construção Enxuta, em construtoras verticais da Região Metropolitana de São Paulo. Esta pesquisa é de natureza exploratória e foi desenvolvida por meio de estudo de casos múltiplos em três empresas de diferentes portes do segmento de construção vertical. As três empresas pesquisadas atuam na mesma atividade, e mesmo sendo de portes diferentes, têm formas e características que se assemelham. Ficou evidente que nenhuma delas pratica o Housekeeping e nem tão pouco os 5S, alegando baixa cultura de seus funcionários, alta rotatividade e falta de treinamento. Porém, quando apresentados os benefícios da ferramenta, demonstram interesse na aplicação. Quanto à filosofia da Construção Enxuta seus gestores alegaram desconhecimento, mas verificou-se prática de princípios mesmo desconhecendo o conceito. Das três empresas observadas, a de porte médio foi a única que atua e pratica a filosofia de modo integral por ter certificação ISO 9002; a empresa de pequeno porte não é certificada, e a de grande porte é certificada e possui sistemas próprios. A filosofia de produção aplicada à Construção Civil, denominada Construção Enxuta, ainda está em fase de maturação no Brasil, necessitando que mais pesquisadores dediquem-se a este campo de pesquisa. Considera-se que este trabalho contribui para destacar que a aplicação da filosofia da Construção Enxuta pode trazer grandes vantagens para as empresas de Construção Vertical, no que diz respeito à redução de custos e aumento de produtividade, bem como que as ferramentas da Construção Enxuta, se devidamente utilizadas, podem minimizar desperdícios e gerar melhorias contínuas no sistema já existente nas empresas pesquisadas e no segmento de forma geral, estando alinhadas com os processos de qualidade e oferecendo diferenciais a seus Clientes.Item ATIVO INTANGÍVEL: COMPARATIVO DO TRATAMENTO NO BRASIL ANTES E DEPOIS DA LEI 11.638/07(2013-09-26) José Cazone Neto; Prof. Dr. Laércio Baptista da Silva; Laércio Baptista da Silva; Ana Cristina de Faria; Anísio Candido PereiraO objetivo deste trabalho foi verificar em que medida os fatores identificados por Jim Collins como explicativos para a valorização de empresas americanas significativamente superior à média do mercado por um longo período, após um período de valorização mediana, também estão presentes em empresas brasileiras que tiveram desempenho de valor semelhante. Esta é uma pesquisa descritiva e seu delineamento é de um levantamento de campo. Após um levantamento de dados de valor de mercado de todas as empresas brasileiras de capital privado com ações negociadas na BM&FBOVESPA durante 24 anos, foram identificadas sete empresas que atenderam os parâmetros da pesquisa. Executivos ou ex-executivos destas empresas colaboraram com a pesquisa, respondendo questões sobre os sete fatores identificados na pesquisa Good to Great, de Collins. A aderência observada para cada um dos fatores foi: atitude diante dos problemas (86%); foco (85%); melhoria contínua (85%); disciplina (84%); liderança (78%); equipe (69%) e relação com a tecnologia (64%). Concluiu-se que em geral os fatores identificados nas empresas americanas de alto desempenho de valor também estão presentes nas empresas brasileiras com desempenho semelhante, com uma pequena variação no fator pertinente à relação com a tecnologia, que é menos criteriosa em algumas empresas brasileiras. Esta pesquisa contribui para consolidar o valor de mercado como indicador de desempenho para análises em longo prazo de empresas brasileiras, para a melhor compreensão dos fatores de competitividade estratégica, para identificar possíveis caminhos para a melhoria do desempenho das empresas e para evidenciar particularidades da maneira de administrar no Brasil, além de identificar oportunidades de estudos futuros para o desenvolvimento da teoria da administração.Item AVALIAÇÃO DO ENSINO SOBRE GESTÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS NOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA NA REGIÃO DA GRANDE SÃO PAULO(2011-10-26) José de Assis Pereira; Profª. Drª. Ana Cristina de Faria; Ana Cristina de Faria; Raquel da Silva Pereira; Ivam Ricardo PeleiasEste trabalho tem como objetivo avaliar se os conteúdos sobre Gestão de Cadeias de Suprimentos ministrados nos cursos de Tecnologia em Logística nas IES da Grande São Paulo atendem as demandas do mercado de trabalho. Inicia-se, apresentando os conceitos e definições da Logísticas, bem como sobre a Gestão de Cadeias de Suprimentos, em que é estudada a evolução do pensamento na área. Em seguida uma breve retrospectiva histórica da Evolução Profissional e dos Cursos de Formação