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CICLO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE GESTORES ESCOLARES
(USCS, 2026-02-12) Gouveia, Fábio Aviles; Garcia, Paulo Sérgio; Garcia, Paulo Sérgio; Silva, Marco Wandercil da; Brandalise, Mary Ângela Teixeira
O presente estudo insere-se no campo da avaliação educacional e da gestão educacional e tem como foco compreender as representações sociais de gestores escolares sobre o ciclo de avaliação formativa enquanto estratégia de desenvolvimento profissional docente. A pesquisa parte do reconhecimento de que a avaliação, tradicionalmente associada a processos classificatórios, pode assumir um papel formativo e transformador quando concebida como uma abordagem de retroalimentação e promoção da aprendizagem. O objetivo geral é analisar as representações sociais de um grupo de gestores escolares de uma rede privada sobre o Ciclo de Avaliação Formativa para Gestores como estratégia de desenvolvimento profissional docente. O estudo foi desenvolvido com base em uma abordagem qualitativa, exploratória e interpretativa, utilizando questionários qualitativos online abertos e registros em diário de bordo, cujos dados foram processados com o software IRaMuTeQ e analisados segundo a Classificação Hierárquica Descendente de Reinerd para identificar categorias e classes de sentido. A fundamentação teórica articula a teoria das representações sociais, de Serge Moscovici, à concepção de avaliação formativa desenvolvida por Black e Wiliam, Moss e Brookhart, e Garcia, especialmente no modelo de ciclo formativo para gestores. Os resultados evidenciam que o ciclo de avaliação formativa é percebido como uma prática de mediação pedagógica que favorece o diálogo, o feedback qualificado e a aprendizagem colaborativa, embora ainda encontre resistências culturais e estruturais nas escolas. As conclusões apontam que as representações sociais dos gestores oscilam entre visões gerenciais e formativas, sendo o ciclo reconhecido como um mecanismo de aprimoramento profissional e de práticas pedagógicas. Como produto educacional, foi desenvolvido um manual formativo destinado a orientar gestores na implantação do ciclo de avaliação formativa em seus contextos institucionais, oferecendo estratégias práticas, fundamentação teórica e orientações para a condução de processos avaliativos voltados ao desenvolvimento docente. Os dados desta dissertação podem ser usados para fomentar discussões na formação de gestores.
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A PRÁTICA PEDAGÓGICA DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA FRENTE ÀS ORIENTAÇÕES DO CURRÍCULO PAULISTA
(USCS, 2025-02-09) Vaccari, Bruno Guimarães; Sá, Ivo Ribeiro de; Sá, Ivo Ribeiro de; Brito, Brito; Antunes, Rita de Cássia Franco de Souza
Esta dissertação investigou a prática pedagógica de professores de Educação Física do Ensino Médio da rede estadual paulista, buscando compreender como esses docentes constroem sentidos sobre seu trabalho diante das orientações curriculares contemporâneas, especialmente aquelas estabelecidas pelo Currículo Paulista. Partindo do reconhecimento de que as reformas educacionais recentes ampliaram responsabilidades docentes, redefiniram conteúdos e reorganizaram o papel formativo da disciplina, o estudo procurou analisar de que maneira essas diretrizes influenciam as interpretações e decisões pedagógicas dos professores no cotidiano escolar. O objetivo geral consistiu em analisar como os docentes interpretam, incorporam e ressignificam sua prática pedagógica diante das orientações oficiais, considerando os fatores que favorecem ou dificultam esse processo. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, articulando análise documental, entrevistas semiestruturadas com professores da rede estadual e análise textual pelo método de Classificação Hierárquica Descendente (CHD). Esse procedimento permitiu identificar núcleos de sentido que evidenciam três dimensões principais no discurso docente: a compreensão ampliada da Educação Física como expressão da cultura corporal de movimento, em consonância com as orientações curriculares; a presença de obstáculos estruturais, pedagógicos e institucionais que limitam a efetivação dessas diretrizes; e as estratégias de adaptação pedagógica mobilizadas pelos professores para lidar com as demandas do currículo no contexto concreto da escola. Os resultados indicam que os professores reconhecem a ampliação conceitual da Educação Física proposta pelos documentos oficiais, especialmente no que se refere à valorização da cultura corporal e à integração da disciplina à área de Linguagens. Entretanto, a análise também revelou a presença de cognemas que operam como obstáculos à implementação dessas orientações, relacionados principalmente às condições materiais da escola, às limitações na formação continuada e às tensões entre o currículo prescrito e o trabalho real docente. Diante dessas condições, os professores mobilizam criatividade, negociação curricular, adaptações metodológicas e apoios externos para sustentar o engajamento dos estudantes e atribuir sentido às propostas curriculares em sua prática cotidiana. As conclusões indicam a necessidade de políticas formativas mais alinhadas às demandas reais da escola, bem como de condições institucionais que favoreçam espaços de reflexão coletiva sobre a prática docente. Como produto educacional, o estudo apresenta um guia reflexivo destinado a apoiar professores de Educação Física na análise crítica de suas práticas pedagógicas frente às orientações curriculares, oferecendo instrumentos de autoavaliação, estudos de caso e propostas colaborativas de planejamento com o objetivo de fortalecer a autonomia docente e a ressignificação curricular no contexto escolar.