de Tecnólogos no Brasil, a fim de viabilizar a compreensão da formação de Tecnólogos, em um Curso Superior de Tecnologia em Logística. Por meio de uma pesquisa documental, buscou-se conhecer as IES localizadas na região metropolitana da Grande São Paulo e das ofertas de empregos oferecidas em site de recolocação, que procuravam profissionais com conhecimentos em logísticas, nesta região, em que foram identificados os conhecimentos técnicos exigidos nessas vagas. Na investigação, procurou-se identificar o perfil dos sujeitos (coordenadores, professores e alunos), e analisar as percepções destes, sobre a intensidade dos conteúdos oferecidos, que são os conhecimentos técnicos exigidos, pelo mercado de trabalho, no curso pesquisado. Por meio de tratamento estatístico, a análise das percepções constatou-se que existe uma convergência entre 22 conhecimentos técnicos exigidos, e apenas 2 são divergentes, na opinião dos respondentes. No desenho de um ranking, dasexigências do mercado, constatou-se neste estudo um descompasso entre as percepções dos sujeitos quanto a hierarquia dos conteúdos exigidos pelo mercado. Pode-se afirmar que o curso investigado nas IES, alinha-se com as necessidades do mercado de trabalho, e finalmente, recomenda-se que as IES que ofereçam cursos de Tecnologia, procurem identificar junto ao mercado, os conhecimentos, habilidades e competências mais valorizadas, no momento do planejamento desses cursos.Item CONFIANÇA, COMPROMETIMENTO E EFEITO CHICOTE NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS AUTOMOTIVAJoão Abinajm Filho; Profª. Drª. Ana Cristina de Faria; Ana Cristina de Faria; Marco Antonio P. da Silveira; Roberto Giro MooriA Cadeia de Suprimentos da indústria automotiva é uma das mais globalizadas e competitivas do mundo. Por esta razão, sempre esteve à frente na implantação de processos inovadores, tanto em tecnologia, processos, e principalmente, quanto à gestão dos negócios. Com o objetivo de aumentar o foco no "core business" e reduzir custos, as montadoras têm continuadamente terceirizado processos, o que definitivamente alterou a arquitetura da CS tradicional, tipicamente vertical nas décadas anteriores, para o formato modular. Por outro lado, a arquitetura modular requer relacionamentos mais próximos entre os atores da CS; parceria, compartilhamento das informações, confiança e comprometimento, e naturalmente as ferramentas para fazer tudo isso factível e eficiente. Entretanto, apesar das necessidades requeridas desta nova arquitetura da CS, nem todas as montadoras estão suficientemente prontas para a gestão do compartilhamento da informação com seus fornecedores, podendo gerar os danos do Efeito Chicote. As Metodologias aplicadas na Pesquisa foram; Pesquisa Bibliográfica, Pesquisa Bibliométrica e Pesquisa de Campo ou Levantamento (Survey). Conforme evidenciado nas pesquisas de campo e bibliográfica, a Confiança na CS automotivas e a adoção de medidas contra o Efeito Chicote modificam-se de acordo com a montadora. No Brasil o fraco compartilhamento de informações e a desconfiança entre autopeças e montadoras verificaram-se inclusive entre relacionamentos ais intensos de montadoras e fornecedores, que envolviam grande número de itens comercializados e a alta frequência de entrega de materiais, processos que requerem forte parceria. No ranking das 5 montadoras avaliadas; Fiat, GM, Honda, Toyota e VW, a melhor colocação foi da GM, totalizando 2103 pontos, entre 3240 possíveis, desempenho 35% aquém do ideal. Avaliar o desempenho de fornecedores e clientes de uma CS é avaliar a própria CS como um todo. Envolve diversos atores, parâmetros e análises conforme os estudos dos autores aqui referenciados, entretanto dependerá principalmente da visão dos atores que se integram intrinsicamente em fluxos e processos logísticos, tecnologias, percepções da qualidade e necessidades do mercado. O segmento automotivo brasileiro necessita padronizar a avaliação dos processos logísticos para torna-lo mais justos e coerentes, tanto para os fornecedores como para as montadoras para aperfeiçoar a CS como um todo, e assim estabelecer um sério e real do processo de parceria colaborativa.Item MODELOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ORGANIZACIONAL EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR NA GRANDE SÃO PAULO(2010-06-25) Leonardo Fabris Lugoboni; Prof. Dr. Sérgio Feliciano Crispim; Ana Cristina de Faria; Hamilton Luiz Corrêa; Sérgio Feliciano CrispimA administração tem evoluído muito, principalmente nos últimos anos, e um dos temas que tem tido destaque em publicações nacionais e internacionais são os