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O Desenvolvimento do Pensamento Crítico no Discente: uma proposta de Formação Docente
(USCS, 2025-12-17) Brito, Silvia Regina Barbosa; Portella, Daniel Leite
Introdução: O presente estudo analisa os efeitos de um curso de formação docente aplicado a professores do curso de Medicina, com o objetivo de compreender como essa experiência contribuiu para mudanças na percepção, na intencionalidade pedagógica e na autoconfiança dos participantes quanto à compreensão e ao uso de estratégias voltadas ao desenvolvimento do Pensamento Crítico-reflexivo no ensino em saúde. Justificativa: A motivação decorre da constatação de que, embora as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) de 2014 e, sobretudo, as de 2025 enfatizem a centralidade do Pensamento Crítico e do ensino por competências, muitos docentes da área médica ainda apresentam lacunas teóricas e pedagógicas para mobilizar essa competência em sala de aula e nos cenários de prática. Problemática: A problemática centra-se na fragilidade das formações continuadas em promover transformações efetivas e sustentáveis na prática pedagógica, especialmente no que se refere à incorporação intencional de estratégias que estimulem o Pensamento Crítico e a ação reflexiva na formação médica. Objetivos: Elaborar e validar o conteúdo de um produto educacional, no formato de curso de capacitação docente, bem como analisar sua eficácia junto a professores de Medicina quanto às mudanças na percepção, na intencionalidade pedagógica e na autoconfiança relativas à compreensão e ao uso de estratégias que favoreçam o desenvolvimento do Pensamento Crítico-reflexivo. Metodologia: Trata-se de uma oficina de capacitação docente com duração de oito horas, realizada em encontro único, com a participação de nove professores de uma faculdade privada de Medicina da Baixada Santista. A formação integrou atividades teóricas, vivências práticas e momentos reflexivos, fundamentando-se nos referenciais de Paulo Freire e Donald Schön, no ciclo da aprendizagem experiencial e em metodologias ativas. A avaliação adotou abordagem quanti-qualitativa, com delineamento quase experimental, por meio de questionário estruturado com escalas de concordância, aplicado antes e após a intervenção. Resultados: Os achados indicaram avanços significativos: a proporção de docentes que declaravam compreender o conceito de Pensamento Crítico passou de 33% para 90%; o conhecimento de estratégias didáticas elevou-se de 55% para 89%; e a autopercepção de capacidade para aplicá-las aumentou de 60% para 90%. A avaliação global da oficina apresentou mais de 80% de respostas entre “Concordo” e “Concordo totalmente”, evidenciando a coerência teórico-metodológica da proposta e o fortalecimento da intencionalidade pedagógica. Produto: Resultaram dois produtos educacionais: (a) um material didático de apoio ao participante (PTT1); e (b) uma sequência didática para aplicação do curso de formação docente (PTT2), ambos alinhados às DCN 2025, às metodologias ativas e à ação crítica-reflexiva. Considerações finais: As considerações indicam que formações docentes planejadas de modo intencional, articulando teoria e prática, sustentadas por metodologias ativas favorecem transformações perceptivas, atitudinais e pedagógicas, ampliando a consciência didática e fortalecendo o papel crítico-reflexivo do professor de Medicina. Impacto: Espera-se que a continuidade de ações formativas semelhantes produza efeitos sustentáveis na qualificação da docência médica, fortalecendo práticas mais dialógicas, críticas e participativas. A médio prazo, o fortalecimento do Pensamento Crítico-reflexivo entre docentes tende a refletir-se na formação de estudantes mais autônomos, eticamente sensíveis e capazes de realizar julgamento clínico fundamentado. Em âmbito institucional, o produto validado pode contribuir para consolidar uma cultura pedagógica inovadora, alinhada às DCN e às demandas contemporâneas da educação em saúde.