modelos de avaliação de desempenho organizacional. Nesta pesquisa foram identificados por meio de revisão bibliográfica os principais modelos, suas características, bem como suas vantagens e desvantagens. Estas informações foram consolidadas mostrando assim os modelos mais completos, os modelos menos completos, os modelos que se concentram em determinados aspectos etc. Nesta mesma consolidação foi possível identificar os aspectos e indicadores analisados com mais e menos frequência pelos modelos. Paralelamente a isso, as Instituições de Ensino Superior têm passado por grandes desafios devido ao aumento da concorrência e devido à redução da relação candidato-vaga no processo seletivo. A quantidade de cursos e vagas oferecidas pelas instituições de ensino superior aumentou e a demanda de alunos não acompanhou tal evolução, tornando o mercado cada vez mais competitivo. Nesse contexto, por meio de um survey, buscou-se identificar como é realizada a avaliação de desempenho organizacional das IES da Região Metropolitana de São Paulo. Após contato telefônico com cada IES que participou da pesquisa, para identificar quem seria a pessoa mais indicada, e com disposição para responder a pesquisa, o questionário eletrônico foi enviado por e-mail às pessoas que aceitaram participar da pesquisa. Foi possível identificar os modelos de avaliação de desempenho mais utilizados, bem como os indicadores mais frequentes destes modelos, além dos indicadores de desempenho mais importantes na opinião dos gestores das instituições de ensino superior. E para uma melhor compreensão, os resultados da pesquisa foram compilados em tabelas de acordo com as respostas dos gestores das IES, criando assim uma classificação dos grupos de indicadores de acordo com a frequência e a importância de cada grupo de indicadores, na opinião dos gestores. E embora os dados da amostra da pesquisa não permitam fazer extrapolações, há forte evidência de que as gestões das instituições de ensino superior da Região Metropolitana de São Paulo realizam a avaliação sistemática de desempenho organizacional. Foi possível identificar, também, conforme o objetivo proposto, que a maioria das organizações utiliza modelos formais de avaliação, e mais especificamente os modelos e os indicadores de desempenho utilizados com mais frequência, assim como os mais valorizados.Item O GRAU DE DESENVOLVIMENTO ADQUIRIDO PELO ALUNO NAS UNIVERSIDADES DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO(2012-06-13) Marcelo Szmuszkowicz; Prof. Dr. Laercio Baptista da Silva; Laércio Baptista da Silva; Ana Cristina de Faria; Ivam Ricardo PeleiasA partir da publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, os CursosSuperiores de Tecnologia têm vivenciado um crescimento que oscoloca em umasituação de destaque na Educação Superior no Brasil. Estes cursos direcionados aoatendimento da realidade tecnológica do trabalho, com suas diretrizes e currículosespecializados, operacionalizados dentro da prática, com duração inferior àsgraduações tradicionais e de forma que o tecnólogo estará sendo inserido no mundodo trabalho em condições de desenvolvimento de pesquisa tecnológica, tornaram-seuma grande atração para as pessoas que desejam uma profissionalização mais rápidasem fugir de uma preparação sólida. Torna-se importante conhecer o histórico e aevolução desses cursos, as diretrizes estabelecidas pela LDB e o grau dedesenvolvimento adquirido pelo aluno concluinte nas IES na RegiãoMetropolitana deSão Paulo. O trabalho fundamenta-se em uma pesquisa documental de uma breveretrospectiva histórica da formação da Educação Profissional, dos Cursos Superioresde Tecnologia no Brasil e das diretrizes estabelecidas pela LDB, a fim de viabilizar acompreensão da formação de Tecnólogos. Também pelo método survey com aaplicação de um questionário numa amostra não probabilística por acessibilidade dosalunos concluintes das IES. Na investigação, procurou-se identificar o perfil dosalunos concluintes das IES e por meio de tratamento estatístico analisar o grau dedesenvolvimento adquirido nas dimensões: sustentabilidade,empreendedorismo,tomada de decisão e mudança de atitude. Constatou-se neste estudo que a amostrapossui baixo nível de compreensão dasdimensões e que não existe diferença decompreensão dos conhecimentos entre as IES, por faixa etária e por renda mensalfamiliar. Recomenda-se para as IES novas pesquisas para identificar as causas emelhorar desempenhodos alunos do CST.Item RECOF - REGIME ADUANEIRO DE ENTREPOSTO INDUSTRIAL SOBRE O CONTROLE INFORMATIZADO: PERCEPÇÃO DOS USUÁRIOS SOBRE DIFICULDADES E BENEFÍCIOS EM SUA IMPLANTAÇÃO(2011-03-10) Paulo