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O Corpo no Ensino em Saúde: uma abordagem transdisciplinar
(USCS, 2025-09-22) Sousa, Priscila Braga de; Lima, Leandro Bueno
Introdução: Partindo da premissa de que o corpo objeto de estudo não é o mesmo corpo vivo do encontro, esta pesquisa investiga como a perspectiva corporal e a transdisciplinaridade contribuem para a formação em saúde. Utiliza como base metodológica o Método Corpo Intenção® (MCI) e a Técnica de Alfabetização Corporal® (TAC), desenvolvidos por Denise de Castro, cuja abordagem orienta tanto a criação do curso O Corpo Como Sala de Aula quanto a investigação das experiências vividas durante sua aplicação. Objetivo: Investigar como a perspectiva corporal e a transdisciplinaridade contribuem para a formação em saúde, utilizando o MCI e a TAC como referências metodológicas e culminando no desenvolvimento do curso O Corpo Como Sala de Aula. Os objetivos específicos incluem: reconhecer os efeitos da perspectiva corporal no processo formativo; compreender como a transdisciplinaridade pode estruturar um ensino sensível às singularidades corporais; e sistematizar os princípios investigados em um material didático-metodológico aplicado ao ensino em saúde. Métodos: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, transversal e exploratória, realizada com 18 estudantes do curso de Fisioterapia da USCS, em três encontros teórico-práticos de três horas. As aulas foram organizadas em fases, com foco na escuta das intensidades, silêncios e gestos presentes nas vivências, conforme os fundamentos do MCI e da TAC. A linguagem cartográfica, reconhecida por sua potência em acompanhar processos vivos e complexos, foi incorporada como inspiração metodológica. Sua presença, no entanto, não se deu pela via da aplicação técnica formal do método cartográfico clássico, mas como referência sensível e ética que dialoga com o gesto de escuta encarnada proposto pelo MCI. Resultados: A prática revelou aspectos recorrentes da experiência corporal entre os participantes: a presença de corpos desvitalizados; o impacto de ações baseadas em desaceleração e acolhimento; o alívio de dores físicas; a presença de zonas de transição na nomeação e partilha das experiências entre os domínios objetivo e subjetivo; a baixa adesão voluntária à pesquisa; e a confirmação da singularidade irrepetível das vivências em cada participante. Produto: Foi desenvolvido o curso de extensão O Corpo Como Sala de Aula, estruturado em fases que favorecem o reconhecimento de estados corporais e subjetivos como parte do processo de aprendizado. O curso tem como tema central a diferenciação entre o corpo estudado e o corpo vivido, apoiado no conceito nomeado corpo que se desdobra, original do MCI. O produto foi validado pelo público-alvo por meio do Instrumento de Validação de Conteúdo Educativo em Saúde, obtendo um Índice de Validação de Conteúdo (IVC) de 95%. Considerações finais: Os achados desta pesquisa ressaltam a importância da subjetividade na formação em saúde, evidenciando que um ensino centrado apenas na objetividade do corpo limita a compreensão do cuidado. O curso demonstrou que experiências vividas e compartilhadas favorecem maior consciência corporal e mostram que o encontro com o outro acontece na tensão entre semelhança e diferença, com cada participante despertando para aspectos únicos da própria experiência. Impacto: Potencial educacional, pois a abordagem já mostrou efeitos positivos na prática formativa de estudantes e profissionais da saúde, embora ainda não tenha sido implementada em larga escala em instituições públicas ou políticas educacionais. Introdução: Partindo da premissa de que o corpo objeto de estudo não é o mesmo corpo vivo do encontro, esta pesquisa investiga como a perspectiva corporal e a transdisciplinaridade contribuem para a formação em saúde. Utiliza como base metodológica o Método Corpo Intenção® (MCI) e a Técnica de Alfabetização Corporal® (TAC), desenvolvidos por Denise de Castro, cuja abordagem orienta tanto a criação do curso O Corpo Como Sala de Aula quanto a investigação das experiências vividas durante sua aplicação. Objetivo: Investigar como a perspectiva corporal e a transdisciplinaridade contribuem para a formação em saúde, utilizando o MCI e a TAC como referências metodológicas e culminando no desenvolvimento do curso O Corpo Como Sala de Aula. Os objetivos específicos incluem: reconhecer os efeitos da perspectiva corporal no processo formativo; compreender como a transdisciplinaridade pode estruturar um ensino sensível às singularidades corporais; e sistematizar os princípios investigados em um material didático-metodológico aplicado ao ensino em saúde. Métodos: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, transversal e exploratória, realizada com 18 estudantes do curso de Fisioterapia da USCS, em três encontros teórico-práticos de três horas. As aulas foram organizadas em fases, com foco na escuta das intensidades, silêncios e gestos presentes nas vivências, conforme os fundamentos do MCI e da TAC. A linguagem cartográfica, reconhecida por sua potência em acompanhar processos vivos e complexos, foi incorporada como inspiração metodológica. Sua presença, no