Sérgio Lopes Ruiz; Profª. Drª. Ana Cristina de Faria; Ana Cristina de Faria; Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Mauro Fernando GalloO presente trabalho tem como objetivo estudar qual a percepção dos membros da ERA - Associação das Empresas Usuárias de RECOF - Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial Sobre Controle Informatizado - sobre as dificuldades e os benefícios em sua implantação. Além da pesquisa bibliográficas, a metodologia de pesquisa a ser utilizada, é a pesquisa exploratória censitária com aplicação de levantamento (survey). A participação dos associados das empresas usuárias do RECOF - ERA, por meio dos questionários respondidos, nos traz respostas sobre as dificuldades e os benefícios em sua implantação. O RECOF estabelece como benefício à sustentação do pagamento de tributos federais na aquisição de produtos importantes, além de ganho no fluxo de caixa, redução nos estoque e armazenagem devido à desburocratização do processo, importações com ou sem cobertura cambial, mas poder planejar o departamento de tesouraria em relação aos pagamentos de tributos é um grande benefício concedido, seja direta ou indireta a exportação, tudo é importante para manter metas de exportação para atender à legislação do RECOF: às dificuldades encontradas destaca-se a mudança de cultura da empresa em que a ausência de cooperação e comprometimento das pessoas pode trazer insucessos ao projeto, houve também muita resistência na implantação do RECOF, além do alto custo do software específico para utilização do sistema RECOF. Há, também necessidade de interação das pessoas dos departamentos em relação à implantação do RECOF. Além da mudança na cultura da empresa, adequações nos sistemas internos e dificuldades de comunicação, o grande volume de informações que são exigidas pela Instrução Normativa que regulamenta o RECOF e que devem ser dissiminadas aos departamentos e a todos os envolvidos.Item TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÃO NA CADEIA DE AUTOPEÇAS: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS SEGMENTOS DE OEM E REPOSIÇÃOFlávio Corrêa Rangel; Prof. Dr. Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Marco Antonio Pinheiro da Silveira; Ana Cristina de Faria; Roberto Giro MooriO interesse pelo tema estudado neste trabalho surgiu da constatação de que há poucos estudos que consideram a transferência de informação que envolve o mercado de reposição automotiva. O trabalho teve como objetivo identificar os principais fluxos de informação existentes entre fabricantes de autopeças e seus clientes, tanto montadoras quanto mercado de reposição, sendo que fluxo de informação é compreendido como conteúdo (refere-se à mensagem transmitida ou dita) transferido por um meio (método usado para transmitir informações). Entre os trabalhos considerados na base teórica, destacou-se Prahinski (2001), em que a autora estuda a comunicação entre empresa compradora e fornecedor. A metodologia adotada foi o estudo de casos múltiplos, utilizando múltiplas fontes de evidências de natureza exploratória e qualitativa, com o uso de roteiro para a entrevista semi-estruturada com perguntas abertas aplicado aos profissionais de áreas específicas de três empresas. Foi efetuada análise de categorias identificadas no conteúdo das entrevistas. Os fluxos de informação foram classificados segundo as facetas da informação: Conteúdo, Meio, Direção ou Feedback, Formalidade, Influência na comunicação, Intensidade, Centralidade e Complexidade. Entre os principais resultados do trabalho está a identificação dos principais fluxos de informação, divididos em OEM e reposição, por ordem de importância atribuída pelos entrevistados: Informações sobre qualidade, Informações técnicas, Previsão de estoque, Redução de custos e Informações de mercado. Os fluxos de informação identificados no segmento de reposição, por ordem de importância, foram: Informações técnicas, Informações de mercado, Previsão de estoque, Informações de qualidade e Redução de custos. Foi possível tirar algumas conclusões a partir da realização deste estudo exploratório. Percebeu-se que o fluxo de informação explícita é tão importante quanto a tácita no segmento de reposição. A pesquisa indicou também que os fluxos de informação da área técnica são mais intensos em OEM do que em reposição, e que os fluxos de informação de mercado são mais intensos na reposição. O fluxo de informação sobre previsão de estoque no segmento de OEM baseia-se em contratos e na reposição, em estimativa. O estudo também mostrou associação dos fluxos identificados com os da literatura.