entanto, não se deu pela via da aplicação técnica formal do método cartográfico clássico, mas como referência sensível e ética que dialoga com o gesto de escuta encarnada proposto pelo MCI. Resultados: A prática revelou aspectos recorrentes da experiência corporal entre os participantes: a presença de corpos desvitalizados; o impacto de ações baseadas em desaceleração e acolhimento; o alívio de dores físicas; a presença de zonas de transição na nomeação e partilha das experiências entre os domínios objetivo e subjetivo; a baixa adesão voluntária à pesquisa; e a confirmação da singularidade irrepetível das vivências em cada participante. Produto: Foi desenvolvido o curso de extensão O Corpo Como Sala de Aula, estruturado em fases que favorecem o reconhecimento de estados corporais e subjetivos como parte do processo de aprendizado. O curso tem como tema central a diferenciação entre o corpo estudado e o corpo vivido, apoiado no conceito nomeado corpo que se desdobra, original do MCI. O produto foi validado pelo público-alvo por meio do Instrumento de Validação de Conteúdo Educativo em Saúde, obtendo um Índice de Validação de Conteúdo (IVC) de 95%. Considerações finais: Os achados desta pesquisa ressaltam a importância da subjetividade na formação em saúde, evidenciando que um ensino centrado apenas na objetividade do corpo limita a compreensão do cuidado. O curso demonstrou que experiências vividas e compartilhadas favorecem maior consciência corporal e mostram que o encontro com o outro acontece na tensão entre semelhança e diferença, com cada participante despertando para aspectos únicos da própria experiência. Impacto: Potencial educacional, pois a abordagem já mostrou efeitos positivos na prática formativa de estudantes e profissionais da saúde, embora ainda não tenha sido implementada em larga escala em instituições públicas ou políticas educacionais.
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Exame Clínico Objetivo Estruturado - OSCE na Educação Física: Uma Proposta de Avaliação e de Ensino Reflexivo Pautado na Atenção Integral à Saúde
(USCS, 2025-06-12) Lima, Heitor Felipe Cantarinho de; Portella, Daniel Leite
INTRODUÇÃO: A prescrição do exercício físico analisa todo o contexto da atenção integral à saúde (AIS) na atenção primária, secundária e terciária para que o prescritor consiga filtrar suas necessidades e tenha mais assertividade na hora de escolher os melhores exercícios e estratégias de treinamento. OBJETIVO: Validar um OSCE orientado pela AIS para a área de educação física. MATERIAL E MÉTODO: O presente estudo foi desenhado no modelo transversal, com abordagem quali-quanti, de natureza aplicada, com objetivos descritivos e comparativos, e procedimentos de campo e experimentais. A amostra foi composta por especialistas médicos (N=9) com mestrado ou doutorado em ciências médicas e experiência na aplicação e estruturação de OSCE. O OSCE foi estruturado em três partes: histórico do paciente, encaminhamento ao serviço de saúde e checklist. Utilizou-se o Instrumento de Validação de Conteúdo Educativo em Saúde (IVCES) para garantir a adequação e confiabilidade do material. A análise dos dados incluiu alfa de Cronbach e coeficiente de correlação intraclasse (ICC) para verificar a confiabilidade do instrumento. RESULTADOS: O alfa de Cronbach foi 0,89 e o ICC 0,95, indicando alta confiabilidade. A análise por domínios revelou ICC de 1,00 para relevância e 0,95 e 0,94 para estrutura/apresentação e objetivos. Algumas sugestões de melhorias foram feitas para itens do checklist, caso simulado e encaminhamento médico. Como resultado da pesquisa se inclui o próprio produto, pois foi criado através de todas as etaps de pesquisa. . PRODUTO: Este produto é válido pelo OSCE para preencher as lacunas observadas na prática profissional, onde o foco se limitava ao aspecto físico dos atendimentos. Inspirado pela Atenção Integral à Saúde, o OSCE foi estruturado com um caso clínico e um encaminhamento médico, permitindo uma aplicação holística que inclui aspectos físicos, emocionais, sociais e mentais. A validação rigorosa torna-o uma ferramenta educativa confiável para formar profissionais mais completos e preparados para o cuidado integral, promovendo uma prática alinhada a um bem-estar mais profundo e abrangente. CONCLUSÃO: A validação do OSCE demonstrou que o instrumento é confiável e adequado para a avaliação das competências dos discentes em educação física. A pesquisa destaca a importância de um processo de avaliação estruturado e a necessidade de ajustes contínuos para aprimorar a formação profissional com foco na AIS. Impacto: Espera-se que a continuidade de ações formativas semelhantes produza efeitos sustentáveis na qualificação dos egressos em educação física, fortalecendo práticas mais dialógicas, críticas e participativas. A médio prazo, o fortalecimento do Pensamento Crítico-reflexivo entre egressos tende a refletir-se na formação de profissionais mais autônomos, eticamente sensíveis e capazes de realizar julgamento clínico fundamentado. Em âmbito institucional, o produto validado pode contribuir para consolidar uma cultura pedagógica inovadora, alinhada às DCN e às demandas contemporâneas do ensino em saúde.